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| Fotos © DR/NCV |
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| Fotos © DR/NCV |
A embaixada castelovidense foi capitaneada pelo Presidente da Câmara Municipal, Nuno Calixto, e integrou a vice-presidente Helena Esteves, o vereador Rui Bengala e os técnicos do Gabinete de Apoio ao Desenvolvimento e Candidaturas.
Ao longo dos dois dias do evento – cuja sessão de abertura contou com a presença do Primeiro-Ministro, Luís Montenegro – foi possível estabelecer contactos com diferentes participantes e entidades num contexto de partilha de experiências e de reforço de ligações institucionais.
A presença no “Portugal Nação Global” permitiu dar a conhecer o potencial de Castelo de Vide, promover o território junto de públicos diversificados e explorar, de forma geral, oportunidades de colaboração e desenvolvimento futuros.
Segundo uma nota municipal, este foi “mais um reforço do posicionamento de Castelo de Vide numa rede global de relações institucionais e empresariais, abrindo caminho a futuras parcerias e projetos que contribuam para a dinamização económica e para a promoção do nosso Concelho”.
Joaquim Diogo (CIMAA) apresentou visão estratégica do território
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| Foto © CIMAA/NCV |
Inspirada por casos de sucesso como o de Rui Nabeiro, a intervenção da responsabilidade da CIMAA sublinhou que o interior do país tem capacidade comprovada para gerar empresas de escala internacional, transformar comunidades e afirmar-se como destino de investimento.
Oferta de solo industrial e áreas infraestruturadas
Com uma oferta significativa de solo industrial, cerca de 500 hectares e mais de 5 milhões de metros quadrados infraestruturados, o Alto Alentejo posiciona-se como uma plataforma logística estratégica no eixo Lisboa-Madrid, beneficiando da proximidade a Espanha e da futura ligação à rede ferroviária de alta velocidade europeia. Esta localização permite às empresas operar em dois mercados a partir de um único ponto, com custos competitivos e elevada qualidade de infraestrutura.
Barragem do Pisão, disponibilidade hídrica e novas indústrias
Outro dos pilares estruturantes desta visão estratégica é a Barragem do Pisão, investimento determinante que permitirá irrigar mais de 5 000 hectares e abranger vários Municípios da região. Esta infraestrutura será essencial para garantir disponibilidade hídrica, aumentar a produtividade agrícola e viabilizar a instalação de novas indústrias associadas ao setor primário, especialmente num contexto de alterações climáticas.
“O Alto Alentejo demonstrou, com factos, que está preparado para fazer parte da equação de um Portugal verdadeiramente global”, finalizou Joaquim Diogo. © NCV


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