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20 de junho de 2026

Maria Belo Costa (“PédePano”) apresentou “Dançário” aos alunos mais jovens do Agrupamento de Escolas

Fotos © AECV/NCV
Fotos © AECV/NCV
Foi apresentado na segunda e terça-feira desta semana aos alunos da educação pré-escolar e dos 1º e 2º anos de escolaridade um projeto de dança intitulado “Dançário”.
A apresentação foi efetuada na Sala Polivalente do Agrupamento de Escolas de Castelo de Vide por Maria Belo Costa e pela sua “PédePano” - Projectos Culturais.
As coreografias apresentadas foram previamente trabalhadas com as crianças, resultando num trabalho final repleto de magia, em que os alunos foram os principais protagonistas. © NCV

2 de abril de 2026

XXXIX Feira do Livro no Cine-Teatro:
Maria Belo Costa apresentou livro de Raquel Salgueiro e animação de leitura por Luís Ensinas

Apresentação de livro de Raquel Salgueiro. Fotos © CMCV/NCV

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No âmbito da XXXIX Feira do Livro, decorreu na última segunda-feira, dia 30 de Março, no Cine-Teatro Mouzinho da Silveira a apresentação da obra de Raquel Salgueiro “Assim como tu” (ver notícia AQUI), que contou com apresentação de Maria Belo Costa.
Tendo como ponto de partida este livro considerado para todas as idades, a autora convocou os presentes para o palco e proporcionou uma atividade didática em torno da história.
Animação de leitura com Luís Ensinas
O Cine-Teatro Mouzinho da Silveira foi palco de uma animação de leitura pelo técnico da Biblioteca Municipal de Portalegre Luís Ensinas, o primeiro evento dedicado ao público infantil.
Estiveram presentes as crianças do Pré-Escolar do Agrupamento de Escolas de Castelo de Vide e do Centro Paroquial de Assistência de Castelo de Vide e ainda as que frequentam, nesta altura de férias escolares, as diversas atividades de ocupação dos tempos livres. © NCV
Animação de leitura com Luís Ensinas. Fotos © CMCV/NCV


8 de outubro de 2025

Espetáculo “O Tempo das Coisas ou os Processos da Lentidão” pela mão de Maria Belo Costa sábado no CAE de Portalegre

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Sábado no CAE de Portalegre: “O Tempo das Coisas ou os Processos da Lentidão” pela mão de Maria Belo Costa leva à cena no próximo sábado no CAE de Portalegre (21horas) o projeto “O Tempo das Coisas ou os Processos da Lentidão” , um projeto multidisciplinar de que assegura a direção artística, cocriação e a interpretação.
“O Tempo das Coisas ou os Processos da Lentidão” é um projeto multidisciplinar, que interpela o conceito de lentidão na sua relação com a velocidade, desafiando as relações do corpo na contemporaneidade, através da interseção entre a dança e a performance. Cocriado e interpretado por Maria Belo Costa e Peter Michael Dietz, materializa-se num objeto performático, que visa problematizar a temporalidade nas representações na arte e na sociedade, associados à noção expressiva de lentidão.
A ficha artística do espetáculo conta ainda com a cocriação e interpretação de Peter Michael Dietz, a produçãode Patrícia Lima, a “paisagem sonora” de Defski e tem a consultoria artística de Sílvia Pinto Ferreira e Sofia Neuparth. O desenho de luz é de José Martins e o projeto gráfico de Hélder Milhano. © NCV

11 de agosto de 2024

Programa completo do VIDE - Festival de Artes pela Rua em Castelo de Vide de 14 a 25 de Agosto

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Castelo de Vide e Póvoa e Meadas vão acolher, de 14 a 25 de Agosto, a 4ª edição do “VIDE - Festival de Artes pela Rua.
Trata-se de um festival diferente e inovador, com a qualidade artística a que nos habituou a Associação Pé de Pano que é apoiado financeiramente pela DGArtes.
O programa oferece múltiplos espetáculos de grande qualidade, para diversificados públicos exigentes de todas as idades e famílias.
Maria Belo Costa: “o VIDE continua dentro do mesmo espírito”
Maria Belo Costa.
Segundo Maria Belo Costa, a responsável da Pé de Pano e a dinamizadora do Festival, “o VIDE continua dentro do mesmo espírito” e “esta 4ª edição propõe uma relação cada vez mais estreita entre arte, paisagem, ecologia, território e identidade”.
O Festival VIDE “habita de forma diversa a geografia da nossa vila para apresentação dos espetáculos programados” e “coloca na rua, próximo de todos, objetos artísticos contemporâneos de grande qualidade nas áreas do teatro, dança, cruzamentos disciplinares, novo circo, música e narração oral”. © NCV

13 de agosto de 2023

Fotorreportagem: “Rotas Contadas” com Maria Belo Costa e Sílvia Pinto Ferreira abriram o Festival VIDE

