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28 de maio de 2017

Escultura do gafetense João Aires Garcia
até 19 de Junho no átrio dos Paços do Concelho

Clicar na imagem para ampliar o cartaz.
João Coelho Aires Garcia é natural de Gáfete, concelho de Crato e residente em Portalegre. Tem 63 anos e está aposentado. Os primeiros contactos com a pedra aconteceram aos 11 anos. Habitualmente, depois de executar as tarefas que lhe estavam destinadas ia levar o almoço ao trabalho do pai. Um dia, o pai disse-lhe: “senta-te e vê como se faz!”. Sentou-se e observou. Mas o seu sonho era ser carpinteiro, por isso fazia tudo para evitar muitos contactos com a pedra. 
Acabou por se resignar e entregou-se à profissão do pai. Depois foi para a tropa e ao regressar conseguiu emprego como operário fabril que era uma vida de trabalho um pouco mais confortável do que o bater pedra. 
Mas a semente tinha sido lançada no seu espírito e quando ficou com uma vida mais livre foi buscar as ferramentas e começou a esculpir a pedra usando o seu instinto e criatividade. Apanhou-lhe o gosto e hoje o trabalho em pedra funciona como uma terapia para o seu espírito especialmente quando constatou que o seu trabalho tinha qualidade. 
Entretanto e com intuitos meramente pedagógicos realiza exposições com as suas peças para que as crianças das escolas possam ver o que se pode fazer e o prazer que se pode tirar ao trabalhar a pedra. © NCV




14 de maio de 2017

Escultura do gafetense João Aires Garcia até 19 de Junho no átrio dos Paços do Concelho

Clicar na imagem para ampliar o cartaz.
João Coelho Aires Garcia é natural de Gáfete, concelho de Crato e residente em Portalegre. Tem 63 anos e está aposentado. Os primeiros contactos com a pedra aconteceram aos 11 anos. Habitualmente, depois de executar as tarefas que lhe estavam destinadas ia levar o almoço ao trabalho do pai. Um dia, o pai disse-lhe: “senta-te e vê como se faz!”. Sentou-se e observou. Mas o seu sonho era ser carpinteiro, por isso fazia tudo para evitar muitos contactos com a pedra. 
Acabou por se resignar e entregou-se à profissão do pai. Depois foi para a tropa e ao regressar conseguiu emprego como operário fabril que era uma vida de trabalho um pouco mais confortável do que o bater pedra. 
Mas a semente tinha sido lançada no seu espírito e quando ficou com uma vida mais livre foi buscar as ferramentas e começou a esculpir a pedra usando o seu instinto e criatividade. Apanhou-lhe o gosto e hoje o trabalho em pedra funciona como uma terapia para o seu espírito especialmente quando constatou que o seu trabalho tinha qualidade. 
Entretanto e com intuitos meramente pedagógicos realiza exposições com as suas peças para que as crianças das escolas possam ver o que se pode fazer e o prazer que se pode tirar ao trabalhar a pedra. © NCV