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2 de dezembro de 2017

Festival Bolina encerra hoje com “As Despojadoras” de manhã, Marta Costa à tarde e gala de palhaças à noite

Agustina Pezzanni
e Marta Renyer
A 2ª edição deste Festival Bolina termina hoje com uma gala de encerramento por “palhaças de muitos países”, a partir das 21 horas no palco do Cine-Teatro Mouzinho da Silveira.
Mas o último dia do evento será bem preenchido. Logo de manhã Agustina Pezzanni e Marta Renyer (Uruguai e Catalunha) apresentam “As Despojadoras | Tira prá fora!”, porta-a-porta pelas ruas da vila de Castelo de Vide
Depois do almoço será a vez da palhaça portuguesa Marta Costa apresentar “Aceitas?” a partir das 15 horas no Largo e Igreja de Nossa Senhora da Alegria, no castelo.
“Aceitas?”, por Marta Costa
Marta Costa
Marta Costa (Portugal) apresenta “Aceitas?” a parir das 15 horas no Largo e Igreja de Nossa Senhora da Alegria.
“Aceitas?” É a pergunta do noivo. Mas onde está ele? Não saber do noivo é o drama de qualquer noiva e esta noiva solitária quer mudar de paradigma. Começa por rasgar o passado, viver o presente e olhar para o… público!
Com um véu branco, um tapete vermelho e muito arroz, a noiva promete provocar a gargalhada na saúde e na doença, na alegria e na tristeza, todos os dias e para sempre. A única condição é dizer: “Sim aceito!”.
Marta Costa nasceu em 1987. Como atriz, desenvolveu e participou na criação da peça "O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá", "O auto do Boi e do Burro", "O Auto das Portas do Céu". Dinamizadora/professora de oficinas de teatro com a comunidade, com uma vertente do projeto de integração social.
Em 2011, descobre o “seu” palhaço, através do trabalho em Clown, que lhe trouxe mais verdade e novas ferramentas para se desenvolver como atriz. A partir daí aprofundou a improvisação, fez treino de butô, suzuki, view points; e atualmente continua a desenvolver projetos a solo e em coletivos. O seu estado de permanente pesquisa e investigação em diversas áreas, inclusive na área do desporto e das atividades ligadas ao corpo, atribuem-lhe versatilidade e ampliam a sua capacidade criativa, numa atitude de contínuo aperfeiçoamento. Desde 2005 que cresce no teatro. Aprendeu que muito mais do que aquilo que se vê em palco, por detrás de cada personagem, de cada cenário, de cada figurino está um trabalho individual e de grupo que trabalha em uníssono por um sonho, por uma experiência/vivência única que se concretizaem cada espectáculo.
“Gala de palhaças” a encerrar
A 2ª edição deste Festival Bolina termina hoje com uma gala de encerramento por “palhaças de muitos países”, a partir das 21 horas no palco do Cine-Teatro Mouzinho da Silveira.
Tal como a de Abertura, esta Gala de Palhaças marca o encontro e o entusiasmo de artistas que estão já há uma semana a viver e trabalhar juntas. E não sabem quando voltam a ver-se. Imperdível esta gala tanto quanto a da primeira noite. Aqui há festa e celebração! E muitos risos. E muita vontade de partilhar o que nos move, palhaças de Portugal, Eslovénia, E.Espanha, Chile, Argentina, Uruguai, Catalunha, País Basco, Áustria e França podem muito bem chegar a fazer-te sorrir ou rir nesta última noite do festival. Onde é que já viste isto? (o público pode vir vestido de Gala, que para isso se chama assim a noite e há que desempoeirar os fatos guardados na naftalina). © NCV

1 de dezembro de 2017

Festival Bolina: “THE ONE & the one” com Anna de Lirium e Colette Gomette (Áustria & França)

