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11 de janeiro de 2017

Fotorreportagem: crianças do 4º ano visitaram a Sinagoga e a Secção de Arqueologia

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“Crianças do 4º ano de escolaridade do Agrupamento de Escolas de Castelo de Vide visitaram ontem de manhã a Sinagoga, acompanhados pela arquiteta Susana Bicho, responsável pela atividade pedagógica no âmbito de Arqueologia daquele Agrupamento, a realizar ao longo do ano letivo”.
“Após a visita, foram conhecer a secção de arqueologia da Câmara Municipal, onde lhes foram mostradas algumas peças encontradas em escavações e explicados os métodos e etapas de limpeza, conservação e restauro dos objetos que se crê terem valor arqueológico. Numa vertente mais prática, tentaram descobrir algumas peças numa caixa de areia, utilizando as técnicas ensinadas pela equipa de arqueologia municipal”.
“Esta atividade pedagógica inclui mais duas fases a desenvolver posteriormente: criação de uma história com base numa peça visualizada na Sinagoga e a realização de uma peça de teatro”. © CMCV/NCV
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31 de março de 2016

Arqueologia foi o tema das Conversas de Fim de Tarde com intervenções de Sara Prata e Sílvia Ricardo

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A Arqueologia foi o tópico em debate nas Conversas de Fim de Tarde que ocorreram nos dias 25 e 26 de março, no Salão Nobre dos Paços do Concelho. 
"Casas, lagares e sepulturas: novidades sobre a arqueologia rural alto-medieval no território de Castelo de Vide" foi o tema apresentado pela arqueóloga Sara Prata. 
Já "O sítio romano do Mascarro no contexto do povoamento rural" teve como oradora a arqueóloga Sílvia Ricardo. As honras da casa foram feitas pelo Presidente da Câmara Municipal, António Pita. © CMCV/NCV
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29 de julho de 2015

Arqueólogos defendem possível presença
de lagar de azeite na Tapada das Guaritas

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Arqueólogos acreditam na existência de um lagar de azeite, na Tapada das Guaritas. Fragmentos de talha encontrados durante as escavações, que decorreram de 21 a 27 de julho, parecem pertencer a grandes potes de armazenamento de azeite, afirma a arqueóloga responsável Sara Prata. 
As rochas têm maior robustez que as das habitações escavadas no ano passado e a presença de um peso de lagar na proximidade reforçam a ideia de estarmos na presença de um lagar.
Novas escavações nas imediações
Entre os dias 28 e 31 de julho vão ser feitas outras duas escavações em locais próximos e referenciados pela secção de arqueologia da Câmara Municipal de Castelo de Vide.
Estas escavações arqueológicas visam compreender o modo como os territórios foram ocupados entre os séculos V e XII, designadamente a forma de habitação e o aproveitamento que era feito do território. 
Esta iniciativa está inserida no projeto de investigação PramCV (Povoamento rural alto-medieval no território de Castelo de Vide), o qual resulta de um protocolo assinado entre a Câmara Municipal de Castelo de Vide e o Instituto de Estudos Medievais da Universidade Nova de Lisboa. © CMCV/NCV


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3 de julho de 2015

Fotorreportagem:
visita à Anta dos Currais do Galhordas

Fotos © J.R.C. Raposo/NCV
Clicar na imagem para visionar as fotos individuais.
Fotos © J.R.C. Raposo/NCV
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Fotos © J.R.C. Raposo/NCV
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Município de Nisa promove trabalhos
para levantamento do “Menhir do Patalou”

