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10 de abril de 2024

Cristina Taquelim e Lorena Nobel animaram a Feira do Livro no Dia Internacional do Livro Infantil

Fotos © CMCV/NCV
No passado dia 2 de Abril, o público infantil foi o principal foco de atenção na XXXVII edição da Feira do Livro de Castelo de Vide.
Durante a manhã Cristina Taquelim, mediadora de leitura, contadora de histórias, bibliotecária e com Licenciatura em Psicologia Educacional, encantou miúdos e graúdos com “Histórias que Cabem num Ouvido”.
Segundo Cristina Taquelim as suas histórias são histórias de “escutar e repetir, escutar e repetir”, e são bem pequenas para que “fiquem no ouvido”.
Foi “um momento divertido e ao mesmo tempo potenciador no desenvolvimento de competências cognitivas e criativas nas crianças”, segundo referiu a vereadora Helena Esteves.
No período da tarde, Lorena Nobel, autora do livro “Quando Blufis ficou em Silêncio”, apresentou a sua obra e contou com a presença de alguns amigos para complementar a apresentação.
A história conta as aventuras de um grupo de amigos na busca de canções roubadas por uma mãe, que acredita não ser capaz de cantar para o seu bebé. Uma história encantada e divertida, perfeita para contar antes de adormecer. © NCV

12 de agosto de 2022

Festival VIDE: as “histórias que cabem num ouvido” de Cristina Taquelim hoje no Jardim de Póvoa e Meadas

Clicar na imagem para ampliar o cartaz.
No âmbito do VIDE - Festival de Artes pela Rua, Cristina Taquelim traz as suas “histórias que cabem num ouvido” ao Jardim do Rossio em Póvoa e Meadas, esta sexta-feira dia 12 de Agosto a partir das 21:30 horas.
São mínimas estas histórias, tão mínimas que às vezes fica divertido, escutar e repetir, escutar e repetir, para que mesmo pequenas, elas fiquem no ouvido.
Cristina Taquelim (Lagos, 1964) é uma “mediadora de leitura e contadora de histórias, bibliotecária de profissão e licenciada em Psicologia Educacional.
Foi entre 1990 e 2020, técnica da Biblioteca Municipal de Beja. Gosta de escrever cartas e tem o vício da metáfora. Às vezes duvida. Tem voz grave. Gosta de contar. Às vezes escreve. Ainda teme a morte. Recusa-se a viver sem estar espantada por existir. © NCV