7 de julho de 2015

Comandante Nacional da Protecção Civil visitou ontem o quartel de bombeiros de Castelo de Vide

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Estava tudo a postos para a chegada de José Manuel Moura, Comandante Operacional Nacional do Comando de Operações Nacional de Socorro da Protecção Civil, que veio de visita ontem ao quartel de bombeiros de Castelo de Vide, cumprimentando pessoalmente os bombeiros de serviço.
Para receber o comandante, que se fazia acompanhar pelo comando distrital, já estavam em formatura os bombeiros do município. Após os cumprimentos e honras feitas, o comandante dos bombeiros de Castelo de Vide, Pedro Rabaça, deu a conhecer aos presentes a situação atual do comando regional. "Estamos todos a trabalhar de modo a darmos respostas satisfatórias. Todos têm demonstrado empenho para tal."
O corpo de bombeiros do município, constituído por 45 homens, não tem atualmente mulheres. Mas felicita a situação do grupo que constitui a corporação, uma vez que "todos estão empregados devido ao forte apoio que a Câmara Municipal nos dá".
As atuais viaturas foram dadas a conhecer ao comandante nacional. A viatura ligeira com características florestais, o auto-comando e a viatura de desencarceramento foram as primeiras a serem apresentadas.
Após a enumeração deste equipamento, seguiram para o estacionamento dos carros mais antigos. "A frota está muito envelhecida, mas vamos tentando mantê-la operacional. Temos como princípio a boa gestão dos recursos materiais de que dispomos, alternando no uso das viaturas de modo a preservá-las durante mais tempo."
Depois das explicações do comandante de Castelo de Vide, foi a vez do comandante nacional dar a conhecer as medidas tomadas atualmente. "Têm de ser atribuídas prioridades. Não se deve dar preferência a quem melhor se mexe. Tem de haver critérios para responder primeiramente às necessidades prioritárias."
Quis também congratular o Presidente de Câmara António Pita por fazer parte da direcção do comando de bombeiros do município, ao qual refere a importância de tal para facilitar a resolução dos aspetos burocráticos.
Neste verão, cujas temperaturas elevadas têm sido frequentes, deixou uma mensagem de aviso: "deve-se alertar a população para o uso abusivo do fogo e haver um controlo dos comportamentos de risco".
A visita foi célere, mas a boa impressão ficou: "Vou agradado com o que vejo!". © CMCV/NCV

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