Boas Festas

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14 de abril de 2015

Comunicado do Bloco de Esquerda de Portalegre
sobre o “desinvestimento na saúde“ no distrito

“A Coordenadora Concelhia de Portalegre, do Bloco de Esquerda realizou no passado dia 11/04/2015, na sede distrital em Portalegre, um plenário de aderentes onde apresentou o balanço do seu mandato e viu aprovado o processo eleitoral para o biénio 2015-2016.
A Concelhia de Portalegre acusa o governo e a U.E. de promoverem as habituais políticas demagógicas para o interior do país com a recente denominação de “territórios de baixa densidade”, onde fica por perceber quais são as políticas de investimento e sobretudo as políticas de descentralização.
Por falta de resposta, o BE continua a insistir em conhecer o resultado do inquérito da Inspeção-Geral das Atividades em Saúde (IGAS) sobre irregularidades ocorridas no Hospital Dr. José Maria Grande em Portalegre e no Hospital de Santa Luzia em Elvas, ambas unidades hospitalares que integram a Unidade Local de Saúde do Norte Alentejano. 
Também sobre a saúde no distrito se registam os votos contra dos deputados do PSD e do CDS às propostas do BE de melhoria nos serviços do Hospital de Elvas, enquanto as urgências do Hospital de Portalegre continuam um caos para os que lá trabalham e para quem precisa de assistência. Falta espaço e recursos humanos para não falar de camas; continuam os necessitados a ficarem nas urgências quando precisam de ser internados nos pisos e muitas vezes em condições anormais, enquanto os tempos de espera são um 
O governo anunciou medidas, mas não temos soluções e por que razão? Não tomou medidas concretas, como por exemplo, acabar com o grande negócio das Empresas Trabalho Temporário que colocam os médicos, sugam o dinheiro do Estado e prestam um mau serviço; também falhou e abortou a aposta na rede de cuidados de saúde primários e de cuidados de saúde continuados. O principal deste problema resume-se no desinvestimento na saúde que coloca em causa o SNS e em perigo as vidas das pessoas”.
A Coordenadora Concelhia de Portalegre do Bloco de Esquerda
Portalegre, 11 de Abril de 2015

11 de fevereiro de 2015

Deputada Sandra Cardoso (PS) critica
"permanente sobrelotação" das urgências
no Hospital Distrital de Portalegre

A deputada do PS Sandra Cardoso criticou hoje o modelo de funcionamento das urgências do hospital de Portalegre, referindo que a unidade está “permanentemente sobrelotada”, com doentes "internados em camas nos corredores e em cadeirões”. 
Em declarações à agência Lusa, a deputada, eleita pelo círculo eleitoral de Portalegre, disse que o “problema” do serviço de urgências em Portalegre é “estrutural e permanente”, o que conduz à “exaustação” dos profissionais e a um atendimento “menos adequado”.
No diagnóstico apresentado, após um conjunto de reuniões com representantes da Ordem dos Médicos e com a Secção Regional do Sul da Ordem dos Enfermeiros, a deputada socialista refere ainda que se verifica uma “redução drástica” no número de camas no serviço de urgências. 
Houve uma redução drástica de camas de internamento, o que leva a que os doentes estejam nas urgências em cadeirões e camas pelos corredores”, disse.
Segundo Sandra Cardoso, o serviço de urgências do hospital de Portalegre vive também com “uma grande falta” de recursos humanos, nomeadamente de médicos, situação que “coloca em causa o funcionamento de algumas valências".
A deputada criticou ainda a alegada “redução drástica de enfermeiros” e alertou que se "começa também a sentir a falta de auxiliares e de outro tipo de profissionais” ligados à saúde.
A situação deve-se ao desinvestimento e enfraquecimento nos últimos três anos na área da saúde. Não houve políticas estruturais nesta área e a tão prevista reforma hospitalar não foi colocada em prática”, lamentou.
Considerando que o governo PSD/CDS-PP “apenas desenvolveu medidas avulsas e desenquadradas”, Sandra Cardoso disse que, perante as políticas desenvolvidas, “está neste momento em causa” o Serviço Nacional de Saúde.
A Lusa tentou obter uma reação da administração às críticas da deputada socialista, mas o porta-voz da Unidade Local de Saúde do Norte Alentejano (ULSNA), Ilídio Pinto Cardoso, informou que os responsáveis não iriam fazer quaisquer comentários. © Lusa/NCV

