Mostrar mensagens com a etiqueta Igreja de S. João. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Igreja de S. João. Mostrar todas as mensagens

20 de abril de 2025

Fotorreportagem: espetáculo “Canta-me Histórias” com TIM encheu a pequena Igreja de S. João
- mas espaço foi curto para acolher todo o público

Fotos © CMCV/NCV
Fotos © CMCV/NCV
A Igreja de S. João Batista foi pequena para acolher os espetadores interessados em assistir ao espetáculo “Canta-me Histórias” com TIM e as portas fecharam-se ainda antes da hora deixando fora talvez duas vezes mais pessoas do que as privilegiadas, o que levantou de imediato diversas vozes críticas.
Realizar este espetáculo num espaço tão exíguo e sem as condições mínimas para realizações desta previsível dimensão não terá sido a melhor decisão da organização e obrigou mesmo ao cíclico trabalho de desmontar e remontar a pouco promovida “Feira do Livro”.
Para a maior parte das vozes críticas, este foi claramente um momento negativo ou menos positivo na organização municipal da Semana de Páscoa em Castelo de Vide. Quando poderia até ter sido um momento alto das festividades, como chegou a ser prometido. © NCV

1 de abril de 2024

XXXVII Feira do Livro prossegue até ao próximo Domingo dia 7 de Abril na Igreja de S. João

Clicar na imagem para ampliar o cartaz.

A XXXVII edição da Feira do Livro de Castelo de Vide prossegue até ao próximo Domingo  dia 7 de Abril.  O evento está a decorrer mais uma vez na Igreja de S. João todos os dias entre as 10 e as 12 horas e das 13 às 17 horas.
Apresentação de livros e outras atividades
No programa destaca-se a apresentação de vários livros entre os quais ainda estão previstos “Quando Bufis ficou em silêncio” de Lorena Nobel (dia 2 de Abril) e “Salgueiro Maia” de Moisés Rosado e “Tudo de mim” de António Manuel Pacheco Busca (dia 6 de Abril). 
De referir ainda a sessão de contos “Histórias que cabem num ouvido” com Cristina Taquelim (dia 2 de Abril). © NCV 

24 de março de 2024

Fotorreportagem: XXXVII Feira do Livro abriu as suas portas até dia 7 de Abril na Igreja de S. João

Fotos © DR/NCV
A XXXVII Feira do Livro de Castelo de Vide abriu esta sexta-feira as suas portas na Igreja de S. João onde vai decorrer até dia 7 de Abril com um recheado programa que inclui a apresentação de 8 livros e diversas outras atividades culturais paralelas. © NCV

22 de março de 2024

XXXVII Feira do Livro com programa muito vasto até dia 7 de Abril na Igreja de S. João

Clicar na imagem para ampliar o cartaz.

A XXXVII edição da Feira do Livro de Castelo de Vide começa esta sexta-feira dia 22 de Março e estende-se até ao Domingo dia 7 de Abril.  O evento decorre mais uma vez na Igreja de S. João todos os dias entre as 10 e as 12 horas e das 13 às 17 horas, estando encerrado apenas no Domingo de Páscoa e no dia 1 de Abril,  segunda-feira de Páscoa e Feriado Municipal.
Apresentação de 8 livros
No programa destaca-se a apresentação de oito livros: “(A)Riscar em Castelo de Vide” e “(A)Riscar em Póvoa e Meadas”, de Luís Pedro Cruz (dia 24), “Destinos” de Ana Bela Santos e “Os pirilampos e as fadas e outros contos de Jorge Milheiro (dia 29), “Análise forense de documentos impressos” de Manuel Mourato e reedição da edição anotada da “Memória Histórica de Castelo de Vide” de César Videira (dia 30 de Março), “Quando Bufis ficou em silêncio” de Lorena Nobel (dia 2 de Abril) e “Salgueiro Maia” de Moisés Rosado e “Tudo de mim” de António Manuel Pacheco Busca (dia 6 de Abril). 
Outras atividades
De referir ainda uma matiné cultural com a professora Helena Fé e as suas Tunas Séniores (dia 23) a exposição “Mosaicos” de Luís Pedro Cruz e António Martins (dia 24), um “Momento Musical” com Vera Soldado (dia 29 ao serão) e a sessão de contos “Histórias que cabem num ouvido” com Cristina Taquelim (dia 2 de Abril). © NCV

 


18 de março de 2024

XXXVII Feira do Livro de 22 de Março até 7 de Abril na Igreja de S. João
- oito sessões de apresentação de livros

