P U B L I C I D A D E

15 de fevereiro de 2017

Comunicado da Juventude Socialista saúda Luís Testa e alerta que “o distrito está coxo”

“A propósito do abate de árvores no célebre“túnel das árvores fechadas”, em Marvão, promovido pela Infraestruturas de Portugal, o Deputado do Partido Socialista eleito pelo círculo eleitoral de Portalegre, Luís Moreira Testa, desenvolveu diligências junto da tutela para que este atentado ao património natural não se consumasse, paralisando a operacionalização dos trabalhos.
Sublinhe-se que as Infraestruturas de Portugal são uma empresa pública cujas decisões orbitam do seu foro técnico. O que configura que o argumento de que o governo mandou abater indiscriminadamente património natural em Marvão é esticar em demasia a corda da verdade.
Para mais, o Deputado Luís Moreira Testa remeteu hoje uma pergunta ao Ministro do Planeamento e Infraestruturas, Pedro Marques, para que a actuação da atividade que tutela seja esclarecida.
Em todo um enredo que motivou um coro de declarações, encabeçadas pelo Deputado do PSD eleito pelo círculo eleitoral de Portalegre, Cristóvão Crespo. A Federação Distrital de Portalegre da JS vem nessa senda saudar o supracitado por ter ressuscitado ao terceiro mandato e ao sétimo ano de exercício da função parlamentar.
Quem faz agendas em cima do joelho está condenado a só ressuscitar nos pingos da chuva. Percebemos-lhe o embaraço: ofusca-lhe o estilo. Não se conforma com a existência no Distrito de Portalegre de actividade parlamentar que não queira confinar-se a uma nota de rodapé.
Não se resigna a quem se curva perante o território com uma agenda que implante os alicerces do desenvolvimento. No manual de instruções em que assenta o seu guião, Alto Alentejo lê-se trampolim, por parlamento entende-se lugar cativo, e por caderno reivindicativo o afunilamento do debate em torno do apedrejamento de máximas ocas.
Após largos anos de ininterrupta ausência, decidiu-se a atravessar o Tejo para bolsar laivos tímidos e entrincheirados entre quatro paredes, amnésico dos quatro anos em que o Alto Alentejo foi votado ao abandono.
O diagnóstico do Alto Alentejo e das suas debilidades estruturais escreve-se muito pela mão daqueles que lhe viraram as costas. Que se esquecem de onde vêm por viverem obstinados para onde vão. O Distrito está coxo na sua representação. Que sejamos capazes de os catalogar e arrumar nas gavetas em que se encurralam a si próprios.
O Alto Alentejo merece mais”.
O Secretariado Distrital da JS

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