9 de abril de 2014

Santa Casa da Misericórdia: “2013 foi um ano de muito trabalho, mas também de grande satisfação”


“2013 foi um ano de muito trabalho, mas também de grande satisfação”, refere a Mesa Administrativa da Santa Casa da Misericórdia no relatório de actividades apresentado ontem na Assembleia Geral da Irmandade pelo Provedor Fernando Soares.
Os 27 irmãos presentes aprovaram a Conta de Gerência do Ano de 2013” e ouviram diversas informações da parte do Provedor da Santa Casa.
Cantina social: 100 refeições/dia
Na reunião ficou a saber-se que “estão ainda a ser servidas (pela Misericórdia) as refeições da Cantina Social (cerca de cem por dia) com o apoio da Segurança social”. 
Mas o exercício de 2013 ficou marcado “pela conclusão das obras no edifício do antigo Hospital (…) adaptado para nele funcionar o novo Lar de Santo Amaro”, cuja utilização de facto se iniciou a 1 de Outubro e que já conta com um novo conjunto de 27 acordos com a Segurança Social que permitiram à Misericórdia “socorrer muitas pessoas que não teriam possibilidade de pagar a totalidade do custo real deste serviço”.
Esta obra e o início do funcionamento do Lar de Santo Amaro reflectem-se aliás nas contas da instituição referentes a 2013 cujo valor de balanço praticamente duplicou, passando de 718 mil euros em 2012 para 1 402 mil euros em 31 de Dezembro de 2013. 
Activo aumentou 1 milhão de euros
É de destacar o aumento dos activos fixos tangíveis em 1 milhão de euros, um financiamento de 200 mil euros e um resultado líquido do exercício de apenas 3900 euros, contra 60 700 em 2012.
O resultado operacional bruto baixou apenas de 86 276 euros em 2012 para 74 510 euros em 2013 mas o aumento do activo determinou um acréscimo forte das amortizações (de 24 800 euros em 2012 para 64 242 euros no ano transacto).
Igreja de Santo Amaro será cedida à Câmara Municipal
O mesmo relatório, com data de 19 de Março, refere que “vai adiantada a obra do telhado da Igreja de Santo Amaro”, comparticipada em 60% pelo Proder e por um apoio da Câmara Municipal, a quem o edifício será cedido “com protocolo” “para ali serem feitas obras de restauro interior através de um programa comunitário e lá ser instalado o Museu Internacional do Fogo, bem como outras actividades culturais e recreativas”. © NCV

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