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| Fotos © FNSE/NCV |
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| Fotos © FNSE/NCV |
Além da conferencista estiveram presentes o Presidente da Câmara Municipal de Castelo de Vide, Nuno Calixto, e o Presidente do Conselho de Administração da FNSE, João Palmeiro.
O projeto está a ser preparado e desenvolvido desde Janeiro por uma equipa de 20 pessoas até final de 2028 e conta com um orçamento de 870 mil euros, dos quais 336 mil financiados pelo programa Alentejo 2030.
O objetivo é o de melhorar o acesso, a participação e a fruição cultural, especialmente de pessoas cegas e com baixa visão e vai desenvolver e dispobilizar metodologias, práticas e recursos que tornem museus e espaços culturais mais acessíveis, inclusivos e participativos, com base na experiência do Museu de Tiflologia de Castelo de Vide.
O desenvolvimento do projeto envolve uma equipa de cerca de 20 pessoas, entre colaboradores dos quadros da Fundação, profissionais externos e outros artistas, produtores, técnicos e outros elementos da comunidade local, envolvidos em ações específicas e pontuais ao longo do desenvolvimento do projeto, alguns em colaboração pro bono.
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| Fotos © FNSE/NCV |
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| Fotos © FNSE/NCV |
O momento da apresentação ficou ainda marcado pela inauguração da exposição “O Toque como Experiência Estética” do artista Luís Félix que ficará patente no Centro de Arte e Cultura da Fundação Nossa Senhora da Esperança até ao próximo dia 18 de Julho.
A prática artística de Luís Félix articula escultura, pintura e desenho, explorando a relação entre materiais tradicionais e processos técnicos associados ao trabalho do metal, sempre como componentes ativos da experiência sensorial e perceptiva da obra.
A exposição enquadra-se assim perfeitamente no âmbito e no espírito deste projeto da FNSE no qual se integra. © NCV














































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