Fotos © Vide/NCV

Fotos © Vide/NCV
Maria Belo Costa e Sílvia Pinto Ferreira abriram o Vide – Festival de Artes pela Rua com duas “Rotas Contadas”, percursos a pé pela vila de Castelo de Vide onde se cruzaram histórias com arquitetura e elementos naturais. © NCV

11 de agosto de 2023

VIDE-Festival de Artes pela Rua começa hoje com duas "Rotas Contadas" por Maria Belo Costa e Sílvia Pinto Correia

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O VIDE-Festival de Artes pela Rua começa hoje com as "Rotas Contadas" de Maria Belo Costa e Sílvia Pinto Correia. Estão prevista duas sessões (máximo de 25 pessoas cada) com início: às 18:30 e 21:30 horas, com ponto de encontro no lajeado da Igreja Matriz.
As "Rotas Contadas" propõem percursos a pé pela vila de Castelo de Vide que cruzam a sua história, arquitetura e elementos naturais com narrativas da ficção e da tradição oral.
Convidam-se as pessoas participantes a acompanhar duas atrizes e, pelas histórias que vão contando, experimentar uma relação de imersão e fruição sensível dos lugares desta vila.
A organização chama a atenção que "é conveniente trazer calçado confortável" e que "o percurso não é recomendado a pessoas com mobilidade reduzida".
O VIDE - Festival de Artes pela Rua, organizado pela Pé de Pano - Projectos Culturais, decorre até dia 15 de Agosto (terça-feira) e conta com o apoio da Câmara Municipal de Castelo de Vide. © NCV

8 de agosto de 2021

Termina hoje a primeira parte do VIDE– Festival de Artes de Rua organizado pela "Pé de Pano"

O VIDE – Festival de Artes de Rua prossegue hoje em Castelo de Vide e Póvoa e Meadas, com um programa novamente muito variado. Termina assim o prímeiro de dois fins-de-semana animados pelo festival que a “Pé de Pano” de Maria Belo Costa organizou. Os eventos continuam e terminam no próximo fim-de-semana, entre os dias 13 e 15 de Agosto.
AVÔA - “baileia” com Clara Bevilaqua e Guiilherme Calegari
AVÔA
Logo pelas 10 horas na Praça de Armas do Castelo tem lugar uma oficina de movimento para infância e famílias intitulada AVÔA - “baileia” com Clara Bevilaqua e Guiilherme Calegari.
Um baile. Ballare. Pessoas se reúnem para dançar. Bailar. Com música ou sem. Um grande baile ou um pequenino. Na rua, na sala, no quarto, no jardim.
Um convite para mergulharmos e experimentarmos texturas que atravessam o movimento e o som. Despertando momentos de brincadeiras que tocam e fazem ecoar os gestos no momento em que estamos juntos.
Estes encontros se constroem a partir dos interesses de cada um, nesta dança entre os corpos pequeninos e grandes, acompanhando pessoas nas suas descobertas, respeitando os limites individuais e coletivos.
A especificidade do trabalho são as crianças, entretanto, elas não são o único foco. O trabalho é também com aqueles que as acompanham.
Contos antigos partilhados por António Fontinha
António Fontinha
Depois, pelas 17 horas no Jardim Garcia d’Orta o contador de histórias António Fontinha partilha contos antigos.
Tal e qual o nosso país, o imaginário do Conto Tradicional Português é um edifício surpreendente, cheio de recantos.
Conforme o preceito da tradição oral, António Fontinha propõe-se visitar alguns desses lugares.
O convívio com os mais antigos, a escuta sistemática que empreende desde 1994, fazem hoje, desse contador de histórias, herdeiro de um tesouro imaterial.
Concerto “Parapente 700” no Jardim Grande
“Parapente 700” 
Pelas 18:30 horas tem lugar no Parque João José da Luz (Jardim Grande) o concerto “Parapente 700” com Eva Parmenter (voz e concertina) e Denys Stetsenko (violino).
Quando a música traz as danças daqui e de acolá, abraçadas pelo encontro entre um violino e uma concertina.
Entre mazurkas de água, polskas de ar, círculos de terra e scottishes de fogo renova-se, interpreta-se e cria-se.
Entenda-se que aqui transformam-se musicas tradicionais de outrora e compõem-se outras, fundindo as inspirações actuais com os traços do passado. Viaja-se pela Europa fora, reunindo danças italianas, francesas, suecas, portuguesas e outras que tais.
"Parapente700 é uma ideia ilimitada de liberdade: uma imagem de Baile Universal, onde cada corpo, de uma ponta até à outra, não é mais do que a livre expressão do pensamento." Mário Rainha.
“Estudo para Corpos Dispersos”: música e dança em Póvoa e Meadas
“Estudo para Corpos Dispersos”
À noite Valentina Parravicini (criação e interpretação) e Donatello Brida (música) levam música e dança ao Jardim do Rossio de Póvoa e Meadas.
“Estudo para Corpos Dispersos” é uma proposta performativa para corpos múltiplos, humanos e não humanos, sujeitos e objetos, inteiros e fragmentados, etéreos e concretos. Corpos que interagem no espaço construindo e desconstruindo relações, questionando como podemos “fazer mundo” a partir de fragmentos e informações dispersas, num jogo entre o todo e as partes que se articula em dança e música. © NCV