Na pura tradição das grandes duplas cómicas como Arlequim e Manjerona, Footit e Chocolat, Stan Laurel e Oliver Hardy, Jerry Lewis e Dean Martin descobrimos Tanja Simma e Hélène Gustin como Anna de Lirium e Colette Gomette numa hilariante combinação de clown feminino poderoso.
Depois do seu encontro em dois Festivais Internacionais em 2014, no Brasil, e no 1º Bolina, nos Açores, estas duas verdadeiras especialistas do clown visual decidiram juntar forças.
Duas grandes palhaças, que cativam de imediato através da sua aparência: Anna, alta e de curvas generosas e a pequena Colette são inseparáveis.
A primeira ingénua e um pouco lenta, a segunda rápida e algo maliciosa. O que parece ser um obstáculo intransponível é, na verdade, a dupla face da mesma moeda – elas complementam-se como o yin e o yang.
Enquanto estas duas senhoras tentam alcançar seu objetivo, tão simples como tocar uma flauta, percebemos o amplo leque das relações humanas em todo o seu esplendor. A riqueza da experiência destas artistas e sua simplicidade em palco permitem que a sabedoria e a universalidade brilhem em cada momento da sua actuação.
Colette Gomette (França) 
Hélène Gustin, comediante-clown, bailarina e professora de teatro formou-se na Escola de Arte Dramática Charles Dullin, em Paris. A sua personagem de clown 'Colette Gomette' nasceu em 1995 - um clown visual forte, reconhecido pela sua "animalidade".
Hélène actuou em França, Bélgica, Portugal, Chile, Brasil, Colômbia, Canadá, Áustria.
Ela também intervém em hospitais com "Le Rire Médecin" desde 1996.
Depois de viajar com o espectáculo "Les hommes ont 2 p© NCVattes de moins cheres", apresenta-se agora regularmente com a sua criação "Colette Gomette Prézidente".
Anna de Lirium (Áustria) 
Tanja Simma teve formação universitária em música e actuou em Viena e na "École de Mime et Clown", emFrança. Foi a primeira artista austríaca no CIRQUE DU SOLEIL e integrou a primeira produção do PALAZZO, em Viena. Ela é o motor por detrás da sua própria "Comicompany", co-fundadora do primeiro teatro de clown em Viena, e um dos "pilares" da equipe dos "Red Noses Clowndoctors".
O seu primeiro espectáculo a solo, "The Substitute" (encenado por 'King of Fools' Jango Edwards) marcou o seu 25º aniversário no palco, em2012, e desde aí viajou por muitos países como Espanha, Portugal, Finlândia, Bélgica, Suíça, Alemanha, Brasil e Colômbia. © NCV

30 de novembro de 2017

Festival Bolina: “Tentação Divina” às 21 horas
por Maite Estebán (Argentina) - Cia Artlequin

Um anjo irreverente, desafiante e inimputável! Mercúrio é um anjo. Ou deveríamos dizer… um espírito inquieto, ávido de aprendizagem e emoções, entediado e preso no céu? Preocupantemente despreocupada, perigosamente curiosa, suspeitosamente ingénua e com uma grande capacidade interpretativa, Mercúrio desce, pela primeira vez, à terra em Missão Divina. Como será este encontro entre Mercúrio e a humanidade? Que tentações, perigos e descobrimentos ali se encontram? Como será a sua descoberta terrena? Mercúrio é um ser sem vícios nem preconceitos, à solta por este mundo, cheio de aventuras e tentações. Mercúrio quer e vai experimentar tudo!
Atriz e acrobata aérea
Maité Esteban Clown, actriz e acrobata aérea argentina. Começa a sua formação de actriz em Buenos Aires, no Instituto Río Abierto e no Centro Cultural San Martín. Vivendo em Madrid, segue a formação de Clown com Jesús Jarra, Lluna Albert, Hernán Gené, Gabriel Chamé e Walter Velázquez. Arte dramática no Estudio 3, com Agustín Bellusci e Fernando Orecchio. Criação de Rotinas Cómicas com Walter Velásquez, Dança com Michel Man, Circo em CARAMPA, E.M.C.A. em Alcorcón e o curso anual de circo na Escuela de Circo-Teatro Charivari, onde se especializa em técnicas aéreas como telas, corda giratória e trapézio. Dança Aérea na Argentina. En 2002 cria a sua própria companhia, MIRRUMBA, na qual trabalha realizando inúmeros espectáculos de clown e aéreos até 2007. A partir daí, com Emilio Rodriguez José Artlequin, forma ARTLEQUIN, companhia com a qual trabalha até hoje, em diversas produções de teatro-circo. © NCV

