5 de outubro de 2011

Joaquim Rebelo Marinho pede audiência ao MAI: “muito preocupado com ausência de coordenação” dos Governadores Civis


Joaquim Rebelo Marinho, director de formação da Escola Nacional de Bombeiros e candidato a presidente da Liga dos Bombeiros Portugueses, que ontem ao final da tarde visitou a corporação de Castelo de Vide e outras Associações de Bombeiros da região, mostra-se muito “preocupado com a actual ausência das funções de coordenação dos meios de protecção civil que cabiam aos governadores civis e apela publicamente ao ministro da Administração Interna para que com a máxima urgência redestribua tais funções”.
Rebelo Marinho, que foi, nomeadamente, presidente do Serviço Nacional de Bombeiros e é actualmente também presidente da Federação dos Bombeiros do Distrito de Viseu, onde se situa uma das maiores manchas florestais do País, lembra em comunicado a época alta de fogos em que já entrámos referindo que a sua candidatura vai pedir uma audiência breve com o novo ministro da Administração Interna, Miguel Macedo, como forma de o sensibilizar para o problema.
Recorda Rebelo Marinho que “cabiam aos governadores civis não só toda a responsabilidade política de protecção civil mas igualmente a coordenaçao e articulação dos diversos agentes assim como o desencadeamento de acções de protecção civil”. “Desta forma, na sua qualidade de presidentes das Comissões Distritais de Protecção Civl cabiam aos governadores civis o accionamento dos planos distritais de emergência, a requisição e accionamento de meios supra municipais e até a solicitação de colaboração das Forças Armadas, caso se justificasse”.
Todas estas funções carecem actualmente de titular e precisam de ser novamente e urgentemente atribuídas, antes que se note tal ausência na prática, com consequências que poderão redundar em prejuízos graves” - defende.
São áreas que cabem ao governador Civil, que estão sem titular e que convinha que fosse rapidamente definido quem as assume”. © NCV

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