Resultando do projeto “MegaNisa”, promovido pela Câmara Municipal de Nisa, iniciaram-se, no dia 29 de junho, os trabalhos arqueológicos que irão permitir a reereção do Menhir do Patalou, situado no concelho de Nisa, estando envolvida no processo uma equipa do Laboratório de Arqueologia da Universidade de Évora, coordenada pelo Prof. Jorge Oliveira.
O projecto “MegaNisa”, desencadeado pelo Município de Nisa, foi proposto ao Vice-Reitor da Universidade de Évora, com aprovação da Direção Geral do Património Cultural, congrega trabalhos arqueológicos que, para além da reereção do Menhir do Patalou inclui estudos e valorização no Menhir e Dólmenes dos Sarangonheiros que, conjuntamente com os monumentos megalíticos de S. Gens e Srª da Redonda se constituem como um singular roteiro megalítico do concelho de Nisa
O Menhir do Patalou desde que foi encontrado, há largos anos, por João Francisco Lopes, durante os seus passeios culturais pelos campos de Nisa, e após sucessivas informações, solicitações e propostas à Câmara e Assembleia Municipal, para o seu levantamento, apenas a 18 de março de 2015, por deliberação do atual Executivo Municipal, com voto de abstenção da Vereadora da CDU, foi aprovado o projeto” MegaNisa”, através do qual se pretendem constituir elos de ligação com o passado distante e cujo conteúdo e carga simbólica nos identifica como pessoas e como parte integrante da nossa identidade cultural. Os trabalhos arqueológicos agora iniciados são, igualmente, uma oportunidade para que se estudem os contextos que há mais de 7 mil anos levaram as primeiras comunidades de agricultores que se estabeleceram na região de Nisa a talhar, transportar e erguer um bloco de granito com 4 metros de comprimento e um peso de 6,5 toneladas. Rituais relacionados com a fecundidade terão levado os primeiros agricultores e pastores desta região a esculpirem um bloco de pedra de forma explicitamente fálica e a erguerem-no num local de amplo domínio visual e paisagem deslumbrante. © CMNisa/NCV
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23 de fevereiro de 2014

Efectuado o levantamento tridimensional
da estela-menir do Carvalhal

A Empresa "Superfície Geomatica" efectuou o levantamento fotogramétrico da Estela-Menir do Carvalhal. Será realizado um estudo morfológico a partir do modelo 3D da Estela-Menir para verificação da eventual existência de gravuras na sua superfície”. 
“Os levantamentos foram executados pelos técnicos especializados - Hugo Pires (Topógrafo) – Fotogrametria, Drª Catarina, Dr. Luis Bravo Pereira., munidos de todo o equipamento necessário e apoiados em métodos de fotogrametria digital terrestre”. 
“Assistiram os Técnicos de Arqueologia da Câmara Municipal: João Magusto, Carlos Grande e Nuno Félix”. © GCP/NCV

2 de maio de 2012

I Congresso Internacional
sobre Arqueologia de Transição
de 3 a 5 de Maio em Évora e Marvão

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De 3 a 5 de Maio decorrerá na Universidade de Évora e em Marvão o I Congresso Internacional sobre Arqueologia de Transição: "Entre o Mundo Romano e a Idade Média". Promovido pelo Centro de História da Arte e Investigação Artística (CHAIA) e pelo Laboratório de Arqueologia da Universidade de Évora este congresso acolherá os maiores especialistas de vários países que irão discutir as transformações ocorridos com o fim do Império Romano. A escolha de Marvão para acolher o último dia de sessões prende-se com a presença na área do seu concelho de um assinalável conjunto de vestígios arqueológicos desse período, que em breve começarão a ser objeto de estudo, no âmbito do Projeto de Investigação Arqueologia Rural do Sever, apoiado pela Câmara Municipal de Marvão e já aprovado pelo IGESPAR.
A expressão: “do pó vieste, e ao pó voltaras”, encontra neste congresso o seu máximo sentido, pois iniciar-se-á com um painel dedicado as mudanças ocorridas entre a cidade e o campo e terminar-se-á com um painel de comunicações dedicado ao mundo dos mortos, onde se pretende explorar a forma como os nossos antepassados (já) celebravam e evidenciavam todo o mundo funerário.
No final do último dia de sessões os congressistas irão visitar alguns sítios arqueológicos da Alta-Idade-Média situados nos arredores de Marvão. © NCV
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5 de fevereiro de 2012

Achado arqueológico surpreende:
identificado lagar de azeite no sítio do Barregão