30 de março de 2012

Comunicado do Bloco de Esquerda
sobre o “acesso a consultas de especialidade”


Chegou ao conhecimento do Bloco de Esquerda a crescente dificuldade de acesso a cuidados médicos especializados prestados em hospitais do SNS por parte das/os doentes que vivem no Alentejo. Esta situação encontra-se agravada devido ao facto de vários serviços hospitalares da região de Lisboa e Vale do Tejo (LVT) recusarem receber estes doentes.
De facto, muitas/os utentes do Alentejo deparam-se com a ausência de consultas de especialidade nas proximidade das zonas onde residem, vendo-se forçadas/os a recorrer a serviços em zonas mais distantes. Ora, consoante a zona de residência, há utentes para os quais é conveniente ir a Évora mas, para muitos outros, é mais perto deslocarem-se para a zona de LVT. No entanto, os serviços médicos de LVT não se têm demonstrado disponíveis para atender as/os utentes do Alentejo em consultas de especialidade. Parece-nos essencial que os serviços médicos do Alentejo sejam dotados de meios para poderem desempenhar as suas funções. A escassez de recursos no Alentejo é notória, registando-se falta de médicas/os especialistas, falta de pessoal administrativo, falta de enfermeiras/os e falta de médicas/os de família (cerca de 18 mil utentes não têm médica/o de família). A estes fatores acresce o encerramento de cinco extensões de saúde, em Santiago do Cacém e Odemira, o que obriga muitas/os utentes a deslocarem-se ainda mais para poderem ter uma consulta, isto numa zona do país onde os transportes públicos são deficitários e, em algumas localidades, são mesmo inexistentes.
Face ao exposto, o Bloco de Esquerda considera fundamental que sejam providenciadas condições para que as/os utentes do Alentejo possam aceder às consultas de especialidade de que necessitam em tempo útil, o mais próximo possível da sua residência, nos hospitais do SNS do Alentejo. Consideramos que esta situação carece de intervenção urgente e receamos o seu agravamento se for avante o plano de reestruturação do Hospital Garcia da Orta.
O Bloco de Esquerda está preocupado com esta situação e exige respostas por parte do Ministério da Saúde.
A Comissão Coordenadora Distrital
Portalegre, 29 de Março de 2012

25 de janeiro de 2008

Rastreio gratuito da hipertensão em Portalegre

A Associação dos Hipertensos de Portugal vai realizar no próximo Sábado, dia 26, no Mercado Municipal de Portalegre, um rastreio gratuito da hipertensão, segundo informação divulgada pela Câmara Municipal da cidade capital de distrito.
A sessão decorrerá das 10 às 19h, no Mercado Municipal de Portalegre e está aberta à população em geral. Os profissionais presentes irão medir a tensão arterial e fazer uma avaliação dos factores de risco de todos os interessados. © NCV

21 de janeiro de 2008

Sessão Interactiva em Portalegre
para Doentes Hipertensos

A Câmara Municipal de Portalegre informa que a Associação dos Hipertensos de Portugal vai realizar, no dia 25 de Janeiro, das 17 às 19h, no Pequeno auditório do Centro de Artes do Espectáculo de Portalegre (CAEP), uma sessão interactiva para doentes hipertensos.
Um médico e um enfermeiro (como formadores) estarão à disposição dos participantes/doentes, “com o objectivo de os esclarecer e informar mais aprofundadamente sobre a sua doença”, segundo uma nota da Autarquia portalegrense.

