Boas Festas

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18 de novembro de 2019

Apresentado o livro “Castelo de Vide – História e Sociedade (1906 a 1951)” que recolhe a vasta obra publicada de Mateus da Cruz Maniés

Fotos © D.R./NCV
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Foi lançado na tarde do passado sábado dia 16 de Novembro no auditório da Fundação Nossa Senhora da Esperança o livro “Castelo de Vide – História e Sociedade (1906 a 1951)”, da autoria de Mateus da Cruz Maniés (†). 
A obra foi coordenada pelo neto do autor, José Mateus Maniés Lourenço, e recolhe grande parte da vasta e diversificada produção de textos e artigos de imprensa que o autor deu à estampa entre 1906 e 1951 (ver mais informações AQUI). 
A apresentação esteve a cargo do Professor Doutor Francisco Sepúlveda Teixeira e, com o autor, participaram também no evento o editor Fernando Mão de Ferro e Ana Paula Gomes. © NCV

16 de novembro de 2019

Apresentado esta tarde o livro “Castelo de Vide – História e Sociedade (1906 a 1951)” que recolhe a vasta obra publicada de Mateus da Cruz Maniés

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É lançado hoje sábado dia 16 de Novembro pelas 16 horas na Fundação Nossa Senhora da Esperança  o livro “Castelo de Vide – História e Sociedade (1906 a 1951)”, da autoria de Mateus da Cruz Maniés (†). 
A obra foi coordenada por José Mateus Maniés Lourenço (neto do autor) e recolhe grande parte da vasta e diversificada produção de textos e artigos de imprensa que o autor deu à estampa entre 1906 e 1951. 
A apresentação estará a cargo do Professor Doutor Francisco Sepúlveda Teixeira. © NCV
Quem foi Mateus da Cruz Maniés? 
O meu Avô, Mateus da Cruz Maniés, nasceu na Freguesia de Santa Maria da Devesa, em Castelo de Vide, pelas 23 horas do dia 31 de Agosto de 1886. Filho de Floriano de Alegria Maniés e de Desidéria do Carmo, moradores na Rua de Santa Maria de Cima, viria a ocupar diversos cargos ao serviço de Castelo de Vide e a distinguir-se nas letras. 
Depois de fazer a instrução primária em Castelo de Vide, deu entrada no Seminário de Portalegre, onde completou o curso de Teologia com brilhantismo. Quando da proclamação da república, em 1910, meses depois de ter deixado o seminário, colocou completamente de parte a ideia de vir a ser padre. Sem disposição interior nem vontade, para seguir o sacerdócio, não viria a ordenar-se padre, enveredando pelo comércio. O seu estabelecimento comercial, essencialmente de venda de tecidos, situou-se na Carreira de Cima (Rua Bartolomeu Álvares da Santa). Foi também correspondente do Banco de Portugal, durante vários anos. 
Desde novo que a sua inclinação para as letras era notória, inteligente e estudioso, rapidamente adquiriu cultura e sentido de análise crítica que se viria a revelar mais tarde. A sua sensibilidade e gosto para a música levou-o também a praticar violino. 
Assumiu, com entusiasmo, parte activa da vida pública da sua terra, que exaltava e amava com todo o fervor com a geração desse tempo. Integrou a Comissão Municipal de Castelo de Vide do Partido Republicano Português, da qual viria a demitir-se em 20 de Junho de 1924. 
Grande amigo e defensor da sua terra desempenhou diversos cargos, tais como os de Vice-Presidente da Câmara Municipal, Vereador e Administrador do Concelho. 
Por proposta sua, fez-se grande parte da plantação dos pinheiros na Serra, cujos benefícios rapidamente se fizeram sentir. Foi vice-presidente da Direcção da Sociedade Recreativa 1o de Dezembro, em 1911. Foi também um dos fundadores e fez parte da primeira Direcção dos Bombeiros Voluntários de Castelo de Vide, nomeada em 25 de Outubro de 1915, ocupando as funções de tesoureiro. Fez parte da direcção para o biénio 1914-1916, do Asilo de Almeida Sarzedas e Albergue Filial de Inválidos do Trabalho (notícia da pág. 3 de Cousas e Lousas de “O Povo” no 19 de 21 de Junho de 1914). 
A sua actividade literária está dispersa em vários jornais, não tendo sido reunidas ainda em volume as suas publicações. Todos os jornais que se editaram em Castelo de Vide, na sua época, contaram com a colaboração de Mateus Maniés. Leitor dos clássicos, com preferência pelos latinos, cuja língua praticava com desenvoltura e propriedade, considerava também os modernos, tendo grande admiração por Fialho, podendo mesmo assumir-se o seu estilo e as ironias escritas nos seus contos, como influência deste escritor. 
Foi abundante a sua colaboração em todos os jornais locais pois, como já referi, era notória a sua tendência para a actividade literária, mais que para a oratória. Foram encontrados, até ao momento, 269 artigos e contos escritos por Mateus Maniés. Começou por escrever n’ O Distrito de Portalegre em 1906 e no Alto Alentejo em 1908. Foi, depois, Secretário de Redacção do semanário republicano O Povo (Castelo de Vide, 1921-1923). 
Ligado ao lançamento do «semanário republicano, defensor dos interesses do concelho» Folha do Leste em 16 de Março de 1930, aí assegurou a secção Coisas Várias, sob o pseudónimo de José Bento, que já utilizara em «O Povo» e n’ “O Castellovidense”. 
Colaborou ainda em O Povo (Castelo de Vide, 1913-1923), Brados do Alentejo (Estremoz, 1931-1951) e O Castelovidense (Castelo de Vide, 1932-1948). 
Para além de cronista do jornal Brados do Alentejo, na terceira série de O Povo, do qual foi secretário de redacção, publicou a maior parte de seus contos, em Crónicas da minha Terra, entre os quais se destacam “Disciplina”, “Uma bruxa em calças pardas”, “Lendas”, “A peste”, “Ecos das lutas liberais”, “Vida do Campo”, “Alma do outro Mundo”, “Senhora das Necessidades”, “O Senhor Juiz” e “O Soldador”. 
Com vinte sete anos de idade, no dia 29 de Abril de 1914, casou em Castelo de Vide com Amélia Augusta Forçado, de 29 anos, também natural de Castelo de Vide. Foram seus padrinhos, João António Gordo, Alberto Carlos Mimoso Rolo e como madrinha, Maria Inácia Forçado Quintans. Do seu casamento nasceram duas filhas, Maria Leonor Maniés Roque, minha Tia, que viria a casar com José Beliz Roque e Desidéria do Carmo Maniés, minha Mãe, que viria a casar com o meu Pai, Capitão José Isabel Lourenço. 
Mateus Maniés faleceu em Castelo de Vide, no dia 26 de Junho de 1951, pelas 20 horas. Fica-me o imenso desgosto de nunca o ter conhecido, dado que faleceu 3 anos antes do meu nascimento, mas o grande orgulho de dele descender. Contudo, dado o Amor incondicional que ligava a minha Mãe ao seu adorado Pai, fica a sensação de sempre o ter conhecido através dela, pois sempre me soube falar de seu Pai com adoração, até ao fim da sua caminhada terrena de 99 anos... 
José Mateus Maniés Lourenço

