26 de abril de 2026

Práticas agrícolas na zona demarcada (atualizada) para a bactéria “Xylella Fastidiosa” na região

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Xylella Fastidiosa
A Câmara Municipal de Castelo de Vide tornou público um edital da Direção-Geral da Alimentação e Veterinária que contém uma atualização da Zona Demarcada para a bactéria Xylella Fastidiosa e sobre quais as medidas obrigatórias aplicáveis nas zonas infetadas ou na zona-tampão da zona demarcada (ver também AQUI).
Medidas obrigatórias de proteção fitossanitária
Uma forma de notificar os proprietários, usufrutuários, possuidores, detentores ou rendeiros de quaisquer parcelas de prédios rústicos ou urbanos para a obrigatoriedade do cumprimento das medidas de proteção fitossanitária, conforme a localização da parcela na zona demarcada.
Qualquer suspeita da presença da praga, na região do Alentejo, deve ser de imediato comunicada para <fitossanidade.alentejo@dgav.pt> ou <fitossanidade.florestal@icnf.pt>. Mais esclarecimentos AQUI.
Grande diversidade de espécies hospedeiras
A Xylella Fastidiosa é uma bactéria que compreende várias subespécies. A sua disseminação ocorre, a curtas distâncias, através de diferentes insetos vetores e, a longas distâncias, pelo transporte de plantas contaminadas.
Devido à gravidade dos danos causados e à grande diversidade de espécies hospedeiras, esta bactéria representa uma ameaça significativa para culturas de elevado valor económico como oliveiras, amendoeiras, cerejeiras, citrinos, videiras, sobreiros, e ainda diversas espécies ornamentais, incluindo lavanda, rosmaninho, aloendro e polígala.
De momento, não existem tratamentos fitofarmacêuticos curativos eficazes contra bactérias em plantas devido ao elevado risco de desenvolvimento de resistências. Assim, é fundamental monitorizar e controlar as populações de insetos vetores. © NCV

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