29 de novembro de 2017

Festival Bolina: hoje há dose dupla de “clown”
com Eva Curly e Maria Simões

Em 2004, numa homenagem à 'Palhaços sem Fronteiras', conheciam-se em Tondela, duas mulheres: uma (Eva Kurly) era palhaça, a outra (Maria Simões) ali decidiu que era o que queria ser. Treze anos depois, e sem o saberem, reencontram-se no Bolina em Castelo de Vide. Ambas trazem na bagagem todas a viagens da sua solidariedade como palhaças, um amor por burros e burras que reforça a crença na ternura da humanidade e, assim, partilhar o palco e o público pode converter-se numa das mais apaixonantes noites deste festival.
Eva Kurly: “Quando for grande quero ser... Charlot”
O famoso personagem Charlot aparece em cena mas quem se esconde dentro do fato é Kurly, a palhaça, que a partir de uma linguagem sem palavras decide fazer uma homenagem a este cativante e entranhável personagem, que algumas crianças de hoje ainda não conhecem. Através das suas “charlotadas” faz com que o público participe no espectáculo. A ternura, o humor, a poesia de Charlot, vestido no corpo de uma palhaça, dando voz ao que disse: Creio no riso e nas lágrimas como antídotos contra o ódio e o terror.
Eva Kurly ou Eva Pilarte, mais conhecida como Kurly, interpreta Charlot desde 2008, tendo estreado no desfile das festas de San Isidro em Madrid; participou em festivais e concursos como os de Segovia e Navalcarnero, no desfile de carnaval de Sitges, em Espanha, tendo actuado também em França, Portugal, Bélgica, Itália, Dubai e Egito. Como palhaça e instrutora de Ioga do riso, atuou em vários lugares e ministrou oficinas de palhaço clássico. Faz parte da empresa Semillas de Circo.
Foto de família” de Maria Simões (Portugal)
Um número clown curto, criado por Maria Simões, que reflecte sobre os conceitos de família, a espera e o amor. A palhaça Luna chega ao local onde a fotógrafa da vila se instalou para os famosos retratos de família de princípios do século passado. E todas as famílias chegam a fazer o retrato tão único e especial. (o público presente pode verdadeiramente levar o seu retrato para casa). O humor, a ternura e a poesia vibrante do coração da palhaça são capazes de fazer o público sentir-se parte desta grande família humana. Um risco a não perder, nem que seja apenas por uma noite.
Maria Simões é encenadora, actriz e palhaça profissional desde 1994. Fundadora de Descalças-cooperativa cultural (Castelo de Vide), trabalha em clown desde 2003. Formou-se com Lluna Albert, Jesús Jara e Celia Ruiz (Espanha), Pepe Nuñez e Paloma Reys de Sá (Brasil), Eric de Bont (Holanda), Juli Sagües (Argentina), Wendy Ramos (Perú), Veronica San Vicente (Uruguai), Gardi Hutter (Suiça). Como palhaça, actuou em Portugal, Cabo Verde, Argentina, Uruguai, Chile, Perú e Bolívia. Vestiu o nariz, pela primeira vez, no Festival Mindelact (Cabo Verde) em 2003.
Formadora de clowns, desde 2010, tem dinamizado oficinas de formação inicial e já viu nascer quase uma centena de homens e mulheres palhaç@s.

