4 de fevereiro de 2013

Victor Frutuoso, presidente da Câmara de Marvão
eleito Secretário do Conselho Regional do Alentejo

Vítor Frutuoso, Presidente da Câmara Municipal de Marvão, foi eleito como secretário do Conselho Regional, o órgão consultivo da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Alentejo. 
José Calixto, Presidente da Câmara Municipal de Reguengos de Monsaraz, foi ontem eleito Presidente do mesmo Conselho Regional, sucedendo a Carlos Beato, que renunciou recentemente ao cargo de Presidente da Câmara Municipal de Grândola. Os conselheiros elegeram com 45 votos a favor e quatro abstenções a lista única liderada por José Calixto, que tem como vice-presidente José Figueira, Presidente da Câmara Municipal de Vendas Novas, e como secretário Vítor Frutuoso, Presidente da Câmara Municipal de Marvão 
Integram o Conselho Regional todos os presidentes das câmaras municipais da área geográfica da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Alentejo e representantes das freguesias, de cada entidade com assento na comissão permanente de concertação social do Conselho Económico e Social, das universidades da região, dos politécnicos, das entidades regionais de turismo, das organizações não-governamentais, das associações de desenvolvimento regional, das associações de desenvolvimento local, das associações cívicas e duas individualidades de reconhecido mérito na região. 
O Conselho Regional tem, entre outras competências, acompanhar e pronunciar-se sobre as atividades da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Alentejo, acompanhar a execução dos programas operacionais e avaliar os resultados em função do interesse para a região, pronunciar-se sobre os projetos de relevância nacional a instalar no Alentejo e sobre as prioridades dos investimentos de carácter regional. 
Este órgão deve dar igualmente parecer sobre os planos e programas de investimentos da administração central no Alentejo e sobre os relatórios de execução de programas e projetos de interesse para a região, mas também pronunciar-se sobre os planos sectoriais, sobre os planos regionais do ordenamento do território e sobre as medidas de descentralização e desconcentração administrativa que sejam suscetíveis de possuir impacte no modelo e na organização territorial das políticas públicas de níveis regional e local. © NCV

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