
Os Açores possuem "fortes argumentos" para virem a integrar a Rede de Judiarias de Portugal, já que existe no arquipélago uma "grande marca" da presença judaica que permite potenciar este importante segmento turístico, defendeu o presidente daquela rede.
"Existe uma grande marca da presença judaica nos Açores, que pode e deve ser explorada do ponto de vista turístico e económico", afirmou António Pita, presidente da Rede de Judiarias de Portugal e vice-presidente da Câmara de Castelo de Vide, em declarações à Lusa.
António Pita falava à margem da Conferência Internacional sobre a Herança Judaica nos Açores, que decorre hoje e terça-feira em Ponta Delgada numa iniciativa da Direção Regional das Comunidades.
António Pita: valorizar as marcas judaicas
"Existe uma grande marca da presença judaica nos Açores, que pode e deve ser explorada do ponto de vista turístico e económico", afirmou António Pita, presidente da Rede de Judiarias de Portugal e vice-presidente da Câmara de Castelo de Vide, em declarações à Lusa.
António Pita falava à margem da Conferência Internacional sobre a Herança Judaica nos Açores, que decorre hoje e terça-feira em Ponta Delgada numa iniciativa da Direção Regional das Comunidades.
António Pita: valorizar as marcas judaicas
A rede de judiarias, que conta atualmente com 13 municípios, pretende, segundo António Pita, valorizar as marcas judaicas existentes em diversas localidades portuguesas e criar oportunidades para a sua exploração turística.
"Esta rede pretende fazer o resgate histórico da presença dos judeus e cristãos novos com protagonismo económico, social e cultural em Portugal", salientou António Pita, frisando que os Açores possuem "fortes argumentos para formalizar uma candidatura".
António Pita frisou, no entanto, que o segmento de turismo judaico "é muito específico" e obriga a um conjunto de "exigências" porque tem como principal motivação a procura das suas origens, daí que os locais têm que ter evidências arqueológicas, culturais e materiais.
CArolini Tapadejo: Judiaria atrai 65% do turismo local
"Esta rede pretende fazer o resgate histórico da presença dos judeus e cristãos novos com protagonismo económico, social e cultural em Portugal", salientou António Pita, frisando que os Açores possuem "fortes argumentos para formalizar uma candidatura".
António Pita frisou, no entanto, que o segmento de turismo judaico "é muito específico" e obriga a um conjunto de "exigências" porque tem como principal motivação a procura das suas origens, daí que os locais têm que ter evidências arqueológicas, culturais e materiais.
CArolini Tapadejo: Judiaria atrai 65% do turismo local
No mesmo sentido, Carolino Tapadejo, representante de várias organizações judaicas em Portugal e ex-presidente da Câmara de Castelo de Vide, também considerou "possível e desejável" uma integração dos Açores na rede de judiarias.
"A localização da ilha de S. Miguel e a diáspora açoriana são fatores extremamente importantes para potenciar este turismo", afirmou, em declarações à Lusa, defendendo, no entanto, a necessidade de "um trabalho prévio na recuperação física s histórica" dos vestígios da comunidade judaica.
Carolino Tapadejo salientou o caso de Castelo de Vide, que frisou ser "uma referência no turismo judaico que visita a Europa", revelando que "a motivação da judiaria representa cerca de 65 por cento" do turismo local.
"A localização da ilha de S. Miguel e a diáspora açoriana são fatores extremamente importantes para potenciar este turismo", afirmou, em declarações à Lusa, defendendo, no entanto, a necessidade de "um trabalho prévio na recuperação física s histórica" dos vestígios da comunidade judaica.
Carolino Tapadejo salientou o caso de Castelo de Vide, que frisou ser "uma referência no turismo judaico que visita a Europa", revelando que "a motivação da judiaria representa cerca de 65 por cento" do turismo local.
Lusa (5 Mar, 2012, 18:17)

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