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| Fermelinda de Jesus Pombo Carvalho. |
A fundamentação desta decisão refere não apenas os efeitos das depressões Kristin, Leonardo e Marta que “afetaram significativamente o território nacional, e em particular, o concelho de Portalegre” como também “as condições de meteorologia adversa irão manter-se nos próximos dias, designadamente a ocorrência de precipitação persistente, que configura um agravamento excecional do risco coletivo“.
O seu despacho (ver AQUI o documento completo) produziu efeitos imediatos e determinou que a estrutura de coordenação e controlo funciona nos Paços de concelho do Município de Portalegre, sendo a coordenação técnica e operacional dos serviços e agentes de proteção civil, bem como os recursos a utilizar, efetuada de acordo com o previsto no Plano Municipal de Emergência de Protecção Civil do concelho de Portalegre.
Desta decisão foi dado conhecimento à Câmara Municipal de Portalegre, à Assembleia Municipal de Portalegre, aos vários Serviços do Município de Portalegre, aos representantes das entidades que constituem a Comissão Municipal de Emergência e Protecção Civil de Portalegre, aos Municípios vizinhos de Arronches, Castelo de Vide, Marvão, Monforte, e Crato, e ao Comando Sub-Regional de Emergência e Protecção Civil do Alto Alentejo. © NCV



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