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20 de fevereiro de 2015

Buscas da GNR em Alcains, Estremoz e Sousel recuperam objecto roubados

Durante todo o dia 18 de fevereiro de 2015 foram realizadas 8 buscas domiciliárias, no âmbito de um processo em investigação por crimes de furto qualificado que decorre no Núcleo de Investigação Criminal de Ponte de Sôr.
Resultante dessas diligências, realizadas nas localidades de Alcaíns (distrito de Castelo Branco), Estremoz (distrito de Évora) e Sousel (distrito de Portalegre), foi possível recuperar parte dos objetos que tinham sido furtados ao início do mês de janeiro de 2015, bem como dinheiro presumivelmente proveniente da venda dos objetos que entretanto ainda não foram encontrados. Destaca-se a recuperação e apreensão de 142,8 gramas de ouro, diversos objetos em prata, sete telemóveis, uma máquina expositora de venda de brindes, um computador portátil, com um valor estimado superior a 5.000€. Além destes objetos foram apreendidos 2250 euros em notas, supostamente provenientes da venda de objetos furtados, bem como alguns utensílios e ferramentas utilizadas para executar os furtos.
Foram ainda constituídos arguidos e sujeitos a termo de identidade e residência dois indivíduos do sexo masculino, maiores de idade, sendo um de nacionalidade portuguesa e outro romeno.
O processo continua em investigação na Secção de Informações e Investigação Criminal do Comando Territorial de Portalegre, constituindo estas operações de busca um marco importante na descoberta da verdade, na apresentação dos autores dos crimes à justiça e na manutenção do tão desejado clima de segurança e bem-estar nas populações do distrito de Portalegre. © NCV

17 de fevereiro de 2014

Rádio Portalegre:
PJ fez buscas na Câmara Municipal de Marvão


A Policia Judiciária (PJ) efetuou buscas na Câmara de Marvão, numa operação relacionada com uma ata da reunião do executivo municipal que foi corrigida “indevidamente” pelos serviços administrativos do município.
Contactado pela Rádio Portalegre, o presidente da Câmara de Marvão, Victor Frutuoso, confirmou a realização das buscas no edifício dos Paços do Concelho, adiantando que os inspetores da PJ levaram alguns documentos e inquiriram algumas pessoas relacionadas com o caso que está em investigação.
O autarca explicou que na base desta investigação está “um lapso” do responsável pelos serviços administrativos do município que corrigiu “indevidamente” uma ata da reunião camarária.
De acordo com Victor Frutuoso na versão inicial da ata era referida a participação de um vereador na votação de uma deliberação camarária na qual o autarca não podia participar.
Victor Frutuoso acrescentou que o vereador em causa não participou na votação, mas o seu nome foi incluído “por lapso” na ata como tendo votado na deliberação, sendo que quando o funcionário se apercebeu do erro, corrigiu a ata, mas fê-lo “indevidamente”. © Gabriel Nunes/Rádio Portalegre