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"Oratórios, Nichos e Capelas“
Na tarde deste sábado, dia 7 de Novembro (pelas 15 horas), o Jardim Grande ou Parque João José da Luz constitui o ponto de partida para a atividade “Património que Protege: Oratórios, Nichos e Capelas“. A atividade é orientada por Rosário Salema de Carvalho, historiadora de arte e diretora do Museu Nacional do Azulejo, e por Carolino Tapadejo, apresentado pela organização como “profundo conhecedor e divulgador da história local”.
O percurso propõe uma alteração deliberada da escala com que habitualmente se observa o património, ao privilegiar um olhar de minúcia sobre as formas através das quais a devoção se inscreveu no quotidiano: um nicho aconchegado numa fachada, uma imagem destinada a proteger uma rua ou uma casa, um pequeno oratório, uma capela. De acordo com José António Falcão, diretor-geral do Terras sem Sombra, “a sua leitura permite recuperar não apenas uma história artística, mas também gestos, crenças e práticas sociais que moldaram a experiência da vila“.
“Música para Quatro Trompas” na igreja do Convento de S. Francisco
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O momento crucial da passagem do Festival Terras sem Sombra este fim-de-semana por Castelo de Vide materializa-se no concerto “Sentir o Pulsar do Universo: Música para Quatro Trompas na igreja do Convento de S. Francisco, onde o polaco Hornet Quartet tem a oportunidade de explorar a amplitude expressiva de uma formação pouco habitual, com incidência na música dos séculos XX e XXI.
Um concerto assente numa notável tradição europeia. A trompa nasceu como instrumento de sinal e de chamamento, concebido para projetar o som a grande distância, muito antes de conquistar lugar próprio na orquestra e na música de câmara.
Dessa origem conserva ainda uma vocação expansiva, que a tradição europeia transformou numa linguagem de notável riqueza tímbrica e expressiva, capaz de oscilar entre a solenidade e a delicadeza, entre a projeção sonora e uma quase intimidade vocal. É nessa plasticidade sonora que se estrutura o concerto «Sentir o Pulsar do Universo: Música para Quatro Trompas» desta noite em Castelo de Vide.
Fundado em 2012, o Hornet Quartet reúne Gabriel Czopka, Michał Szczerba, Łukasz Łacny e Piotr Kowalski, solistas de algumas das mais importantes orquestras sinfónicas polacas da atualidade. A formação tem desenvolvido um trabalho continuado em torno das possibilidades expressivas da trompa, com particular atenção à música contemporânea e à criação de novo repertório para o instrumento.
Em Castelo de Vide, o programa concede lugar de destaque à música polaca, com obras de Włodzimierz Kotoński, Jan Stokłosa, Feliks Rybicki e Witold Lutosławski. A este núcleo juntam-se as Fripperies, de Lowell E. Shaw, e as Trois Chansons, de Claude Debussy, aqui transpostas para quatro trompas.
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“Os Carvalhos da Serra de São Mamede”
Amanhã, Domingo dia 8 de Novembro, pelas horas, tem início a derradeira atividade de Salvaguarda da Biodiversidade, intitulada “Do Bosque ao Montado: Os Carvalhos da Serra de São Mamede”, que convida a uma leitura das relações entre ecologia, paisagem e intervenção humana numa das áreas de maior singularidade biogeográfica do Sul de Portugal. © NCV




















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