“Dessa forma, será utilizada uma linguagem acessível, garantindo a correcta compreensão da mensagem por todos, independentemente do grau de escolaridade, idade, nível social e económico” – acrescenta-se. © NCV

23 de setembro de 2007

Unidade de Cuidados Continuados da Associação ANTA homologado na 2ª feira em Évora

Um dos 7 acordos que serão homologados na 2ª feira dia 24 de Setembro no Governo Civil de Évora corresponde à Associação Anta, da Beirã. Trata-se de uma Unidade de Cuidados Continuados Integrados Média Duração com 19 camas, que constitui a primeira a nascer no Norte Alentejano, já em funcionamento, conforme o NCV referiu no início de Julho passado (ver AQUI).
As parcerias envolvem um total de 180 camas que vão ficar disponíveis no Alentejo, no âmbito da Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados e se5rão formalmente homologadas pelos secretária de Estado Adjunta e da Saúde, Carmen Pignatelli, e pelo secretário de Estado da Segurança Social, Pedro Marques, na presença do presidente da União das Misericórdias, Manuel Lemos.
No que respeita às restantes unidades, vão ser criadas duas de Longa Duração, com 24 e 27 camas, respectivamente, em Ferreira do Alentejo e em Mértola, distrito de Beja, e uma de Média Duração em Estremoz (distrito de Évora), com 25 camas. Em Ponte de Sor, o acordo cria uma Unidade de Longa Duração, com 28 camas, o mesmo acontecendo em Arronches, que vai ter uma Unidade de Média Duração e Reabilitação com 23 camas. O Alentejo já dispõe de uma Unidade de Convalescença, integrada no Serviço Nacional de Saúde, a funcionar no Hospital de Serpa (Beja) com 20 camas.

A Anta, Associação e IPSS

A nova unidade de cuidados continuados da Beirã está instalada no edifício da antiga alfândega que foi beneficiado para o efeito. Dispõe de 20 camas, com serviços de enfermagem e de fisioterapia e os internamentos serão de 90 dias no máximo, segundo apurou o NCV.
O investimento na criação desta Unidade de Apoio Integrado foi de 672.424,45 Euros, sem contar com os 80 000 Euros iniciais que a Anta investiu na compra do edifício ao Património do Estado a preços especiais.
A Anta transformou-se
em Instituição Particular de Solidariedade Social (IPSS) com utilidade pública e tem actualmente 50 utentes, a pagar apenas o que é exigido por lei, encontram resposta na ANTA e nas diversas valências por ela oferecidas. Dispõe de 3 carrinhas para o transporte das pessoas para o Centro de Dia e para concretizar as acções de Apoio Domiciliário. © NCV

2 de julho de 2007

Associação ANTA abriu na Beirã
uma “unidade de cuidados continuados”

Acaba de abrir na freguesia da Beirã uma unidade de cuidados continuados, no âmbito da actuação da Associação ANTA - Associação Cultural e de Desenvolvimento da Beirã, que constitui uma associação de desenvolvimento local e simultaneamente uma IPSS, Instituição Particular de Solidariedade Social de utilidade pública.
A nova unidade de cuidados continuados da Beirã está instalada no edificio da antiga alfândega que foi beneficiado para o efeito. Dispõe de 20 camas, com serviços de enfermagem e de fisioterapia e os internamentos são de 90 dias no máximo, segundo apurou o NCV.
Concretiza-se assim mais um sonho da Associação. O investimento na criação desta Unidade de Apoio Integrado foi de 672.424,45 Euros, sem contar com os 80 000 Euros iniciais que a Anta investiu na compra do edifício ao Património do Estado a preços especiais. Unidade de Apoio Integrado significa apoio em todas as áreas e articulação com a saúde para os utentes do concelho de Marvão.
A Anta transformou-se em Instituição Particular de Solidariedade Social (IPSS) com utilidade pública e tem actualmente 50 utentes, a pagar apenas o que é exigido por lei, encontram resposta na ANTA e nas diversas valências por ela oferecidas. Dispõe de 3 carrinhas para o transporte das pessoas para o Centro de Dia e para concretizar as acções de Apoio Domiciliário. © NCV

