A Agência Ecclesia, pertença do Secretariado Nacional das Comunicações Sociais da Igreja Católica publicou um longo despacho da jornalista Lígia Silveira intitulado “Castelo de Vide mantém tradições com 400 anos”. O trabalho resulta de uma entrevista com o Cónego Tarcísio Alves e inclui uma descrição detalhada das festividades e cerimónias da Páscoa.“Um sinal de tolerância"
Entre outras coisas, ficámos a saber que Tarcísio Alves descreve a bênção dos cordeiros como “um rito judaico, uma “tradição antiga” que ainda hoje se celebra por ser “um sinal de tolerância entre os cristãos, que importa conservar”. Quanto ao rito da chocalhada com que “muitos tentaram acabar”, é um sinal de outros tempos, a forma como os nossos antepassados celebravam a Ressurreição”. “Nós queremos até promovê-lo”, adianta o Cónego Tarcísio Alves.
“Protocolo com mais de 400 anos”
O texto de Lígia Silveira distribuído pela Agência Ecclesia menciona ainda as cerimónias da Ressurreição e o “protocolo com mais de 400 anos” que ainda hoje as rege e as peculiaridades da Segunda-Feira de Páscoa, e da Senhora da Luz em Castelo de Vide.
Para que “as tradições naturais" não se percam
No final, o trabalho da Agência Ecclesia menciona que “o padre Tarsício Alves está na paróquia de Castelo de Vide há cerca de cinco anos e acompanha atentamente as celebrações e iniciativas pascais, com grande incentivo para que “as tradições naturais que a populações foram ganhando ao longo dos anos, como é o caso da chocalhada, não se percam”. As celebrações não perdem a sua simbologia cristã, “porque não ficam pelo folclore”.
As celebrações da Páscoa são “o ponto alto de todos os festejos”, sublinha o Pe. Tarsício Alves, “trazendo a Castelo de Vide muita gente de fora”, porque os Castelovidenses são muito “zelosos na conservação das tradições”. © NCV
Ver o texto completo desta reportagem AQUI.

Sem comentários:
Enviar um comentário