António Maniés e José Serra junto ao achado arqueológico.
A descoberta de mais um lagar de azeite cavado na rocha no sítio do Barregão, em Castelo de Vide, foi mais uma surpresa agradável para o núcleo de Arqueologia.
Um grupo de amigos que se deslocou ao campo para identificar sepulturas cavadas na rocha ainda não catalogadas deparou-se com um lagar de azeite ancestral no final do mês de janeiro.
Para João Magusto, técnico do gabinete de Arqueologia da Câmara Municipal, que acompanhava António Maniés e José Serra ao local depois de uma conversa informal acerca do assunto, a identificação dos restos de um lagar de azeite próximos de uma sepultura cavada na rocha no Barregão foi “deveras importante e uma agradável surpresa” pela sua raridade.
“É sabido que são escassas as evidências arqueológicas deste tipo de estruturas, ainda que possamos referir o Lagar das Tapadas das Galegas, na Meada, o Lagar do Curral do Vale Silvano, o Lagar do Mato da Póvoa ou o Lagar do Ribeiro de Alcogulo”, explica o técnico. Na zona identificaram também uma pia com uma função indeterminada.
Durante a visita registaram ainda os vestígios de uma lagareta, um lagar de dimensões menores, no Vale da Viola e três sepulturas cavadas no topo de um rochedo no Vale do Pereiro.
Estas estruturas fúnebres foram parcialmente destruídas, conforme verificou João Magusto. “Retiraram o separador que inicialmente existia entre duas sepulturas com uma orientação similar A terceira sepultura cuja direcção é francamente diferente das demais também foi alvo da ignorância e intolerância a que por vezes são sujeitos estes vestígios arqueológicos”, refere.
Lagar no Barregão.
José Serra e António Maniés costumam encontrar vestígios arqueológicos. “Como agricultores e caçadores é normal descobrirmos estes restos no campo, desde antas e sepulturas, a vestígios de dependências possivelmente de origem romana”, afirma José Serra.
Segundo João Magusto as deslocações até vestígios arqueológicos fora de um projecto já são habituais. Considera que “as gentes de Castelo de Vide valorizam o seu património, e não é de estranhar o facto do cidadão comum dar o seu contributo, que muitas vezes se manifesta no acompanhamento de investigadores e outras pessoas ligadas à História e Arqueologia”.
© Susana Serra/NCV
Lagariça no Vale da Viola.

Três sepulturas no Vale do Pereiro.

15 de dezembro de 2011

Poster apresenta resultados das escavações
efectuadas na Anta dos Currais do Galhordas

O professor Sérgio Monteiro Rodrigues - Faculdade de Letras da Universidade do Porto - apresentou em poster científico os resultados preliminares da escavação da Anta dos Currais do Galhordas.

Os monumentos megalíticos do concelho de Castelo de Vide são desde há muito valorizados, não só pela sua abundância, como também pela riqueza do respectivo espólio e variedade arquitectónica. No contexto de um projecto de valorização turística, cultural e ambiental da área envolvente da albufeira da Barragem de Póvoa e Meadas, a Câmara Municipal de Castelo de Vide decidiu proceder à escavação arqueológica de mais um destes monumentos do concelho – a Anta dos Currais do Galhordas.
Situada no lugar da Tapada do Souto, na Freguesia de S. João Batista em Castelo de Vide, a Anta localiza-se numa região dominada pelo granito, rocha essa usada na sua construção.
De salientar ainda que a Anta dos Currais do Galhordas foi inventariada em 1993 pela secção de Arqueologia da Câmara. 
Mais recentemente, na sua reunião de 7 de Setembro passado, e já durante os últimos trabalhos de escavação no local, a Câmara Municipal decidiu classificar esta estrutura arqueológica como "imóvel de interesse municipal". 
De acordo com a informação técnica inserta neste mesmo poster, "a próxima campanha de escavação terá como objectivos principais o restauro do monumento megalítico e a criação  de acessos que permitam torná-lofacilmente visitável". © GCP/NCV
Ver e descarregar o poster científico AQUI.