Clicar na imagem para ampliar o cartaz.
Começa na próxima sexta-feira dia 22 de Março e estende-se até Domingo dia 7 de Abril a XXXVII edição da Feira do Livro de Castelo de Vide.
O evento decorre mais uma vez na Igreja de S. João todos os dias entre as 10 e as 12 horas e das 13 às 17 horas, estando encerrado apenas no Domingo de Páscoa e no dia 1 de Abril, segunda-feira de Páscoa e Feriado Municipal. 
Apresentação de 8 livros
No programa destaca-se a apresentação de oito livros: “(A)Riscar em Castelo de Vide” e “(A)Riscar em Póvoa e Meadas”, de Luís Pedro Cruz (dia 24), “Destinos” de Ana Bela Santos e “Os pirilampos e as fadas e outros contos de Jorge Milheiro (dia 29), “Análise forense de documentos impressos” de Manuel Mourato e reedição da edição anotada da “Memória Histórica de Castelo de Vide” de César Videira (dia 30 de Março), “Quando Bufis ficou em silêncio” de Lorena Nobel (dia 2 de Abril) e “Salgueiro Maia” de Moisés Rosado e “Tudo de mim” de António Manuel Pacheco Busca (dia 6 de Abril). 
Outras atividades
De referir ainda uma matiné cultural com a professora Helena Fé e as suas Tunas Séniores (dia 23) a exposição “Mosaicos” de Luís Pedro Cruz e António Martins (dia 24), um “Momento Musical” com Vera Soldado (dia 29 ao serão) e a sessão de contos “Histórias que cabem num ouvido” com Cristina Taquelim (dia 2 de Abril). © NCV

7 de agosto de 2022

Senhora da Penha foi obrigada a descer à Vila onde foi acolhida por S. João na sua Igreja !

Castelo de Vide está a celebrar este fim-de-semana a Festa de Nossa Senhora da Penha (ver notícia AQUI)O dia propriamente dito é  o de 5 de Agosto, mas tradicionalmente a festa realiza-se sempre no primeiro fim-de-semana do mês. 
Para a história ficam as condições muito "sui generis" em que se realizam as festividades com as limitações de circulação na serra de S. Paulo a impedirem o arraial e mesmo as cerimónias religiosas na capela e no recinto.
Senhora da Penha obrigada a descer à Vila...
As circunstâncias e a Proteção Civil forçaram assim Nossa Senhora da Penha a deslocar-se para a Vila neste fim-de-semana (ver notícias em separado) onde foi acolhida pelo S. João na sua casa, ali lado a lado com o arraial popular na Praça D. Pedro V, na companhia e sob o olhar atento de Sua Majestade. 
Porque vale sempre a pena, resta-nos relembrar os espaços à volta da Capela de Nossa Senhora da Penha na fronteira Serra de S. Paulo e a lenda popular daqwuela que é considerada pela população como a padroeira de Castelo de Vide.
A cadeirinha
Ao subir para a Capela de Nossa Senhora da Penha, existe um assento de pedra, do lado esquerdo da escadaria de acesso, onde todos nos lembramos de nos sentar para dizer uma quadra que os mais velhos sempre nos ensinaram. Lembram-se ?
A quadra, que hoje lá está reproduzida, reza assim
“Cadeirinha de Nossa Senhora,
Cadeirinha do meu bem;
Onde se sentou Nossa Senhora
Sento-me eu também”

A Lenda
Reza a lenda da Senhora da Penha que, andando certo dia um pastor a guardar o rebanho, viu um grupo de malfeitores que planeavam roubar-lhe as ovelhas.
Tendo nessa altura invocado Nossa Senhora que apareceu ao pastor montada num burrinho, cujas pegadas ainda hoje podem notar-se no granito, transformou o dia em noite, impedindo assim que se consumasse o roubo.
O povo da Vila, vendo que na serra era de noite e sabendo posteriormente o que tinha acontecido, resolveu edificar uma capela à Senhora da Penha. Escolheu para o local o sítio do Pouso, situado no sopé da serra.
Mas cada vez que as obras eram iniciadas, eram misteriosamente destruídas, chegando o povo de Castelo de vide a montar guarda durante a noite para impedir tal destruição o que não resultou.
Só quando a capela se começou a construir no local da aparição é que foi possível completá-la e assim altaneira, olha a vila.

A Igreja
Esta igreja remonta ao séc. XVI. Fica situada no cimo da serra de São Paulo, a 1 km para Sudoeste de Castelo de Vide. O seu conjunto é constituído por três volumes: nave, capela-mor e sacristia.
A nave é trapezoidal, o tecto é em abóbada de berços e arranca de uma cornija recta. Na parede Norte há um nicho e uma pia em mármore para água benta. Na parede Oeste abre-se o arco triunfal de volta perfeita com uma porta gradeada em ferro, que comunica com a capela-mor. Todas as paredes são revestidas a azulejo branco até ao arranque da abóbada, junto ao solo há um rodapé de azulejos azuis e brancos formando xadrez.
A capela-mor de planta circular, o tecto é uma cúpula semiesférica. Na parede Norte abre-se uma fresta para iluminação e na parede oposta, o vão de acesso à sacristia.
O altar está colocado na parede Oeste, é de estilo barroco com um nicho ao centro que contem a imagem da Senhora da Penha.
Todo o conjunto é revestido a azulejos. Na fachada principal abrem-se três vãos: a porta principal, uma fresta gradeada à esquerda e sobrepujando a porta rasga-se um óculo em forma de trevo de quatro folhas, encimado por um painel de azulejos que representam a Senhora da Penha. No ângulo superior do frontão ergue-se uma cruz em granito. © NCV

Ver mais informações sobre  programa da Festa AQUI.