14 de novembro de 2019

“Castelo de Vide – História e Sociedade (1906 a 1951)” recolhe obra publicada de Mateus da Cruz Maniés
- apresentação do livro tem lugar no próximo sábado

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O livro “Castelo de Vide – História e Sociedade (1906 a 1951)”, da autoria de Mateus da Cruz Maniés (†) será lançado no sábado dia 16 de Novembro (16 horas) na Fundação Nossa Senhora da Esperança. 
A obra foi coordenada por José Mateus Maniés Lourenço (neto do autor) e recolhe grande parte da vasta e diversificada produção de textos e artigos de imprensa que o autor deu à estampa entre 1906 e 1951. A apresentação estará a cargo do Professor Doutor Francisco Sepúlveda Teixeira. © NCV
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26 de julho de 2019

Festival Internacional de Música de Marvão
traz amanhã a Castelo de Vide
Teresa Salgueiro, “Madredeus” e Wim Wenders

O 6º Festival Internacional de Música de Marvão (FIMM) traz amanhã Teresa Salgueiro, os “Madredeus” e Wim Wenders a Castelo de Vide.  Depois de Beethoven segunda-feira na Igreja Matriz e de António 
Victorino d’Almeida em Homenagem a Édith Piaf no dia seguinte na Fundação Nossa Senhora da Esperança.
A rematar esta significativa presença local do festival marvanense, amanhã sábado dia 27 de Julho haverá uma exibição cinematográfica (pelas 14 horas com entrada livre) no Cine-Teatro Mouzinho da Silveira do filme “Lisbon Story - Viagem a Lisboa” (1994), uma obra de Wim Wenders com banda sonora original dos “Madredeus”. 
Segue-se pelas 16:30 horas na Fundação Nossa Senhora da Esperança um Especial de Canto Teresa Salgueiro - “Lisbon Story – 25 Anos depois”, com Teresa Salgueiro (voz), Rui Lobato(bateria, percussão e guitarra), Óscar Torres (contrabaixo), José Peixoto (guitarra) e Fábio Palma (acordeão). © NCV

