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Imagem de ilustração IA © NCV |
A ocasião também não serviu para escolher delegados locais ao 43º Congresso Nacional do PSD, que irá eleger os restantes órgãos nacionais, nos dias 20 e 21 de Junho de 2026, em Anadia. Esse ponto nem sequer constava da convocatória, como o NCV noticiou.
O ato eleitoral pura e simplesmente não se realizou porque António José Miranda, Presidente de Mesa da Assembleia local, decidiu não aceitar os boletins dada a situação de paralisia regulamentar da secção do partido em Castelo de Vide, cujos órgãos estão estatutariamente em gestão desde 2020, sem terem sido eleitos desde então novos órgãos dirigentes.
A última tentativa de normalização da situação foi tentada em Fevereiro passado mas a eleição de órgãos locais gorou-se por falta de condições para apresentação de uma lista.
A. J. Miranda: “já andamos em gestão há imenso tempo...”
“Aqui não houve eleições. Não há secção formada e não aceitei os boletins até a situação estar regularizada. Já andamos em gestão há imenso tempo. Agora pus um ponto final”, referiu António José Miranda ao NCV.
“Foi assumindo por mim. As instituições ou funcionam como devem ou não funcionam“, rematou o dirigente local do PSD.
No distrito de Portalegre registaram-se votações em 9 secções nas quais Luís Montenegro obteve 145 votos dos 154 votos apurados (6 brancos e 3 nulos) junto dos 452 eleitores inscritos.
Para além de Castelo e Vide, onde os 16 inscritos não votaram, Gavião (3 inscritos) e Ponte de Sôr (6 inscritos), não houve votações no Crato, Monforte e Campo Maior que figuram no mapa eleitoral sem qualquer número de inscritos.
Recorda-se que no distrito de Portalegre o PSD governa em seis municípios: Alter do Chão (Francisco Miranda), Arronches (João Carlos Crespo), Castelo de Vide (Nuno Calixto), Fronteira (António Velez Gomes), Marvão (Luís Vitorino) e Portalegre (Fermelinda Carvalho). © NCV


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