11 de junho de 2007

Nisa já tem Unidade Móvel de Saúde

Nisa passou a dispor desde o dia 8 de Junho de uma Unidade Móvel de Saúde, com vista a assegurar uma maior acessibilidade e melhor qualidade na prestação de cuidados de saúde em Medicina Geral e Familiar às populações da área de influência do Cento de Saúde de Nisa. Nesse dia foi assinado o respectivo acordo no Centro de Saúde do vizinho concelho.
De acordo com informação avançada pelo Jornal de Nisa, esta Unidade Móvel de Saúde de Nisa resulta de um acordo de cooperação inter-institucional entre a Administração Regional de Saúde do Alentejo e a Câmara Municipal de Nisa; a ARS Alentejo colocou no Centro de Saúde de Nisa, a Unidade Móvel apetrechada com meios técnicos diferenciados e meios humanos adequados para a prestação de cuidados de saúde nomeadamente na área clínica e de enfermagem, apoio domiciliário, vigilância de Programas de Saúde como diabetes, hipertensão, anti-coagulação oral entre outras e ainda vigilância do estado de saúde dos idosos, cuidados a acamados, rastreios, plano de vacinação e saúde escolar.
Relatório trimestral
A autarquia assegura a manutenção e o combustível necessário à viatura. A articulação entre a autarquia de Nisa e a ARS Alentejo será feita pela Directora do Centro de Saúde daquela localidade, que enviará à Câmara de Nisa trimestralmente um relatório com informação detalhada da actividade da Unidade Móvel de Saúde.
Carrinha com equipamento médico
Esta Unidade Móvel consiste numa carrinha com mobiliário e equipamento médico com tecnologia de ponta a nível de diagnóstico vocacionada para a prestação de cuidados de saúde em Medicina Geral e Familiar (médicos e de enfermagem) e para acções de promoção da saúde e de prevenção da doença.

“De facto, numa região onde o isolamento e as longas distâncias a percorrer são alguns dos obstáculos com que os seus habitantes se debatem, com a actividade desempenhada por esta Unidade Móvel, está a contribuir-se decisivamente para melhorar a acessibilidade da população aos cuidados de saúde na região Alentejo” – sublinha a notícia do Jornal de Nisa. © NCV

23 de maio de 2007

Viatura Médica de Emergência e Reanimação destruída em acidente de viação

A muito recente VMER ou Viatura Médica de Emergência e Reanimação em serviço no distrito de Portalegre ficou totalmente destruída na sequência de um despiste na noite do domingo dia 20 de Maio.

Uma nova unidade VMER foi já deslocada de Lisboa para assegurar o serviço no distrito de Portalegre.

O acidente deu-se cerca das 21 horas, perto da passagem de nível da Cunheira. A viatura terá derrapado numa zona de terra e saído da estrada, de acordo com informação hospitalar ao Correio da Manhã. Os dois tripulantes e o médico e o enfermeiro que seguiam a bordo não sofreram ferimentos.

Suporte Avançado de Vida

Uma VMER é um veículo de intervenção pré-hospitalar de emergência, concebido para o transporte rápido de uma equipa médica (um médico e um enfermeiro ou tripulante de ambulância de socorro) directamente ao local onde se encontra a vítima, tendo como objectivo a sua estabilização precoce e o acompanhamento médico durante o transporte (quer de vítimas de acidente como de doença súbita). Para que tal seja possível as Viaturas Médicas estão equipadas com material de Suporte Avançado de Vida. © NCV


9 de maio de 2007

II Simpósio Internacional de Pós Stresse Traumático

Na sexta-feira dia 4 de Maio, a cidade de Portalegre recebeu a realização do II Simpósio Internacional de Pós Stresse Traumático, cuja organização foi da responsabilidade do Centro de Estudos de Saúde Mental da Escola Superior de Saúde de Portalegre, tendo o Governador Civil, Jaime Estorninho, presidido à respectiva Sessão Solene de Abertura.
O Simpósio – em que participou o comandante da os Bombeiros Voluntários de Castelo de Vide, Pedro Rabaça, como o NCV anunciou - decorreu no Auditório do Centro de Congressos da Câmara Municipal de Portalegre e contou com a participação dos melhores especialistas nacionais e internacionais da área, abordando temas pertinentes relacionados com esta temática, nomeadamente a "A Gestão do Stresse em Situações de Crise", "Intervenções em Catástrofes: Experiências, Relatos e Histórias" e "A Diversidade dos Contextos de Intervenção". © NCV

