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A Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Alentejo, I. P. (CCDR Alentejo), em articulação com as Comunidades Intermunicipais (CIM) da região, promove nos dias 3 e 4 de Novembro um ciclo de quatro sessões regionais de sensibilização e esclarecimento no âmbito do Plano Regional de Salvaguarda do Património Arqueológico do Alentejo (PRSPAA), com o objetivo de reforçar a prevenção da afetação e da destruição do património arqueológico alentejano.
Grândola, Beja, Portalegre e Évora
As sessões terão lugar em Grândola e Beja, no dia 3 de Novembro, e em Portalegre (na CIMAA pelas 10:30 horas) e em Évora, no dia 4 de Novembro, sendo dirigidas aos diversos agentes do território, nomeadamente técnicos municipais, associações de agricultores e de regantes, empresários do setor agrícola e escolas profissionais ligadas ao desenvolvimento rural, entre outras entidades.
Integrada nas competências da CCDR Alentejo, esta iniciativa pretende sensibilizar os diferentes intervenientes para a importância da preservação dos vestígios arqueológicos e para a adoção de práticas que contribuam para a sua proteção, evitando impactos que possam comprometer a sua integridade e conduzir à perda irreversível de testemunhos fundamentais da história, da identidade e da memória coletiva da região.
Plano Regional de Salvaguarda do Património Arqueológico do Alentejo
Para Henrique Sim-Sim, vice-presidente da CCDR Alentejo, “estas sessões, promovidas nas diferentes sub-regiões do Alentejo, refletem o compromisso da CCDR Alentejo em fomentar uma atuação articulada entre municípios, entidades públicas e demais agentes do território, contribuindo para a prevenção de situações de afetação e destruição do património arqueológico, particularmente em contextos associados a intervenções de grande escala, como operações agrícolas ou hidráulicas”.
O Plano Regional de Salvaguarda do Património Arqueológico do Alentejo afirma-se como um instrumento estratégico de sensibilização, informação e mobilização, promovendo a adoção de medidas preventivas e de boas práticas que favoreçam uma gestão sustentável e responsável do território, assegurando a valorização e proteção de um património que constitui um importante legado cultural para as gerações futuras. © NCV