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29 de setembro de 2023
26 de novembro de 2022
Artesanato e produtos regionais de 1 a 18 de Dezembro no “Mercadinho do Plátano” em Portalegre
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Este Mercadinho do Plátano é um evento que se destina a proporcionar uma oportunidade para divulgação do artesanato e dos produtos regionais.
Os interessados podem inscrever-se até ao dia 30 de Novembro, contactando os seguintes mails: <rosa.raposo@cm-portalegre.pt> ou <susana.martins@cm-portalegre.pt> ou ainda através do telefone 245307423. © NCV
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20 de setembro de 2022
“Óminhagulha” da artesã Madalena Rabaça até dia 24 na montra da Retrosaria Casa Campos
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| Fotos © D.R./NCV |
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De acordo com Cecília Campos trata-se de “uma montra cheia de côr, com artigos para o lar e de criança mega originais e com tecidos de padrões amorosos, a que é impossível resistir!”.
O projecto da Madalena Rabaça chama.se “Óminhagulha” e pode ser conhecido em mais pormenor AQUI.
Segundo a artesã, “a Óminhagulha é mais na filha da pandemia. Ou pelo menos, uma criação dela. Afinal, não podem ser apenas coisas más!”. “O sonho de saber costurar, uma avó costureira e que desde tenra idade me incutiu este gosto, uma máquina de costura oferecida pelos pais e a vontade de criar, criar, criar! Foram estes os ingredientes imprescindíveis para hoje a Óminhagulha ser mais do que uma página de Facebook e de Instagram. É um hobbie, um estilo de vida, e atrever-me-ei a dizer que é também uma marca que constrói sonhos e torna real os projetos que passeiam pelas nuvens da criatividade”.
Psicóloga de formação, quis o destino que saísse das minhas mãos da Madalena Rabaça, nascida e criada em Castelo de Vide, este projeto “Óminhagulha” que de facto “dá pano para mangas”. © NCV
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13 de março de 2022
Projeto “12 meses 12 artesãos”:
artesanato de Carla Saldanha em tecido e feltro de 12 a 19 de Março na Casa Campos
| Fotos © D.R./NCV |
| Fotos © D.R./NCV |
“A Carla interessou-se pela costura desde muito cedo, influenciada pela sua mãe, Joaquina Saldanha, que sempre trabalhou em costura e é uma das costureiras mais conhecidas da nossa terra”, refere Cecília Campos em jeito de apresentação de quem “apresenta sobretudo peças feitas em tecido e feltro”.
“Vamos ter o prazer de apresentar peças de artesanato variado, algumas têm um estilo mais tradicional ou regional, outras primam pela originalidade mas, todas sempre com imenso bom gosto”.
Finalmente a empresária local anunciou que “este mês temos 2 semanas com 2 artesãs diferentes na montra”, no quadro do seu projeto “12 meses 12 artesãos” que lhe tem “dado imenso gosto fazer, porque damos a conhecer artesãs locais, jovens, com gosto pelo artesanato”. © NCV
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Projeto “12 meses 12 artesãos”
11 de dezembro de 2018
Arte e costumes venezuelanos hoje no Agrupamento de Escolas de Castelo de Vide
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| Fotos © D.R./NCV |
O Agrupamrento de Escolas de Castelo de Vide recebe hoje, 3ª feira, dia 11 de Dezembro, a visita da artista venezuelana Mireya Leal, que falará na Biblioteca Escolar sobre costumes e tradições de Natal da Venezuela.
Por outro lado, foi anunciado que ali decorrerá também depois, até ao dia 14 deste mês, uma mostra/venda de bijutaria artesanal da sua autoria. © NCV
6 de dezembro de 2018
Arte e costumes venezuelanos para a semana no Agrupamento de Escolas de Castelo de Vide
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| Fotos © D.R./NCV |
Na próxima 3ª feira, dia 11 de Dezembro, o Agrupamrento de Escolas de Castelo de Vide recebe a visita da artista venezuelana Mireya Leal, que falará na Biblioteca Escolar sobre costumes e tradições de Natal da Venezuela.