27 de abril de 2007

Unidade de Convalescença do Hospital de Portalegre na Quinta do Bonfim

Todos conhecem bem o problema da falta de cuidados de saúde continuados nesta região. Pois enquanto em Castelo de Vide não existir um hospital de retaguarda, eis que os castelovidenses vão passar a dispor da Unidade de Convalescença que o Hospital de Portalegre pretende abrir em breve.
Assim, na Quinta do Bonfim, em Portalegre, iniciar-se-ão em breve as obras da Unidade de Convalescença, com 20 camas, e que segundo adianta o jornal “Alto Alentejo” se integra na rede de Cuidados Continuados e Paliativos. © NCV

23 de abril de 2007

Projecto “Terapia Anticoagulante Oral”
deu Prémio de Serviço Público à ARS Alentejo

A Administração Regional de Saúde do Alentejo venceu recentemente o Prémio Serviço Público – Acessibilidade e Atendimento, atribuído no âmbito do Fórum Hospital do Futuro, com o projecto “A Terapia Anticoagulante Oral no Alentejo”.
Estes Prémios foram entregues em Lisboa, em cerimonia presidida pelo Ministro da Saúde, Correia de Campos, e tiveram como objectivo distinguir o trabalho realizado por pessoas ou entidades que tenham contribuído para o desenvolvimento da Saúde em Portugal e estimular a partilha de experiências inovadoras. Esta terceira edição dos Prémios Hospital do Futuro recebeu um total de 155 trabalhos a concurso, produzidos por de mais de 70 organizações de Saúde em Portugal, nas 15 categorias a concurso.

Projecto abrange toda a região

"
A Terapia Anticoagulante Oral no Alentejo”é um projecto que abrange toda a região e através deste passou a ser possível melhorar a prestação de cuidados de saúde aos doentes sujeitos à Terapia Anticoagulante Oral.
Na realidade, o sistema que a ARS Alentejo tem implementado em todos os Centros de Saúde do Alentejo, permite que os doentes façam a sua análise específica ao sangue para determinar o nível de anticoagulação, no Centro de Saúde da sua área sem ter de se deslocar ao Hospital de referência.
© NCV

17 de março de 2007

Pedro Rabaça participa no Simpósio
Perturbação Pós Stresse Traumático

O Comandante dos Bombeiros Voluntários de Castelo de Vide, enfermeiro Pedro Rabaça, que exerce funções profissionais no Hospital Distrital de Portalegre, é um dos participantes nos trabalhos do próximo Simpósio Perturbação Pós Stresse Traumático, que tem lugar em Portalegre nos próximos dias 4 e 5 de Maio.
Pedro Rabaça – que já desempenhou uma missão em Timor - participa num painel de discussão e análise sobre “Intervenções em catástrofes: experiências, relatos e histórias”, ao lado de Cátia Palma, dos “Médicos do Mundo” e de Ivo Saruga da Assistência Médica Internacional (AMI); o painel é coordenado por António Fonseca – Comandante Distrital da Guarda – CDOS/SNBPC e Representante da Brigada Cinotécnica da GNR.
A anteceder imediatamente este Simpósio decorrerá, nos dias 2 e 3 de Maio, o chamado Encontro Técnico de Portalegre com participação da Associação Portuguesa de Bombeiros e Técnicos Especialistas e da FEU – Federation of the EU Fire Officer Associations.
Segue-se no dia 5 de Maio uma “intervenção em contexto real” com “simulacro inter-distrital de incêndio florestal”, em local ainda a designar. © NCV