19 de julho de 2019

Festival Internacional de Música de Marvão este ano com 4 eventos em Castelo de Vide

O 6º Festival Internacional de Música de Marvão (FIMM) inclui este ano – para além de Marvão, Portalegre, Valencia de Alcántara - quatro eventos em Castelo de Vide, três dos quais na Igreja do Convento de S. Francisco da Fundação Nossa Senhora da Esperança.
Beethoven amanhã na Igreja Matriz
Amanhã, dia 20, pelas 21 horas na Igreja Matriz de Santa Maria da Devesa, a Orquestra de Câmara de Colónia dirigida pelo maestro Christoph Poppen, com Javier Perianes ao piano, interpretam o Concerto para Piano Nº 1 em Dó M, op. 15 e a Sinfonia Nº 2 em Ré M, op. 36 de Ludwig van Beethoven.
Victorino d’Almeida em Homenagem a Édith Piaf
Segue-se, na terça-feira dia 23, um “ensaio” da Marvão Festival Orchestra “aberto a crianças e jovens” entre as 11.30 e as 12:15 horas na Fundação Nossa Senhora da Esperança, onde no dia seguinte (4ª feira) pelas 16:30 horas tem lugar o primeiro de dois “Especiais de Canto”, uma “Homenagem a Édith Piaf – Uma Improvisação Musical”, com Nádia Sousa (voz), Paulo Jorge Ferreira (acordeão) e António Victorino d’Almeida ao piano.
Teresa Salgueiro, “Madredeus” e Wim Wenders
A terminar, no sábado dia 27 de Julho haverá uma exibição cinematográfica (pelas 14 horas com entrada livre) no Cine-Teatro Mouzinho da Silveira do filme “Lisbon Story - Viagem a Lisboa” (1994), uma obra de Wim Wenders com banda sonora original dos “Madredeus”. 
Segue-se pelas 16:30 horas na Fundação Nossa Senhora da Esperança um Especial de Canto Teresa Salgueiro - “Lisbon Story – 25 Anos depois”, com Teresa Salgueiro (voz), Rui Lobato(bateria, percussão e guitarra), Óscar Torres (contrabaixo), José Peixoto (guitarra) e Fábio Palma (acordeão). © NCV

12 de julho de 2019

Castelo de Vide pode receber a partir de 2020 congressos de “Museologia e Autarquias” da Universidade Lusófona

Foto © D.R./NCV
Foto © D.R./NCV
Castelo de Vide poderá vir a ser palco a partir de 2020 dos congressos subordinados à “Museologia e Autarquias” organizados pela Universidade Lusófona de Lisboa. 
A revelação foi feita por António Pita, na sequência do repto lançado pelo reitor desta Universidade, Professor Doutor Mário Moutinho, e de imediato aceite pelo Presidente da Câmara Municipal, durante uma receção na passada quarta-feira no Salão Nobre dos Paços do Concelho.
O Professor Doutor Mário Moutinho deslocou-se a Castelo de Vide, acompanhando um grupo de doutorandos e mestrandos da Universidade Lusófona, que visitaram o concelho no âmbito de uma visita de estudo promovida pelo Presidente da Fundação Nossa Senhora da Esperança, João Palmeiro. © NCV
Foto © D.R./NCV

Foto © D.R./NCV

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12 de maio de 2019

Deputado Cristóvão Crespo (PSD) questiona Ministério da Saúde sobre cumprimento de contrato de 2010 com a Fundação Nossa Senhora da Esperança

O deputado do PSD pelo círculo de Portalegre, Cristóvão Crespo, questionou com data de 3 de Maio passado o Ministério da Saúde do atual Governo sobre a continuada falta de cumprimento de um Contrato celebrado em Junho de 2010 entre o Estado (aquele Ministério) e a Fundação Nossa Senhora da Esperança, de Castelo de Vide.
Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados
Em duas perguntas dirigidas à Ministra da Saúde (cujo teor foi dado a conhecer dias depois), o social-democrata recorda que esta Fundação realizou em 2009 uma Candidatura ao Programa Modelar, no âmbito da Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados, tendo a candidatura sido aprovada. Segundo o parlamentar, na Unidade está prevista uma capacidade de 20 camas para internamentos, cuja previsibilidade seja superior a 30 e inferior a 90 dias consecutivos, tendo o contrato sido firmado em 5 de Junho de 2010 entre a Fundação castelovidense e o Ministério da Saúde. 
Suspensão unilateral do contrato (não denunciado)
“A suspensão da construção da Unidade de Cuidados foi determinada unilateralmente, invocando com fundamentação dessa medida extrema, exclusivamente projetos ainda não iniciados naquela data, o que não era o caso, porque o projeto já estava formalmente iniciado e, consequentemente, com encargos de natureza financeira que daí decorreram. O contrato firmado mantém-se em vigor em virtude de não ter sido denunciado, tendo a Instituição incorrido em prejuízos por via do desenvolvimento do projeto face à expetativa criada pelo Ministério da Saúde”.
Tendo em conta ente cenário, o social-democrata quer agora saber se o Governo está ciente da dimensão do problema que é colocado à Fundação Nossa Senhora da Esperança, de Castelo de Vide, pela omissão no cumprimento do contrato e qual a resposta efetiva que a Fundação pode esperar do Governo no sentido de resolver a situação. © NCV

