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22 de fevereiro de 2012

Grupo dos Amigos de Olivença sensibiliza partidos políticos para “necessária denúncia e rejeição” do projeto de “representação da Guerra das Laranjas”


“A Direção do Grupo dos Amigos de Olivença no quadro do seu permanente relacionamento com os órgãos de soberania do Estado Português e a propósito da necessária denúncia e rejeição do projeto de realização de uma «mega-representação da guerra das laranjas» altamente lesivo dos interesses nacionais, pelo atual «Ayuntamiento» de Olivença, foi recebido durante este mês de fevereiro na Assembleia da República, sucessivamente pelo Bloco de Esquerda, pelo Partido Comunista Português e pela comissão Parlamentar de Negócios Estrangeiros e ainda no (…) dia 21/02/2012 pelas 11 horas, pelo partido «Os Verdes».

A direção do GAO felicita-se do bom acolhimento recebido e da unânime indignação por todos demonstrada, já com reflexos nas reações partidárias tornadas públicas e espera que os órgãos de soberania da República Portuguesa desenvolvam os esforços diplomáticos necessários para pôr fim a este projeto”.

A direção do Grupo dos Amigos de Olivença

2 de junho de 2009

Obras na Ponte da Ajuda:
é hoje a audiência de Julgamento
no Tribunal da Relação de Évora

O Tribunal da Relação de Évora agendou para hoje dia 2 de Junho, às 15 horas horas, a Audiência de Julgamento no processo penal suscitado contra o Ministro do Fomento de Espanha, o Director-Geral de Carreteras, a Sociedade Freyssinet, SA, o IPPAR e a Câmara Municipal de Elvas, em que é recorrente o Grupo dos Amigos de Olivença (GAO).

De acordo com uma nota do GAO, esta audiência designada “é de interesse evidente pelo assunto que deu causa ao processo - a responsabilização jurídico-penal da actuação não autorizada de entidades espanholas na Ponte da Ajuda e da passividade das autoridades portuguesas - e é de manifesta importância e actualidade pelo significado e pelas implicações que resultam da qualidade das entidades em escrutínio nos autos”. © NCV

20 de maio de 2008

O Grupo de Amigos de Olivença
e os 207 Anos de Ocupação de Olivença

Em 20 de Maio de 1801 Olivença foi tomada pelo exército espanhol. Desde então, a «Nobre, Leal e Notável Vila de OLlivença» - divisa que lhe foi atribuída em reconhecimento do seu papel na História de Portugal - encontra-se sob domínio do país vizinho, em flagrante violação do Direito Internacional e como exuberante manifestação das suas intenções hegemónicas - como refere em comunicado a Direcção do Grupo de Amigos de Olivença.
"Acompanhando a posição político-diplomática e o direito constitucional do Estado português, que não reconhece legitimidade na ocupação de Olivença, esta Associação vem sustentando, há largas dezenas de anos, a portugalidade de Olivença e, consequentemente, que seja resolvido o litígio que opõe os dois Estados peninsulares".

"Conhecendo a delicadeza que a Questão de Olivença sempre apresentou no relacionamento peninsular, o Grupo dos Amigos de Olivença entende que a assunção frontal, pública e desinibida do diferendo, colocando-o na agenda diplomática luso-espanhola, constituirá um factor que muito poderá contribuir para aprofundar as relações de boa vizinhança e amizade entre Portugal e Espanha".
"Pedindo às Autoridades nacionais que tomem as medidas apropriadas para a defesa da Cultura Portuguesa em Olivença", o Grupo dos Amigos de Olivença "exorta os portugueses, detentores da Soberania Nacional, a lembrarem a portugalidade de Olivença, repudiando dois séculos de alheamento e dando satisfação à História, à Cultura, ao Direito e à Moral". © NCV

1 de maio de 2008

Grupo de Amigos de Olivença
recorda o Manifesto de de Maio de 1808

“Passam hoje duzentos anos sobre o Manifesto de 1 de Maio de 1808, acto legislativo do Príncipe-Regente após a chegada da Corte Portuguesa ao Brasil na sequência da invasão francesa comandada por Junot, pelo qual o Governo Legitimo e Soberano de então declarou «nulo e de nenhum efeito» o Tratado de Badajoz, assinado sob a coacção dos exércitos espanhóis e franceses, sete anos antes.
Assim foi repudiada a ocupação de Olivença por Espanha, alcançada com um acto de guerra que nem o Direito de então havia de admitir, conforme veio a explicitar o Congresso de Viena, em 1815.
Com o Manifesto de 1 de Maio de 1808, Portugal jamais reconheceu ou aceitou a ocupação de Olivença pelo Estado espanhol, posição que obteve e tem consagração constitucional.
O Manifesto, proclamação da perenidade e independência de Portugal, visto por todos os portugueses como indicação para a insurreição contra os invasores, teve para os oliventinos, em particular, o significado de que a sua Pátria não os esquecia e não os abandonava.
Duzentos anos de separação forçada não apagaram a identidade mais profunda e verdadeira de Olivença. O reencontro de Olivença e Portugal, sustentado na História, na Cultura, no Direito e na Moral, sendo uma promessa por cumprir, é desafio para ambas as margens do Guadiana”.
Lisboa, 01 de Maio de 2008


23 de fevereiro de 2008

Livro “Olivença e Juromenha - uma história por contar” apresentado no Instituto Diplomático do MNE

Vai ser apresentada, no próximo dia 28 de Fevereiro, ao final da tarde, no Palácio das Necessidades (Instituto Diplomático - MNE, Largo do Rilvas, Lisboa), o livro «Olivença e Juromenha - uma história por contar», da Professora Ana Paula Fitas, sua tese de Doutoramento.
A apresentação do livro será feita pelo Professor Doutor Armando Marques Guedes e pelo General Loureiro dos Santos

O tema do livro, que resulta da sua tese de Doutoramento da autora, e também já foi defendido pela autora em colóquio do Grupo de Amigos de Olivença, “merece a atenção de todos, a que acresce o significado e o relevo da sua apresentação no ID – MNE”, de acordo com os termos de um comunicado daquela organização.
© NCV