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17 de maio de 2017

Albufeira de Póvoa e Meadas continua a ser alvo de estudo no âmbito do Projeto Gamefish

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“Como já foi divulgado, a Albufeira de Póvoa e Meadas foi seleccionada para integrar o projeto GAMEFISH- Gestão e Promoção da Pesca Recreativa em Albufeiras da Região Mediterrânica, que tem como entidade promotora a Universidade de Évora, em parceria com o MARE – Centro de Ciências do Mar e do Ambiente e com o ICAAM – Instituto de Ciências Agrárias e Ambientais Mediterrânicas, é cofinanciado pela União Europeia através do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional, e enquadrado no ALENTEJO 2020 (Programa Operacional Regional do Alentejo), e afirma como principal objetivo o desenvolvimento de um plano de gestão direcionado para as albufeiras alentejanas de pequena-média dimensão, que as promova e valorize para a prática da pesca recreativa”.
“Após as amostragens realizadas em Janeiro na Albufeira de Póvoa e Meadas, no âmbito do referido projeto, foi a Albufeira de Póvoa e Meadas considerada, quer em termos de comunidade ictiofaunística, quer em termos de importância e adequabilidade da albufeira para a prática da pesca desportiva, uma das mais adequadas para prosseguir com as restantes ações do referido projeto”.
“Nesta nova fase, a qual se iniciou na passada sexta-feira, dia 05 de maio, com a colocação de sondas de temperatura e oxigénio que irão registar estes parâmetros em contínuo, durante todo o período de estudo (2017-2018), o principal objectivo passa pela identificação dos principais indicadores ambientais associados aos fenómenos de mortalidade piscícola massiva que frequentemente se observam em algumas das albufeiras da região alentejana”.
“Esta ação do projeto contará com a realização de várias atividades, além daquela já referida, nomeadamente a realização de amostragens mensais da ictiofauna e a recolha de amostras de água para caracterização de vários parâmetros de qualidade. A ação tem como objetivo final avaliar as alterações intra-anuais em termos de abundância, densidade e biomassa piscícola e relacionar esta variação com vários indicadores ambientais”. © CMCV/NCV
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