7 de março de 2007

Consultas anti-tabágicas no Centro de Saúde

A Sub-Região de Saúde de Portalegre acaba de lançar um novo projecto relacionado com consultas anti-tabágicas, que se integra numa iniciativa, mais vasta, de luta contra o cancro.
O objectivo de ajudar as pessoas a deixar o fumo dando apoio a nível físico, psicológico e dietético norteia estas consultas que, a pouco e pouco, se irão estender aos 15 concelhos do Distrito, incluindo Castelo de Vide. © JRR/NCV

Tecnifar traz Solidariedade Médica e Social
a Castelo de Vide de 22 a 25 de Maio

Decorrerá em Castelo de Vide entre 22 e 25 de Maio próximo uma acção de Solidariedade Médica e Social, um projecto de voluntariado promovido pelo laboratório farmacêutico Tecnifar, cuja primeira acção deste ano se iniciou em Setúbal e continuará, em Abril, em Figueira de Castelo Rodrigo. Recorda-se que accionistas da Tecnifar (a família Chaves Costa) estão ligados familiarmente a Castelo de Vide.
A acção de voluntariado a desenvolver inclui consultas médicas, estudo da função respiratória, rastreio da visão, acções de planeamento familiar, avaliações nutricionais, medições de tensão arterial, glicemia, colesterol e triglicéridos, e é habitualmente aberta à população no último dia.

«Pelo Melhor de Cada Um»

«Pelo Melhor de Cada Um» é o lema da acção de voluntariado médico promovida pelo laboratório farmacêutico Tecninfar, com a colaboração de algumas dezenas de voluntários, entre médicos, enfermeiros e técnicos de saúde, na sequência dos contactos previamente estabelecidos com as escolas, o Centro de Saúde e a Câmara Municipal, com o objectivo de colmatar necessidades específicas de algumas populações com necessidades específicas na área da saúde, por razões económicas ou geográficas.

Prevenção, rastreio e diagnóstico

Segundo Amélia Pereira Coutinho, directora do projecto, o objectivo desta iniciativa é promover acções de prevenção, rastreio e diagnóstico, para dar respostas a necessidades específicas de algumas populações, mas sempre numa perspectiva de «complementaridade» do trabalho desenvolvido pelas instituições locais.

O Projecto Solidariedade Médica e social conta com a colaboração da Escola Superior de Tecnologia da saúde de Lisboa, Escola Superior de Saúde de Leiria, Faculdade de Medicina Dentária da Universidade de Lisboa, Associação Portuguesa de Apoio à Mulher com cancro da Mama, Associação para o Planeamento da Família, Câmaras Municipais, Juntas de Freguesias e diversas empresas.

O ano passado, o SMS levou cuidados básicos de saúde a cerca de 3.600 pessoas e efectuou mais de 6.900 rastreios nas regiões dos Açores (Ponta Delgada), Alentejo (Mértola) e Beira Alta (Sabugal). © NCV


Ver mais informações sobre o projecto AQUI.

24 de fevereiro de 2007

Gabinete de Fisioterapia do Centro de Saúde
já tem lista de espera de 60 doentes

Já se encontra a funcionar no Centro de Saúde de Castelo de Vide um Gabinete de Fisioterapia que presta apoio á população local. À sua frente está a terapeuta Susana Bicho, de 25 anos, que agora atende cerca de 3 doentes por hora de entre os que anteriormente tinham que se deslocar a Portalegre para receber estes cuidados. Mas a lista de espera para estes serviços é já, no entanto, de 60 doentes, segundo averiguou uma reportagem do jornal Fonte Nova.
A iniciativa partiu da Sub-Região de Portalegre, da Administração Regional de Saúde (ARS) do Alentejo, contou com o apoio das Autarquias e visa proporcionar “cuidados de proximidade" às populações, e estes Gabinetes "prestam cuidados de prevenção e tratamentos".
Estes novos Gabinetes de Fisioterapia estão já a funcionar em dez centros de saúde do distrito, a saber Alter do Chão, Arronches, Avis, Campo Maior, Castelo de Vide, Fronteira, Gavião, Nisa, Ponte de Sor e Sousel. © NCV

Foto do jornal Fonte Nova