22 de setembro de 2011

Primeiros resultados da campanha de escavação
na Anta dos Currais do Galhordas






Os monumentos megalíticos da área do concelho de Castelo de Vide são desde há muito valorizados, não só pela sua abundância, como também pela riqueza do respectivo espólio e arquitectura, pelo que contribuíram, decisivamente, para o conhecimento do fenómeno tumular megalítico do Alto Alentejo e da Península Ibérica em geral.
No contexto de um projecto de valorização turística e cultural da área envolvente da albufeira da barragem de Póvoa e Meadas, a Câmara Municipal de Castelo de Vide decidiu proceder à escavação e estudo de mais um destes monumentos do Concelho, a Anta dos Currais do Galhordas, na freguesia de S. João Baptista.
Nestes trabalhos, coordenados por Sérgio Monteiro-Rodrigues, docente da Faculdade de Letras da Universidade do Porto, participam alunos do Mestrado em Arqueologia da mesma Faculdade Daniela Ferreira e Filipe Vaz, funcionários do Serviço de Arqueologia da Câmara Municipal de Castelo de Vide, João Magusto, Nuno Félix, José Bica, bem como outros colaboradores, casos de Conceição Filomeno e João Rosado - "Becha".
Apesar de mal conservada e com claras perturbações estratigráficas, foi possível até ao momento identificar estruturas pétreas que definem o corredor da anta, assim como a base de um esteio da câmara, que se encontra fracturado. Deste modo, tratar-se-á de uma anta de câmara poligonal, definida por seis esteios, com corredor possivelmente longo. A laje de cobertura, apesar de estar junto ao monumento, encontra-se tombada.
A presença de uma moeda antiga (a sua cronologia será determinada após limpeza) num nível relativamente profundo do corredor da anta confirma eventuais violações por parte de “caçadores de tesouros”, ou então entradas no interior do monumento em períodos pós pré-históricos.
Entre os materiais arqueológicos até agora recuperados destacam-se objectos em pedra lascada e em pedra polida (por exemplo, lâminas e machados, respectivamente), fragmentos de cerâmica pré-histórica e alguns fragmentos de placas de xisto gravadas. De um modo muito genérico, estes artefactos poderão remeter a anta para os finais do Neolítico/ incícios do Calcolítico. Todavia, apenas com datações absolutas será possível obter uma cronologia mais precisa.
Os trabalhos que se encontram agora em curso enquadram-se numa lógica de desenvolvimento científico, turístico e regional, implicando a conservação e musealização de sítios arqueológicos, bem como a sua integração em redes de articulação entre património cultural e património natural. © GCP/NCV (texto e fotos)

3 de janeiro de 2008

Anta do Alcogulo no Blog Oficial
das 7 Maravilhas Portuguesas

Foi introduzida no dia 2 de Janeiro deste ano uma entrada no Blog Oficial das 7 Maravilhas Portuguesas (As histórias por trás de tudo o que gira e girou á volta das 7 maravilhas portuguesas) sobre a Anta do Alcogulo. A referida entrada pode ser visualizada AQUI.
O texto em apreço reza o seguinte:
Anta da Coutada de Alcogulo - Arqueologia - Anta

“Outras Designações: Anta 1 do Alcogulo e Anta do Alcogulo I A presente classificação como "Monumento Nacional" reporta-se a uma sepultura megalítica erguida entre o quatro milénio e o segundo milénio a. C. num local relativamente isolado e circundado por vegetação rasteira e alguns arbustos. Considerado como um dos monumentos megalíticos melhor conservados do concelho de Castelo de Vide constata-se que, dos setes esteios que constituem a câmara sepulcral de planta poligonal, dois há que se encontram fracturados. Com uma largura superior à sua altura, a anta possui uma laje de cobertura de consideráveis dimensões, totalmente completa e suportada por três dos esteios da câmara. Do primitivo corredor, com cerca de quatro metros e meio de comprimento, chegaram até aos nossos dias apenas seis dos esteios laterais e duas das lajes que o cobririam. No entanto, somente duas das pedras de cobertura deste elemento desta estrutura funerária pré-histórica localizam-se in situ, sendo possível que a laje observável sobre elas se refira à antiga pedra de fecho da entrada da câmara. Quanto à primitiva mamoa - ou tumulus - ela é quase imperceptível”. © NCV