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O dia de eleições em Castelo de Vide será caracterizado por mau tempo. Com uma temperatura máxima de 26ºC e uma mínima de 17ºC haverá aguaceiros de manhã e aguaceiros fortes durante a tarde; o vento soprará moderado dos quadrantes sul e sudoeste ao longo do dia. Esta situação mantém-se até 3ª feira.
O IPMA divulgou em comunicado a informação meteorológica global especificamente sobre o o estado do tempo no dia das eleições. Amanhã Domingo, dia 4 de Outubro, prevê-se que o estado do tempo “seja condicionado por uma massa de ar quente e muito húmido, com instabilidade potencial, transportada num fluxo de sudoeste”.
“O céu vai apresentar-se geralmente muito nublado, com períodos de chuva a partir da madrugada, por vezes forte nas regiões Norte e Centro, passando a aguaceiros a partir da tarde. O vento será moderado do quadrante sul, soprando temporariamente forte no litoral oeste e nas terras altas”.
Alerta da Proteção Civil
Entretanto também a Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC) alertou para que no período entre domingo e segunda-feira haverá “condições para a ocorrência de fenómenos extremos de vento e precipitação durante este período”.
A precipitação será “pontualmente intensa” com acumulados que poderão chegar os 30mm/12 horas, incidindo inicialmente nas regiões Norte e Centro e estendendo-se a todo o território durante o restante período”, acompnahada de ento forte de sudoeste (40-60km/h) na generalidade do território, podendo chegar aos 100km/hora, nas terras altas, com “possibilidade de ocorrência de rajadas que poderão atingir os 120km/hora”.
Face a esta situação, poderão ocorrer os seguintes efeitos: piso rodoviário escorregadio e eventual formação de lençóis de água, possibilidade de cheias rápidas em meio urbano, por acumulação de águas pluviais ou insuficiências dos sistemas de drenagem, de inundação por transbordo de linhas de água nas zonas historicamente mais vulneráveis, inundações de estruturas urbanas subterrâneas com deficiências de drenagem, danos em estruturas montadas ou suspensas e ainda possibilidade de queda de ramos ou árvores em virtude de vento mais forte.
Medidas preventivas
A ANPC recorda que o eventual impacto destes efeitos pode ser minimizado, sobretudo através da adoção de comportamentos adequados, pelo que, e em particular nas zonas historicamente mais vulneráveis, se recomenda a observação e divulgação das principais medidas de autoproteção para estas situações, nomeadamente:
– Garantir a desobstrução dos sistemas de escoamento das águas pluviais e retirada de inertes e outros objetos que possam ser arrastados ou criem obstáculos ao livre escoamento das águas;
– Adotar uma condução defensiva, reduzindo a velocidade e tendo especial cuidado com a possível acumulação de neve e formação de lençóis de água nas vias;
– Não atravessar zonas inundadas, de modo a precaver o arrastamento de pessoas ou viaturas para buracos no pavimento ou caixas de esgoto abertas;
– Garantir uma adequada fixação de estruturas soltas, nomeadamente, andaimes, placards e outras estruturas suspensas;
– Ter especial cuidado na circulação e permanência junto de áreas arborizadas, estando atento para a possibilidade de queda de ramos e árvores, em virtude de vento mais forte;
– Ter especial cuidado na circulação junto da orla costeira e zonas ribeirinhas historicamente mais vulneráveis a galgamentos costeiros, evitando se possível a circulação e permanência nestes locais;
– Não praticar atividades relacionadas com o mar, nomeadamente pesca desportiva, desportos náuticos e passeios à beira-mar, evitando ainda o estacionamento de veículos na orla marítima,
– Estar atento às informações da meteorologia e às indicações da Proteção Civil e Forças de Segurança. © NCV


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