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“Doçura, Fundura, Sepultura” é um concerto teatral intimista, que mistura cancioneiros: por um lado, o de Rita Olivaes, letrista e cantora portuguesa, que nos anos 60 fez parte do movimento dos baladeiros; por outro lado, canções de outras mulheres alentejanas suas contemporâneas, que foram poetas populares. Em comum, todas estas mulheres têm o facto de ter escrito e, por
vezes, cantado a partir das suas próprias vidas, dos afetos, do trabalho, da dureza dos dias e da imaginação de futuros possíveis.
Partindo deste encontro de vozes femininas que escreveram para a resistência, o espetáculo constrói uma experiência de proximidade radical. © NCV