Apesar de actuar regulamente em teatros, a sua missão como clown social e comunitária levou-a a plantar centenas de árvores, levantar bandeiras pela igualdade de género e a descobrir o clown sem nariz como ferramenta de resistência num campo de refugiad@s na Macedónia. © NCV

28 de novembro de 2017

Festival Bolina: “Clown, Mulher e Natureza'” com Célia Ruiz hoje à noite por vários locais da Vila

Depois de 3 dias de oficina “Clown, Mulher e Natureza” dirigida e guiada por Celia Ruiz, um “happening” acontece. É o mesmo que dizer que... um acontecimento acontece. E, por isso, trata-se
obviamente de um happening Clown. Ocorrerá em diversos lugares da vila de Castelo de Vide, abrigando-nos do frio, ou num único templo, e Célia Ruiz nos guiará no princípio da viagem sobre a qual nada pode ser dito antes. 
O local de encontro é o cine-teatro, pelas 21 horas. Partilhar esta oficina, guiar palhaças profissionais e ser madrinha presente do Bolina 2017 marcam em alta o regresso desta extraordinária directora a Castelo de Vide, depois de em 2016 ter guiado o espectáculo “Utopia” com a palhaça da terra Maria Simões. 
Celia Ruiz trabalha o clown desde o conhecimento da Alma, a transparência do coração sem limites para o jogo, a magia, o mistério, o silêncio, o absurdo, as emoções. Actualmente dirige a Plataforma de Mulheres ClownSoulwoman, dando cursos de Criação em diferentes países (Áustria, França, México, Perú, Uruguai, Portugal, Espanha..), colabora com Bonts Internacional Clown School como assistente de direcção e professora. 
Além disso, dá os seus cursos trimestrais de Criação em Madrid, no Teatro Montacargas. Trabalhou com Els Comediants, Fura dels Baus, Cia Trikitrake, Cia Bonts International e, ultimamente, andou em digressão com o seu espectáculo Mamma Nostrum, desde 2013 até hoje, altura em que se encontra submergida em duas direcções de Solos em Clown: Huellas – pre- estreno en Madrid en la Sala Bululú, e Paraíso em Barcelona.Trabalha com Leitura de Alma e crescimento Chamânico, algo que traz consigo há muitos, muitos anos... © NCV

27 de novembro de 2017

2º Festival Internacional de Palhaças: programa de "oficinas" curtas e longas para o público em geral

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"Clown comunitário e social ” e ”Palhaças do Mundo” são atividades diárais do Festival Bolina

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Para além dos espetáculos principais, no Cine-Teatro Mouzinho da Silveira, todas as manhãs, de 2ª a 6ª feira, as palhaças participantes no 2º Festival Bolina visitam no âmbito do “clown comunitário e social” o Hospital de Portalegre, Lares e Centros de Dia (Castelo de Vide, Póvoa e Meadas, Montargil, Elvas), Escolas (Castelo de Vide) e outras instituições, Mercados municipais e ruas.
”Palhaças do Mundo”
Por outro lado, todos os dias, antes dos espectáculos, haverá uma mostra de vídeos sobre as ”Palhaças do Mundo ”, com direcção de Manuela Castelo Branco (Brasil) . Acresce uma “Exposição nómada de fotografia ” sobre o mesmo assunto que estará patente no Cine-Teatro Mouzinho da Silveira. © NCV

Festival Bolina: Carolina Feliú com “Onde está a primavera?” hoje pelas 11 horas no Cine-Teatro