Por outro lado, foi anunciado que ali decorrerá também depois, até ao dia 14 deste mês, uma mostra/venda de bijutaria artesanal da sua autoria. © NCV
17 de maio de 2018
Artesanato e doçaria regional em espaço de destaque na Semana de Castelo de Vide na Casa do Alentejo
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Fotos
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NCV
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Foto © NCV |
O artesanato e a doçaria local marcam presença em espaço de destaque na Semana de Castelo de Vide na Casa do Alentejo que ali está a decorrer (Rua das Portas de Santo Antão) até ao próximo Domingo.
Este ano "pré-inaugurando" uma nova área comercial no edifício da associação com acesso direto para a rua, onde se encontram as irmãs Raposo a trabalhar ao vivo o seu "artesanato variado" e onde se podem adquirir diversos produtos, incluindo doçaria regional da marca Made by Galhofas (Póvoa e Meadas) e de Inês Patacas Cerejo e também os queijos da Soutvide. ©
NCV
22 de outubro de 2014
Artesanato nisense inspira abertura
de espaço Jans na Rua da Rosa em Lisboa
Inspirado na Herdade das Jans, localizada em Amieira do Tejo, concelho de Nisa, na margem esquerda do Rio Tejo, a estilista Isilda Pelicano inaugurou, no passado dia 16 de Outubro, em Lisboa o espaço Jans cujo conceito incide no artesanato nisense.
Com a presença da Presidente e do Vice-presidente da Câmara Municipal de Nisa e do Reitor do IADE – Creative University, foi inaugurado, na Rua da Rosa nº 212, em Lisboa, o espaço Jans concept cujo projeto abrange várias vertentes: Jans studio contemporay craftque constitui a criação de peças em cortiça, cerâmica e têxteis de design contemporâneo inspiradas em técnicas artesanais sendo as restantes áreas de negócio a implementar faseadamente a Jans gourmet, Jans Nature e a Jans Country House & Nature.
Para dar sequência ao projeto, a marca Jans desenvolveu protocolos com o IADE- Creative University e com a Câmara Municipal de Nisa (Museu do Bordado e do Barro), estabelecendo um diálogo criativo entre as artesãs nisenses e aquela escola de designnacional com objetivos assentes, a longo prazo, no campo da investigação, desenvolvimento e inovação, pretendendo estabelecer mecanismos de cooperação que tornem possível a participação conjunta em projetos, explorando novas ideias e criando soluções inovadoras no que respeita ao trabalho desenvolvido pelos artesãos de Nisa, potenciando a ligação institucional que vise a divulgação deste património imaterial representativo das gentes de Nisa, aplicado a uma realidade aberta a novos desafios no que respeita à continuidade do artesanato nisense.
Naquele espaço há peças com aplicações em feltro (arte típica de Nisa) e que constituem uma das mais antigas formas de bordar, mas também peças em cortiça e em cerâmica, criadas por artistas convidados, consagrados ou emergentes, e que contribuem para a criação de coleções que recriam a tradição do concelho de Nisa. © NCV
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18 de fevereiro de 2014
Inijovem completa Rota do Contrabando
com mostra/venda de artesanato e gastronomia
A Associação Inijovem, de Nisa, organizadora da XV Rota do Contrabando que ligará Salavessa (Montalvão) a Cedillo (Espanha) no próximo dia 22 de Março, pretende este ano aliar "a vertente desportiva com os saberes e sabores locais".
Nesse sentido está a "convidar todos os artesãos e produtores de gastronomia local e regional a participar neste evento através de mostra/venda dos produtos".