Conservação e limpeza da Fonte da Senhora da Penha pela Junta de Freguesia de São João Batista

 
Fotos © JFSJB/NCV
Fotos © JFSJB/NCV
No âmbito da realização da Festa de Nossa Senhora da Penha, e apesar de, por questões de segurança, este ano a mesma se realizar na Praça D. Pedro V e nas Igrejas de S. João e de Santa Maria, a Junta de Freguesia de São João Batista não deixou de proceder a trabalhos de conservação e limpeza da Fonte da Senhora da Penha, conforme as fotos documentam.
Por outro lado, os colaboradores da mesma Junta de Freguesia procederam a uma limpeza na Igreja de S. João Batista onde está previsto serem realizadas algumas das cerimónias religiosas.
E a imagem desceu até à Vila precisamente albergada na Igreja de S. João, onde foi adornada para a festa. © NCV
Fotos © C. Faustino/NCV

5 de agosto de 2022

Festa de Nossa Senhora da Penha decorre este fim-de-semana na Igreja de S. João e na Praça D. Pedro V

Foto © V.Oliveira/NCV
A Festa de Nossa Senhora da Penha realiza-se este fim-de-semana em Castelo de Vide. Mas as festividades este ano realizam-se na Vila, na Igreja de S. João Batista e na Praça D. Pedro V - e não na Capela e no recinto que lhe fica junto - devido ao facto de estar condicionado o acesso ao local da ermida por estar interditada a circulação na Estrada da Senhora da Penha entre o cruzamento da Estrada das Carreiras e a Fonte Nova por razões cautelares ligadas ao risco de incêndio rural.
A imagem da Senhora da Penha será deslocada, com autorização especial, esta sexta-feira para a Igreja de S. João onde decorrem todas as cerimónias religiosas, tendo lugar o arraial e a festa popular na Praça D. Pedro V.
Casa do Benfica e Paróquia de Castelo de Vide
A realização da Festa nestes moldes deve-se à insistência da organizadora Casa do Benfica em Castelo de Vide e da Paróquia local, apoiadas pela Câmara Municipal e pelas quatro Juntas de Freguesia do concelho e ainda com o empenhamento ativo de quase 4 dezenas de estabelecimentos locais.
Apesar de o cartaz-programa tornado público continuar a indicar a realização das cerimónias religiosas de Domingo (missa e procissão) na capela e no respetivo recinto, o NCV apurou que tal deve continuar a não ser autorizado.
Concerto de trompete e órgão sábado na Igreja Matriz
Amplos apoios à Festa.
A festa começa esta sexta-feira dia 5 pelas 18 horas com a recitação do terço na Igreja de S. João, seguindo-se a abertura do serviço de bar e restaurante a partir das 19 horas na Praça D. Pedro V.
No sábado o programa religioso inclui de nova a recitação do terço e uma missa de ação de graças a Nossa Senhora da Penha a partir das 18 horas na Igreja de S. João. Segue-se a abertura do serviço de bar e restaurante (19 horas) e um concerto de trompete e órgão pelas 21 horas na Igreja Matriz em louvor à Senhora da Penha.
Neste segundo dia, junta-se à festa a música ao vivo com os “Black:Sheep” programada para o final da tarde (18:30 horas) na Praça D. Pedro V.
No Domingo a missa deverá ser rezada pelas 12 horas na Igreja de S. João e a procissão pelas 18:30 deverá percorrer o centro da Vila (Carreira de Baixo e Carreira de Cima). © NCV

4 de agosto de 2022

Festa de Nossa Senhora da Penha no fim-de-semana trasladada para a Vila “por razões de segurança”
- Igreja de S. João e Praça D. Pedro V