No quadro do Festival Bolina, hoje, sefgunda-feira é a vez de Carolina Feliú/Potencia Clown (Chile) apresentar “Onde está a primavera? ” no Cine-Teatro Mouzinho da Silveira . O espetáculo repete-se no dia 30 de Novembro (5ª feira) em Ponte de Sôr.
Clown, magia, marioneta, fantoches e reciclagem
Trata-se de um espectáculo onde se misturam diferentes disciplinas, clown, magia, marioneta, fantoches e reciclagem. Um solo de clown, estreado em 2013 em Barcelona e apresentado em diversos países: Brasil, Portugal, Dinamarca, Suiça e Chile.
Encenado por Johnny Melville pensado especialmente para o público infantil, faz, no entanto, rir tanto crianças como adultos. Potencia é a protagonista desta história e ela tem o trabalho de cuidar e despertar a fada da Primavera, para que ela promova a mudança da estação. Potencia não foi muito boa guardiã e adormeu. Quando acorda, repara que a fada da Primavera não está, começa a procurá-la mas não a encontra. Um jornal gigante dá-lhe a primeira pista... a Primavera foi raptada e sem Primavera o mundo entristece, as cores desaparecem e as flores não crescem...
A chilena Carolina Feliú
Carolina Feliú é licenciada em artes cénicas, com especialização em artes circenses, pela Universidad la República, de Santiago do Chile.
No ano de 2010 ministrou oficinas de expressão corporal no VI Festival Internacional de Arte Coreográfica Contemporânea Danza Extrema (Escola de Dança Nandehui).
No mesmo ano foi professora de artes cénicas em Veracruz, México, país onde foi, durante um semestre, professora de aulas de teatro para adolescentes, na escola Xpresion.
Desde 2009 realiza as oficinas “Creación y Juegos” para jovens e adultos e de circo para crianças, em diversos centros culturais do Chile. Fez também a oficina “Trapácio” no Uruguai e na Bolívia.
De 2009 a 2012 faz parte da criação da produtora www.bichoseventos.cl, onde trabalha como produtora executiva e criativa, desenvolvendo espectáculos e oficinas de teatro e encenando espectáculos de teatro infantil e circo, já apresentados em empresas como a Watts, Tisen, 360
Visión, bem como em escolas.
Faz parte da fundação do programa Saludarte, um projecto focado na promoção de uma vida saudável e financiado pelo ministério da saúde chileno, cujas apresentações têm lugar em praças, centros de saúde, hospitais e escolas por todo o país. © NCV

26 de novembro de 2017

Festival Bolina no Cine-Teatro Mouzinho da Silveira: Catarina Mota apresenta hoje o solo "Chou!"

Depois do desfile pelas ruas da Vila e da Gala de Palhaças de ontem, hoje Domingo é a vez de uma palhaça portuguesa subir ao palco do Cine-Teatro Mouzinho da Silveira (21 horas), no quadro do desenvolvimento do Festival Bolina 2017.
Conto de clown poético

Neste conto de clown poético descobrimos Diva Maria (Clown de Catarina Mota) e a sua bela obsessão pela ópera e seus cantores. 
Diva Maria nasceu apenas Maria, mas acreditou que em algum passo do caminho seria a sua vez de brilhar, logo mudou o nome, para de certa maneira estar preparada quando o momento chegasse. 
Escola do Chapitô
Catarina Mota, actriz e palhaça, estudou cenografia, figurinos e adereços na EPAOE (Chapitô, Lisboa). Colaborou como actriz física e clown desde 2009 até 2015 em diversos projectos de animação e de cariz social, com a associação cultural e escola de circo Chapitô. 
Entre 2011 e 2015 fez parte, em conjunto com a actriz e palhaça Eva Ribeiro, da companhia de palhaçaria feminina MadameNezRouge, com a qual criou e apresentou diversos espetáculos de clown. 
Trabalhou e estudou com mestres como Pepe Nunez, Ana Piu, Andreas Piper, Susana Cecilio, José Carlos Garcia, João Calixto, José Carlos Barros, Amândio Anastácio, entre tantos outros. Em 2015 estreou o solo de clown chamado Chou! que apresentou em Portugal, Uruguai e Brasil. Em paralelo, trabalha com teatro de marionetas e tem formação continua em dança e canto. © NCV

Alentejo 360: palhaças do Festival Bolina desfilaram pela Vila até ao Sábado Vivo no Jardim Grande


O início do Bolina - Festival Internacional de Palhaças desenhou-se com um desfile e um espectáculo de Desparpajo Clown (Chile), este sábado em Castelo de Vide.
O evento que, entre outras causas, apela ao fim da violência contra as mulheres, arrancou no Dia Internacional Pela Eliminação da Violência de Género. © Alentejo 360/NCV

25 de novembro de 2017

Festival Bolina 2017:
desfile de abertura pelas ruas da vila (10:30 horas)
e “gala das palhaças” (21 horas) no Cine-Teatro

