O meteorologista Costa Teso voltou a alegrar-nos com uma elogiosa referência a um grande castelovidense. Foi no noticiário da manhã de sete de Outubro passado. Pois desta vez, ao analisar o tempo que fazia no Sul português, José Manuel da Costa Teso referiu-se ao Alentejo, como terras de Francisco Morato Roma. Este nosso conterrâneo, quer faça chuva ou faça sol, não perde oportunidades para se referir a grandes figuras nacionais e, em especial, a pessoas relacionadas com Castelo de Vide. Mais uma vez ouvimos e registamos o facto. Médico da Câmara Real
Numa rápida pesquisa na net, recordamos que Francisco Morato Roma (1588 - 1668) foi um Médico português nascido Castelo de Vide, autor do Luz da Medicina prática, racional e metódica, guia de enfermeiros, Lisboa (1664).
Estudou filosofia em Évora e medicina em Coimbra e tornou-se médico do Duque de Bragança, começando por atender o Duque D. Theodosio (1619). Foi para Lisboa (1640) e tornou-se médico da Câmara Real de D. João IV e de D. Afonso VI.
Morreu em Lisboa, deixando uma obra muito útil e necessária não só para os professores da Arte de Medicina e cirurgia, mas também para uso doméstico, em emergências e na ausência de médicos. Essa obra foi muito usada no Brasil entre os profissionais da saúde, leigos e nas boticas dos jesuítas.
Em sua última edição (1753), em Coimbra, apresentava como subtítulo Diretório de principiantes, e sumário de remédios para acudir e remediar os achaques do corpo humano, começando do mais alto da cabeça e descendo até o mais baixo das plantas dos pés. © JRR/NCV
Morreu em Lisboa, deixando uma obra muito útil e necessária não só para os professores da Arte de Medicina e cirurgia, mas também para uso doméstico, em emergências e na ausência de médicos. Essa obra foi muito usada no Brasil entre os profissionais da saúde, leigos e nas boticas dos jesuítas.
Em sua última edição (1753), em Coimbra, apresentava como subtítulo Diretório de principiantes, e sumário de remédios para acudir e remediar os achaques do corpo humano, começando do mais alto da cabeça e descendo até o mais baixo das plantas dos pés. © JRR/NCV

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