Inscrições até 1 de Março
Para tal será disponibilizado um espaço no pavilhão desportivo de Cedillo. Os participantes interessados deverão contactar a Inijovem, até ao dia 1 de Março, através do email inijovem@gmail.com ou dos telemóveis 934 777 819 e 932 783 303. © NCV
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19 de janeiro de 2014
Artesanato de Nisa (feltro, alinhavados e bordados)
destacado na revista inglesa "Stich"
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A revista “Stitch magazine” deu destaque especial na sua edição nº 86 ao artesanato de Nisa, publicando um artigo de Kathy Troup e várias imagens sobre aplicação em feltro, alinhavados e bordados tradicionais. © NCV
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21 de outubro de 2013
Artesanato de Castelo de Vide esta tarde na TVI
A
Câmara Municipal de Castelo de Vide informa que hoje, segunda-feira
dia 21 de Outubro, o artesanato castelovidense irá merecer destaque
no programa “A Tarde é Sua” de Fátima Lopes, a partir das
16.00h, tendo sido convidadas para o efeito as artesãs Maria Antónia
e Carla Raposo. 21
de Outubro de 2013
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15 de fevereiro de 2013
Propostas municipais de fim-de-semana:
Visite a Casa do Artesão
e a Igreja de S. Salvador do Mundo
O artesanato em Castelo de Vide tem tradição. Desloque-se à Casa do Morgado, situada na Rua Nova, e conheça o novo espaço cedido aos artesãos para apoio e desenvolvimento das artes locais.
No rés-do-chão, poderá apreciar os trabalhos em trapologia e de costura concebidos pelas manas Carla e Maria Antónia Raposo.
Para além de trabalhos de escultura em madeira, arte sacra, empalhamento da autoria de Nelson Ramos. O horário é de Segunda-feira a Domingo , das 9 às 19 horas.
Na Rota das igrejas e capelas…
A vila tem um conjunto de edifícios religiosos, igrejas e capelas, dentro e fora das muralhas.
A história conta-nos que a capela de S. Salvador do Mundo é a mais antiga do concelho. Com estrutura do Séc. XIII, sofreu importantes restauros na década de setenta, século XX. É constituída por nave, capela-mor e sacristia. Realce para o retábulo e o revestimento azulejar ( datado de 1695). © MC/CM/NCVIDE
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S. Salvador do Mundo
23 de janeiro de 2013
Artesão local ofereceu ao Município
uma carruagem em madeira e cortiça
Um artesão castelo-vidense, “que divide a morada entre Castelo de Vide e São João da Talha, ofereceu recentemente à Câmara Municipal uma carruagem e respetivo cavalo, peça feita totalmente à mão com madeira e cortiça”, informa a Autarquia em notra de imprensa.
Trata-se de António de Alegria Matela, nascido em 1947, há vários anos que se dedica ao artesanato. “A peça (ver foto) ora ofertada encontra-se em exposição no Posto de Turismo, onde pode ser apreciada por todos os interessados”.
Segundo a mesma fonte, a peça oferecida “demonstra o enorme talento e criatividade deste nosso conterrâneo que tem vindo a participar ocasionalmente em várias feiras e exposições levadas a cabo na nossa vila”. © NCV
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16 de março de 2011
Semana Gastronómica do Alentejo
no restaurante Terraço no Hotel Tivoli Lisboa
O
restaurante Terraço, no Tivoli Lisboa, apresenta uma semana dedicada
à gastronomia e ao artesanato regional do Alentejo, de
16 a 23 de Março.
Trata-se
de uma cooperação gastronómica e
cultural com o Turismo do Alentejo e o
restaurante A Cadeia Quinhentista de
Estremoz. Naqules dias, ao
almoço e ao jantar, os apreciadores da cozinha alentejana vão poder
apreciar diversas iguarias confeccionadas sob a supervisão da chef
Alice Pôla. O restaurante A Cadeia
Quinhentista foi o vencedor do 1º
prémio em várias categorias do XV Concurso de Cozinha Alentejana de
Estremoz – FIAPE 2010, uma das feiras mais conceituadas do
Alentejo.