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O Bolina - Festival Internacional de Palhaças começa hoje em Castelo de Vide com um desfile de abertura que se inicia pelas 10:30 horas na Igreja de São João Baptista e termina no Parque João José da Luz, onde decorre hoje a edição de Novembro do Sábado Vivo.
As palhaças chegam para o desfile de abertura do Bolina - Festival Internacional de Palhaças – e navegam já pelas principais ruas da vila acompanhadas de música e muita alegria. 
Chegam de outras terras, de tantos países, vêm de bicicleta, de patins, equilibrando-se numa bola, baloiçam no trapézio, empurram uma burra. Surpreendem e surpreendem-se no caminhar. 
Abraçam a vizinhança que encontram porque cada pessoa é uma amiga nova a descobrir! Entram nos estabelecimentos, decifram as pedras da rua, alegram quem virem por perto porque, certo é, estão bem contentes de aqui estar, a alegria é contagiante e estas palhaças festejam cada dia como o dia de festa mais especial que viveram em toda a vida. 
Gala das Palhaças no Cine-Tatro (21 horas)
Espectáculo cheio de surpresas geradas pelos curtos números clown apresentados pelas palhaças presentes no festival, com especial destaque para vermos artistas que não apresentam espectáculos noutras noites. A particularidade de assistir a uma Gala de Palhaças é que se trata de um espectáculo único e irrepetível, uma vez que a conjunção que traz estas artistas juntas para o mesmo palco, muito dificilmente se voltará a realizar. Vais perder a oportunidade de assistir a isto? 
Palhaças de Portugal, Eslovénia, E. Espanhol, Chile, Argentina, Uruguai, Catalunha, País Basco, Áustria e França podem muito bem chegar a fazer-te sorrir ou rir nesta primeira noite do festival. © NCV

24 de novembro de 2017

Bolina - 2º Festival Internacional de Palhaças junta por 8 dias em Castelo de Vide 40 artistas de 10 países

Começa amanhã, sábado 25 de Novembro, a 2ª edição do Bolina – Festival Internacional de Palhaças que decorre até 3 de Dezembro no distrito de Portalegre tendo como epicentro a vila de Castelo de Vide. O programa envolve em 8 dias 14 espectáculos, 13 oficinas de formação, mais de 30 palhaças de 10 países, mostra de vídeoclown, exposição de fotografia, entramos num castelo, duas igrejas, três teatros, muitas ruas, dois mercados, um hospital, muitos lares e centros de dia e algumas escolas.
São esperados cerca de 40 artistas (mais de 30 são palhaças profissionais) oriundas de Portugal, Espanha, França, Áustria, Eslovénia, Brasil, Uruguai, Chile e Argentina vão intervir com a sua arte junto de instituições de solidariedade social (hospital, lares, centros de dia), nas ruas e praças, nas escolas, nos teatros. Apresentam espectáculos, guiam oficinas de formação e animam quem mais precisa.

“Colocar o riso na boca da gente”

Trata-se de um festival onde a intervenção social e solidária são palavras fortes para estas artistas que se deslocam ao distrito menos populoso de Portugal para “colocar o riso na boca da gente”. E fazem-no também para partilhar o seu trabalho pelo mundo. Muitas delas navegam diariamente com Organizações não Governamentais trabalhando, como palhaças, em hospitais, estabelecimentos prisionais, campos de refugiados, zonas de guerra, etc. Por isso o festival Bolina “levanta bandeiras de causas palhaças”.
Cada dia, uma causa: palhaças pela eliminação da violência contra as mulheres, por um mundo mais verde, pela educação das meninas, pela paz, pelo fim das fronteiras, pela igualdade, para que toda a gente possa sorrir, para que – como exigia a Payasos Sin Fronteras – o riso seja declarado património da humanidade.
Mais solidariedade no alojamento das artistas que acontece nas casas da população que acedeu à campanha “Uma palhaça em tua casa”. E ainda, 50% das refeições resultam de donativos institucionais e de trocas de serviços. © NCV