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A Câmara Municipal de Castelo de Vide vai retirar proximamente a rampa de acesso à Igreja Matriz de Póvoa e Meadas que ali montou em 2007, financiada por um mecenas local, e que muita discussão provocou desde então (ver mais notícias AQUI).
A decisão foi conhecida aquando da recente decisão municipal de isenção de taxas municipais para a obra exterior de colocação de uma rampa simples de acesso a um percurso de circulação lateral pelo interior das instalações que a Paróquia terminou muito recentemente (vd imagens que hoje publicamos).
A demolição vai ser consumada de comum acordo entre a Paróquia local (dona do terreno do átrio da Igreja) e a Autarquia e após consulta de António Pita com o mecenas que na altura co-financiou a obra.
Após alguns anos de aparente silêncio, a situação chega agora a uma solução final. No entretanto, a Paróquia de Póvoa e Meadas implementou um projecto alternativo de facilitação do acesso através de um percurso interior por uma zona lateral de circulação, da autoria dos próprios arquitectos autores do edifício: Manuel Bagulho, entretanto falecido, e João Reis Álvaro.
Recorda-se que no calor da polémica o ex-presidente da Câmara Municipal sempre se recusou a retirar a rampa alegando que a mesma tinha ali sido colocada por solicitação de terceiros e que o terreno era privado e competiria ao proprietário solicitar depois a respectiva demolição.
Mais flexível foi sempre a posição do actual presidente da Câmara, António Pita, na altura vice-presidente. Já em Novembro de 2077 o autarca sublinhava que “se for uma exigência da Paróquia, nós retiramos a rampa", porque naquele contexto "a Câmara quer ser parte da solução e não do problema", e reafirmava que a autarquia "nunca quis impor a rampa às pessoas", mas “apenas respondeu a uma solicitação que lhe foi feita”.
Sete anos volvidos a discórdia termina com a demolição e retirada que se vão concretizar. © NCV
A decisão foi conhecida aquando da recente decisão municipal de isenção de taxas municipais para a obra exterior de colocação de uma rampa simples de acesso a um percurso de circulação lateral pelo interior das instalações que a Paróquia terminou muito recentemente (vd imagens que hoje publicamos).
A demolição vai ser consumada de comum acordo entre a Paróquia local (dona do terreno do átrio da Igreja) e a Autarquia e após consulta de António Pita com o mecenas que na altura co-financiou a obra.
Após alguns anos de aparente silêncio, a situação chega agora a uma solução final. No entretanto, a Paróquia de Póvoa e Meadas implementou um projecto alternativo de facilitação do acesso através de um percurso interior por uma zona lateral de circulação, da autoria dos próprios arquitectos autores do edifício: Manuel Bagulho, entretanto falecido, e João Reis Álvaro.
Recorda-se que no calor da polémica o ex-presidente da Câmara Municipal sempre se recusou a retirar a rampa alegando que a mesma tinha ali sido colocada por solicitação de terceiros e que o terreno era privado e competiria ao proprietário solicitar depois a respectiva demolição.
Mais flexível foi sempre a posição do actual presidente da Câmara, António Pita, na altura vice-presidente. Já em Novembro de 2077 o autarca sublinhava que “se for uma exigência da Paróquia, nós retiramos a rampa", porque naquele contexto "a Câmara quer ser parte da solução e não do problema", e reafirmava que a autarquia "nunca quis impor a rampa às pessoas", mas “apenas respondeu a uma solicitação que lhe foi feita”.
Sete anos volvidos a discórdia termina com a demolição e retirada que se vão concretizar. © NCV
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