21 de fevereiro de 2019

Costura solidária destinada a crianças de Cabo Verde na Fundação Nossa Senhora da Esperança

Fotos © FNSE/NCV
Um grupo de colaboradoras, voluntárias e utentes da Fundação Nossa Senhora da Esperança está a desenvolver mais uma atividade na instituição. Dsta vez trata-se de costura solidária e as peças de vestuário produzidas dstinam-se a crianças de ambos os sexos de Cabo Verde.
“Em breve vamos mostrar o nosso trabalho e depois vamos encaminhar para o destino tão desejado”, refere uma nota nas redes sociais da Fundação, omnde também se agradece “a todas as pessoas que estão envolvidas nesta actividade, que têm feito de tudo para que seja um sucesso”. © NCV

21 de janeiro de 2019

Fundação Nossa Senhora da Esperança: “fomos cantar as Janeiras ao Lar de Póvoa e Meadas”

Fotos © FNSE/NCV

Farmácia Freixedas entregou “cheque de responsabilidade social” à Fundação Nossa Senhora da Esperança

Foto © FNSE/NCV
A Farmácia Freixedas, através de André Barrigas, fez esta semana a entrega de um “cheque de responsabilidade social” à Fundação Nossa Senhora da Esperança”, que registou e agradeceu publicamente ustilizando as redes sociais. © NCV

27 de dezembro de 2018

7 de dezembro de 2018

Consumada venda de 2 prédios dos Bombeiros à Fundação Nossa Senhora da Esperança

Foto © AHBMCV/NCV
Foto © AHBMCV/NCV
Em cumprimento da deliberação tomada em sede de Assembleia Geral da Associação Humanitária dos Bombeiros Mistos de Castelo de Vide, realizada no passado dia 10 de Março de 2017, foi celebrada na passada quarta-feira dia 5 de Dezembro a escritura para a alienação de dois prédios localizados na Rua do Loureiro, em Castelo de Vide, designadamente um prédio urbano e um prédio rústico (logradouro) à Fundação Nossa Senhora da Esperança.

Legado de D. Francisca Mouro Leitão
De acordo com informação da Associação de bombeiros locais, que esteve representada pelo Presidente da Direção, António Pita, e conforme solicitado pela Fundação Nossa Senhora da Esperança, e devidamente explicitado na referida Assembleia Geral, “a alienação dos dois prédios, pertencentes ao testamento de D. Maria Francisca Silva Mouro Leitão, visa possibilitar à referida Instituição Particular de Solidariedade Social a materialização de projectos de ampliação das valências sociais que esta entidade desenvolve”. “Relevando-se, assim, o carácter de cooperação entre as duas Instituições que marcou, desde sempre, a formalização deste negócio”, acrescenta a nota divulgada pela associação. © NCV

25 de novembro de 2018

Fotorreportagem: apresentação do livro de Luís Pedro Cruz no sábado em Castelo de Vide

Fotos © J. Iria/NCV
Fotos © J. Iria/NCV
Como estava previsto (ver notícias AQUI) teve lugar no passado sábado em Castelo de Vide a apresentação local do livro do arquiteto Luís Pedro Cruz intitulado "Reabilitação e Autenticidade - Consequências no Tecido Urbano". 
O evento decorreu no auditório da Igreja de S. Francisco da Fundação Nossa Senhora da Esperança e a apresentação esteve a cargo do atual deputado municipal Daniel Carreiras da Silva, anterior vice-presidente da Câmara Municipal de Castelo de Vide. 
Exposição transita para o Bar da Vila 
Em paralelo com esta apresentação esteve patente uma pequena exposição dos muitos desenhos bem característicos com que Luís Pedro Cruz retrata Castelo de Vide, exposição que agora transita para a galeria do Bar da Vila onde o autor tem vindo a mostrar os seus trabalhos no passado recente. © NCV
Fotos © J. Iria/NCV