Clicar na imagem para ampliar o cartaz.
Realiza-se este fim-de-semana em Castelo de Vide a Festa de Nossa Senhora da Penha. Mas as festividades este ano realizam-se na Vila, na Igreja de S. João Batista e na Praça D. Pedro V, devido ao facto de estar interdita a circulação na Estrada da Senhora da Penha entre o cruzamento da Estrada das Carreiras e a Fonte Nova por razões cautelares ligadas ao risco de incêndio rural.
A imagem da Senhora da Penha será deslocada, com autorização especial, esta sexta-feira para a Igreja de S. João onde decorrem todas as cerimónias religiosas, tendo lugar o arraial e a festa popular na Praça D. Pedro V.
Clicar na imagem para ampliar o cartaz.
A realização da Festa nestes moldes deve-se à insistência da organizadora Casa do Benfica em Castelo de Vide e da Paróquia local, apoiadas pela Câmara Municipal e pelas quatro Juntas de Freguesia do concelho e ainda com o empenhamento ativo de quase 4 dezenas de estabelecimentos locais.
O cartaz-programa tornado público continua no entanto a indicar a realização das cerimónias religiosas de Domingo (missa e procissão) na capela e no respetivo recinto, na esperança que tal ainda venha a ser autorizado, mas o NCV apurou que tal não deve ser autorizado.
Concerto de trompete e órgão sábado na Igreja Matriz
A festa começa esta sexta-feira dia 5 pelas 18 horas com a recitação do terço na Igreja de S. João, seguindo-se a abertura do serviço de bar e restaurante a partir das 19 horas na Praça D. Pedro V.
No sábado o programa religioso inclui de nova a recitação do terço e uma missa de ação de graças a Nossa Senhora da Penha a partir das 18 horas na Igreja de S. João. Segue-se a abertura do serviço de bar e restaurante (19 horas) e um concerto de trompete e órgão pelas 21 horas na Igreja Matriz em louvor à Senhora da Penha.
No Domingo a missa deverá ser rezada pelas 12 horas na Igreja de S. João e a procissão pelas 18:30 deverá percorrer o centro da Vila (Carreira de Baixo e Carreira de Cima). © NCV

27 de julho de 2018

Ciclo “Presença no Alto Alentejo” decorre este ano até Agosto em Castelo de Vide

Clicar na imagem para ampliar o cartaz.
A exposição em Portalegre no cinquentenário em 1977.
Decorre este ano em Castelo de Vide o Ciclo da “Presença no Alto Alentejo”, que teve início em Marvão no ano passado com o estudo realizado por Maria Mota sobre Branquinho da Fonseca. 
A iniciativa tem sequência este ano em Castelo de Vide com uma exposição e evocação sobre Francisco Bugalho e prosseguirá no próximo ano, com o cinquentenário da morte de José Régio, em Portalegre. 
Pretendem os promotores que o ciclo continue nos três concelhos, criando um programa cultural que dê destaque a estes três “presencistas”, já que, no dizer de David Mourão Ferreira, foi o Alto Alentejo que acabou por os reunir. Será acima de tudo uma oportunidade para valorizar e divulgar este movimento literário que tanta importância teve na primeira metade do séc. XX. 
Três exposições na Igreja de S. João 
Foto © J. Ventura/NCV
Deste modo, hoje sexta-feira, dia 27, às 18 horas serão inauguradas na Igreja de São João Baptista, as exposições: “O que foi a Presença: uma leitura a 90 anos de distância”, “Francisco Bugalho e a Presença” e ainda “Francisco Bugalho e Cristovam Pavia, dois poetas de Castelo de Vide”. 
Amanhã sábado, também pelas 18 horas, na Quinta das Palmeiras, o filho do poeta, João Filipe Bugalho, convida para uma evocação a Francisco Bugalho após o que será visitado o escritório do poeta e mostrados alguns documentos originais. Participa também Fernando B. Martinho. 
Lançamento da antologia “Cristovam 35+15” de Cristovam Pavia 
O momento será ainda oportunidade para o lançamento da antologia “Cristovam 35+15”, livro de poemas de Cristovam Pavia (filho de Francisco Bugalho) editado pela Opera Omnia marcando a passagem este ano (em 13 de Outubro próximo) dos 50 anos da sua morte. 
“Presença – Folha de Arte e Crítica” nasceu há 91 anos 
A revista “Presença – Folha de Arte e Crítica” nasceu há 91 anos e constituiu uma publicação que marcou de forma permanente a história do modernismo em Portugal. 
A Presença foi lançada, em Coimbra a 10 de Março de 1927, por José Régio, Branquinho da Fonseca e Gaspar Simões, tendo sido publicados 54 números até à sua extinção em 1940. 
A Presença foi essencial para divulgar no país autores estrangeiros como Proust, Ibsen, Dostoiesvky, Jorge Amado ou Cecília de Meireles, e contou ao longo dos 13 anos de existência com a colaboração de grandes nomes da cultura portuguesa como Edmundo de Bettencourt, António Navarro, Casais Monteiro, Júlio Maria dos Reis Pereira (conhecido por Julio, enquanto artista plástico, e por Saul Dias, enquanto poeta), Miguel Torga, Irene Lisboa, João Gaspar Simões, Mário Eloy, Arpad Szenes e Vieira da Silva, Almada Negreiros e Sarah Afonso, entre outros. © NCV