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16 de fevereiro de 2016

PS e OE 2016: há alternativa para o país
- crescimento e o aumento do emprego

O Orçamento de Estado para 2016 apresentado pelo governo tem como grandes objetivos o favorecimento do crescimento económico, a criação de emprego, a melhoria da proteção social e assegurar o rigor das contas públicas com a diminuição do défice e da dívida pública. O documento foi explicado durante uma sessão de esclarecimento, realizada ontem na Escola de Hotelaria de Turismo, em Portalegre, promovida pela Federação Distrital do Partido Socialista e que contou com a presença do Secretário de Estado dos Assuntos Fiscais, Fernando Rocha Andrade, e o líder socialista no distrito e deputado, Luís Moreira Testa.
Reverter o que foi mal feito
Numa iniciativa que contou com a participação de militantes do PS mas também com cidadãos interessados em saber mais acerca do orçamento para o presente ano. Luís Moreira Testa realçou a forma responsável como o orçamento foi preparado e concebido e que o objectivo do governo liderado por António Costa não é de reverter tudo o que foi feito pela equipa de Passos Coelho. “O objectivo é o de reverter aquilo que foi mal feito”, salientou.
Fortalecer a economia
Por sua vez, Fernando Rocha Andrade salienta a necessidade de consolidar as contas públicas não por via dos cortes e da austeridade, mas através de um fortalecimento da economia portuguesa. “É mais saudável para o país que a consolidação orçamental seja feita através de um maior crescimento e um maior emprego. Quando a economia não cresce e quando não há emprego, também não há receita fiscal, também não há contribuições para a segurança social. Portanto, as políticas que aparentemente procuram reduzir o défice e a dívida acabam, por essa via, por agravar o próprio problema de finanças públicas que aparentemente procurariam resolver”, afirmou. 
Crescimento deve beneficiar todos
O responsável governamental realçou a consciência social das políticas consagradas no orçamento para tornar o país mais justo e melhor. “As sociedades modernas e desenvolvidas baseiam-se num contrato social em que aqueles que são mais desfavorecidos, ou tiveram uma infelicidade, ou se encontrem em situação de carência, tenham uma rede de proteção. A economia tem de crescer ao mesmo tempo que são preservadas as políticas de proteção social que fazem com que esse crescimento, no fundo, beneficie todos.”
Aumento do rendimento das famílias
O governo inscreveu mecanismos no orçamento como o fim dos cortes das pensões, dos vencimentos dos funcionários públicos e da sobretaxa de IRS, a reposição o rendimento social de inserção, do complemento solidário para idosos, das prestações familiares como o abono de família e das atualizações das pensões, a redução da taxa do IVA da restauração, e do valor global das taxas moderadoras, a aceleração da execução dos fundos comunitários, entre outros.
Das medidas descritas, destaque para as que têm como principal propósito o “aumento do rendimento das famílias” que “é elemento essencial do crescimento porque nem todas as empresas em Portugal são exportadoras e mesmo as que são, não exportam a totalidade da sua produção”, sustentou Fernando Rocha Andrade. E exalta duas virtudes desta política: “acorre às dificuldades das famílias e também das empresas”, pois estas passam a ter mais mercado. 
Apoiar as empresas: verbas comunitárias disponíveis há um ano e meio
Para além disso, defende que “é preciso também apoiar a forma como as empresas investem” e para isso é que o governo já começou a libertar verbas comunitárias disponíveis há um ano e meio mas que ainda não tinham sido colocadas à disposição das empresas.
Pode ouvir diretamente as declarações seguintes:

9 de novembro de 2014

António Costa hoje à tarde em Portalegre


No âmbito da campanha para Secretário-Geral do Partido Socialista, António Costa desloca-se esta tarde (18 horas) a Portalegre, para fazer a apresentação da sua Moção Nacional de Estratégia Global "Agenda para a Década" e das linhas orientadoras do seu projecto para o País.
O encontro com os militantes e simpatizantes do Partido Socialista decorrerá no Auditório da Escola Superior de Educação, na cidade capital de distrito. © NCV

27 de setembro de 2012

USNA/cgtp-in reuniu
com a Caritas Diocesana e com o IPP

A União dos Sindicatos do Norte Alentejano (USNA) reuniu, a seu pedido, com a Direcção da Caritas Diocesana de Portalegre e Castelo Branco e com a Presidência do Instituto de Politécnico de Portalegre, “para dar a conhecer a sua preocupação face à situação que se vive no distrito de Portalegre e dar a conhecer as propostas e iniciativas do Movimento Sindical”. 
A reunião com a Caritas, realizada na terça-feira dia 25 de Setembro, contou com a presença do Presidente dessa instituição e "permitiu uma interessante troca de opiniões sobre a situação vivida por centenas de famílias e a necessidade de serem encontrados caminhos que as retirem da pobreza". 
Ontem, dia 26 de Setembro, uma delegação da USNA/cgtp-in constituída pelo Coordenador e um membro da Comissão Executiva, foi recebida no IPP pelos seus Presidente e Vice-Presidente, “a quem colocaram a situação vivida pelos trabalhadores” e “apresentaram as propostas da CGTP-IN”. 
Esta ronda de visitas que a USNA/cgtp-in solicitou a diferentes entidades da região, continuará amanhã sexta-feira, dia 28, dia em que a USNA/cgtp-in será recebida pela Presidência da Federação Distrital do Partido Socialista. A reunião terá lugar na sede distrital do Partido Socialista e início às 17 horas. © NCV

5 de novembro de 2010

Cecília Oliveira eleita para o Secretariado da Federaçao de Portalegre do Partido Socialista

No passado dia 2 de Novembro, pelas 21 horas, e no seguimento do XIV Congresso Federativo de Portalegre e como previsto pelos Estatutos do Partido Socialista, realizaram-se as eleições para a Mesa da Comissão Política Distrital e para o Secretariado da Federação, na sede da Federação Distrital, sito na Av. do Bonfim, em Portalegre, de que resultou a seguinte composição após votação:
Mesa da Comissão Política Distrital
Presidente - Albano António Sousa Varela Silva (concelhia de Portalegre)
1.º Secretário - Marco António Barreto Lourenço de Oliveira (concelhia de Nisa)
2.º Secretário - Jorge Manuel Gama Grifo (concelhia de Campo Maior)
Secretariado da Federação
Presidente - Jorge Manuel Martins Jesus (concelhia de Gavião)
Isabel Maria Ramos Raminhas (concelhia de Campo Maior)
Miguel Alexandre Ferreira Rasquinho (concelhia de Monforte)
Nuno Miguel Fernandes Mocinha (concelhia de Elvas)
Cecília Jesus N. C. Videira Oliveira (concelhia de Castelo de Vide)
Manuel de Jesus Nicolau Marques (concelhia de Portalegre)
Rui Manuel Varela B. Henriques (concelhia de Avis)
João José de Carvalho Taveira Pinto (concelhia de Ponte de Sor)
João Jerónimo Machadinha Maia (concelhia de Sousel)
Carlos Alberto Lagarto Flores (concelhia de Arronches)
Sandra Maria Sias Cardoso – DFMS (concelhia do Crato)