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Tomaram posse, no passado dia 18 do corrente mês, os corpos sociais da Sociedade Recreativa 1º de Dezembro que funcionarão no triénio 2015/2017. A posse foi conferida pelo presidente da mesa da assembleia geral cessante sócio de mérito Mário Beliz Rainho.
Integram estes órgãos as seguintes personalidades: a Direcção continua a ser presidida por André Alexandre Ladeiro Barrigas, com António Garraio como secretário e João Vítor Grácio Nabo como tesoureiro. A equipa fica completa com os vogais Rui Manuel Roque Moura e Helena Isabel Folgado Esteves.
Na Mesa da Assembleia Geral preside agora João António Mergulhão Calha, com Vera Lúcia Folgado Esteves e Patrícia Roque Moura como primeira e segunda vogais.
O Conselho Fiscal ficou enytregue a Rui Pedro Arez Roque, secretaraido por Ana Isabel de Sousa Martins Faria e tendo como relator Ricardo Jorge Barradas Viegas.
O testemunho de Mário Rainho
Após ter lavrado no livro de atas o ato de posse, o sócio de mérito Mário B. Rainho deixou escrito e leu um breve testemunho da sua vivência nesta coletividade, que se transcreve.
“Termino com este acto a minha ligação oficial com esta colectivicade à qual tenho sempre pertencido, desde os meus vinte anos de idade e onde tenho dado a minha colaboração em todos os órgãos sociais até à presente data, ou seja durante sessenta e oito anos. Aqui recordo toda a minha actuação nesta casa em todas as suas actividades culturais e, em especial a presença contínua no seu grupo cénico. Aqui ensaiei, aqui fiz teatro, aqui ajudei a pintar cenários, aqui ajudei a decorar artisticamente esta sala, aqui aprendi grande parte daquilo que sei fazer. Recordo, com saudade, os ensinamentos prestados pelo meu tio Júlio José Rabaça, sócio fundador desta sociedade e bem assim do seu filho Rui Rabaça meu mestre na tipografia Castelovidense, onde adquiri o gosto pelas artes e onde passei a lidar de perto com o ilustre médico e artista plástico Doutor Adolfo Bugalho, meu grande amigo, impulsionador ensaiador e orientador do Grupo Cénico desta nossa associação, a quem, neste acto, uma vez mais, rendo as minhas homenagens. Não estou arrependido de toda a minha actuação nesta casa e, se necessário for, ainda posso dar uma pequena ajuda. Sem vaidade peço aos directores agora empossados, todos jovens excepto um deles que é o meu amigo João Calha, que sigam o meu caminho. Finalmente agradeço todas as atenções com que a Direcção anterior quis obsequiar-me. Peço desculpa deste enxerto no acto da vossa posse antes das respectivas assinaturas.”. © NCV


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