Cação
“Temperado” com Amêijoas e Migas de Batata,
Açorda à Alentejana com Coentros
frescos, Carne
de Porco com Amêijoas, Espargos
Bravos e Linguiça de Porco Preto com Ovos Mexidos,
e o Borrego no forno à alentejana,
assim como os afamados doces conventuais, são as iguarias que fazem
parte da ementa.
Esta
é também uma oportunidade para apreciar o artesanato Alentejano,
que contribui para dinamizar o restaurante durante estes dias. Ao
longo de toda a semana gastronómica decorre uma demonstração de
artesanato regional ao vivo, e respectiva venda, dos famosos bonecos
de Estremoz, das rendas, bordados e feltros de Nisa, da olaria de S.
Pedro do Corval e dos Tapetes de Arraiolos. Também é possível
assistir a provas de vinho da Herdade da Malhadinha (Albernoa), Adega
Mayor (Região de Campo Maior) e João Portugal Ramos da Região de
Estremoz. Tudo motivos
convidativos para
almoçar ou jantar no restaurante Terraço, entre 16 e 23 de Março.
© NCV
14 de agosto de 2009
Artesão de Portalegre homenageado
na Feira de Artesanato de Vila do Conde

O artesão António Adélio Real foi homenageado na 32ª Feira Nacional de Artesanato que decorreu entre 25 de Julho a 9 de Agosto em Vila do Conde.
A Feira Nacional de Artesanato de Vila do Conde celebra este ano os 20 anos do Prémio FNA. A título de celebração do prémio, a feira homenageou todos os artesãos que foram premiados ao longo destes anos, organizando uma exposição conjunta das peças premiadas.
A Feira Nacional de Artesanato de Vila do Conde celebra este ano os 20 anos do Prémio FNA. A título de celebração do prémio, a feira homenageou todos os artesãos que foram premiados ao longo destes anos, organizando uma exposição conjunta das peças premiadas.
António Adélio ganhou o prémio FNA em 2003, com um dos seus preciosos trabalhos: um tarro feito em cortiça e madeira com 48 cm de altura e 51,5 cm de diâmetro com valor estimado em 500€. O artesão, natural de Portalegre, tem a arte pastoril como hobby, efectuando trabalhos em pau-buxo, pau-ferro e cortiça. © NCV

12 de agosto de 2008
Portalegre levou gastronomia e artesanato
à Feira Nacional de Artesanato Vila do Conde
A cidade de Portalegre marcou presença na 31ª Feira Nacional de Artesanato que decorreu de 26 de Junho a 10 de Agosto em Vila do Conde. Dois artesãos de cestaria e cortiça do concelho de Portalegre estiveram durante estes dias a trabalhar ao vivo num evento que reuniu artesanato de todo o país. Também a boa gastronomia alentejana não faltou, com o restaurante “A Estação” a marcar presença nos dias 30 e 31 de Julho com alguns dos pratos mais emblemáticos da região como por exemplo: sopa de cação, achigã grelhado com molho de poejos, lacão assado no forno, queijo de Nisa, enchidos de Portalegre e para finalizar, os famosos doces conventuais.
Também no restaurante estiveram expostos os produtos tradicionais da região como o queijo de Nisa, os rebuçados de ovo, os vinhos e enchidos de Portalegre.
Portalegre e Vila do Conde assinaram um protocolo de geminação em Dezembro de 1994 devido aos laços que unem estas duas cidades: a figura e obra do poeta e cidadão José Régio (que nasceu em Vila do Conde e Viveu em Portalegre), e que consiste em promover acções sociais, culturais, económicas, desportivas e turísticas entre as duas cidades.
O objectivo principal deste protocolo com duração ilimitada, é unir os dois Municípios pelo desejo de estreitar relações inspiradas pela figura do poeta José Régio como forma de promover o desenvolvimento de actividades orientadas para o bem estar e progresso das suas comunidades.
