"Temos uma nova política agrícola europeia, mas cabe agora ao governo português fazer as devidas opções políticas para a implementar", afirmou esta semana o deputado do Parlamento Europeu Capoulas Santos a quem foi confiada a responsabilidade sobre nova política agrícola comum, no que diz respeito aos pagamentos directos e ao desenvolvimento rural.
Capoulas Santos reuniu esta semana com representantes da Confagri - a Confederação Nacional das Cooperativas Agrícolas - e da Cna - a Confederação Nacional da Agricultura - para uma troca de impressões com membros destas organizações sobre as suas preocupações quanto aos contornos que poderá vir a assumir a política agrícola em Portugal.
"Esta reforma oferece possibilidades claras para uma política agrícola mais justa entre agricultores em Portugal", referiu o eurodeputado socialista. "Entre outros, há instrumentos que promovem a redistribuição de recursos de forma a beneficiar as pequenas explorações e a agricultura familiar e isto foi uma grande conquista ao nível europeu. Mas estes instrumentos só terão expressão concreta se o governo português assim o decidir".
O acordo político sobre o pacote da reforma da Política Agrícola Comum foi aprovado pelo Parlamento Europeu no passado dia 21 de Novembro e está pendente a aprovação formal pelo Conselho de Ministros da Agricultura.
Esta nova legislação entra em vigor já em 2014 e é acompanhada de um regulamento transitório até ao fim desse ano para as necessárias adaptações a fazer pelos Estado Membros quanto à sua implementação. © NCV


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