Para Mata Cáceres Presidente da Câmara de Portalegre, “esta ligação com Vila do Conde honra-nos e é algo que queremos preservar. Faremos sempre tudo o que estiver ao nosso alcance para que Portalegre tenha uma presença digna na feira de Artesanato e Gastronomia e estamos abertos a que Vila do Conde nos honre também com a sua presença nos eventos que organizamos. © NCV
Também no restaurante estiveram expostos os produtos tradicionais da região como o queijo de Nisa, os rebuçados de ovo, os vinhos e enchidos de Portalegre.
Portalegre e Vila do Conde assinaram um protocolo de geminação em Dezembro de 1994 devido aos laços que unem estas duas cidades: a figura e obra do poeta e cidadão José Régio (que nasceu em Vila do Conde e Viveu em Portalegre), e que consiste em promover acções sociais, culturais, económicas, desportivas e turísticas entre as duas cidades.
O objectivo principal deste protocolo com duração ilimitada, é unir os dois Municípios pelo desejo de estreitar relações inspiradas pela figura do poeta José Régio como forma de promover o desenvolvimento de actividades orientadas para o bem estar e progresso das suas comunidades.
Para Mata Cáceres Presidente da Câmara de Portalegre, “esta ligação com Vila do Conde honra-nos e é algo que queremos preservar. Faremos sempre tudo o que estiver ao nosso alcance para que Portalegre tenha uma presença digna na feira de Artesanato e Gastronomia e estamos abertos a que Vila do Conde nos honre também com a sua presença nos eventos que organizamos. © NCV

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22 de agosto de 2007
Artesãos venderam mais este ano
com as festas na Praça D. Pedro V
Em entrevistas curtas aos microfones da Radio Portalegre, artesãos de Castelo de Vide que participaram nas Festas de Verão consideram positivo o regresso do evento à Carreira de Baixo, depois em anos anteriores se ter realizado na zona da Boavista.
Apesar do ano turístico pouco movimentado que se está a viver, o certo é que a Praça D. Pedro V atraiu mais gente e logo houve mais vendas. Uma artesã disse mesmo que para o ano regressa às festas mas só se estas se mantiverem na Carreira de Baixo.
Entretanto um leitor do NCV disse-nos que ficou desgostado pelo facto do espaço reservado ao artesanato ser periférico e que os pavilhões não dignificavam os artesãos e a sua arte, antes pelo contrário.
O mesmo leitor não poupou o facto de haver "tasquinhas", uma vez que esta designação é mais adequada ao Ribatejo / Estremadura e nada ter a ver com o Alentejo.
Outro facto que nos foi dito relaciona-se com ser pouco estético, durante o dia, os “stands” estarem tapados por inestéticas redes verdes, ainda por cima penduradas ao acaso. Como tal, este nosso amigo disse-nos que, desagradado, não voltou ao local das festas. © NCV
Apesar do ano turístico pouco movimentado que se está a viver, o certo é que a Praça D. Pedro V atraiu mais gente e logo houve mais vendas. Uma artesã disse mesmo que para o ano regressa às festas mas só se estas se mantiverem na Carreira de Baixo.
Entretanto um leitor do NCV disse-nos que ficou desgostado pelo facto do espaço reservado ao artesanato ser periférico e que os pavilhões não dignificavam os artesãos e a sua arte, antes pelo contrário.
O mesmo leitor não poupou o facto de haver "tasquinhas", uma vez que esta designação é mais adequada ao Ribatejo / Estremadura e nada ter a ver com o Alentejo.
Outro facto que nos foi dito relaciona-se com ser pouco estético, durante o dia, os “stands” estarem tapados por inestéticas redes verdes, ainda por cima penduradas ao acaso. Como tal, este nosso amigo disse-nos que, desagradado, não voltou ao local das festas. © NCV
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