23 de julho de 2021

Apoio municipal de 3390 euros ao "VIDE - Festival de Artes de Rua" em dois fins-de-semana de Agosto

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O teatro, a dança e a música são algumas das vertentes culturais que vão “invadir” vários espaços de Castelo de Vide entre os dias 6 e 15 de Agosto, no decorrer de um festival dedicado às artes.
Promovido pela Pé de Pano – Projetos Culturais, o “VIDE – Festival de Artes pela Rua” vai-se estrear na Vila de Castelo de Vide e na aldeia rural de Póvoa e Meadas, no decorrer dos dias 6, 7 e 8 e nos dias 13, 14 e 15 de Agosto.
Apoio municipal de 3390 euros
A Câmara Municipal de Castelo de Vide deliberou na sua segunda reunião ordinária deste mês de Julho atribuir um apoio financeiro de 3390 euros à Associação Pé de Pano - Projetos Culturais para fazer face às despesas coma realização do VIDE-Festival Artes pela Rua que terá lugar em Castelo de Vide e Póvoa e Meadas nos dois fins-de-semana entre 6 e 15 de Agosto.
O projeto é comparticipado em 50% pela DGArtes e o Presidente da Câmara Municipal considera-o “diferenciador, que aproveita o enquadramento de paisagens naturais e de património arquitetónico característicos da Vila”. A proposta que fez vencimento na reunião do Executivo Municipal sublinha ainda que a Pé de Pano é “uma Associação que pretende ganhar raízes no Concelho, valorizando as dinâmicas culturais da Comunidade”.
Espetáculos de “pequeno formato” e diversas “atividades”
Em comunicado, a organização explica que o festival vai promover espetáculos de “pequeno formato” nas áreas do teatro, dança, música, narração oral, novo circo, performance e instalação, e, em paralelo, a realização de atividades na área da escrita, artes plásticas, teatro de objetos e movimento.
“Estas iniciativas irão habitar o espaço da rua, aproveitando o enquadramento de paisagens naturais e de património arquitetónico característicos da vila”, pode ler-se no comunicado.
De acordo com a Pé de Pano – Projetos Culturais, “O VIDE – Festival de Artes pela Rua”, quer reunir artistas e as suas obras neste “lugar ímpar do país”, dando a “oportunidade de acesso às comunidades” desta zona do interior à cultura.
O festival, que conta com o apoio da – Direção Geral das Artes (DGArtes) e do Município de Castelo de Vide, vai dedicar as manhãs de sábados e domingos à infância e às famílias.
Teatro, oficinas de movimento e de teatro de objetos
A organização espera apresentar dois espetáculos de teatro: “Clarice Lispector”, dedicado à escritora brasileira, do ciclo “Anti-princesas”, de Claúdia Gaiolas, e “Muita Tralha, Pouca Tralha”, de Catarina Requeijo.
Além destes dois espetáculos, vão decorrer duas oficinas, uma de movimento com Clara Bevilaqua e Gui Caligari, e uma outra de teatro de objetos, com Sílvia Pinto Ferreira.
Contadores de histórias e música
Pela tarde dos dois fins de semana em que o festival vai decorrer, os contadores de histórias vão marcar presença, estando garantida a participação de Ana Lage, António Fontinha, Carlos Marques e Ana Sofia Paiva.
Já ao entardecer, a música vai “reinar”, com O Gajo, os Parapente 700, os La Miséria Deluxe, Norberto Lobo e Valentina Parravicini e os Charanga.
Os contos noturnos vão marcar por sua vez as noites, sendo conduzidos por Ana Lage e António Fontinha, e com o espetáculo multidisciplinar “Na minha saia há um bolso”, criado a partir de histórias de namoro recolhidas na comunidade de Castelo de Vide e na freguesia rural de Póvoa e Meadas.
Imperdíveis serão também o espetáculo de Circo Contemporâneo, Enxada da Companhia Erva Daninha, a performance/instalação Passagem dos Pia Teatro, e ainda uma nova performance da bailarina Valentina Parravicini, desta vez em dueto com Donatello Brida”, sublinha ainda a organização”. © NCV

6 de junho de 2021

VIDE-Festival de Artes pela Rua será apresentado à imprensa na próxima terça-feira no Jardim Grande

A Pé de Pano - Projetos Culturais e a Câmara Municipal de Castelo de Vide apresentam em Conferência de Imprensa na terça-feira, dia 8 de Junho, o VIDE-Festival de Artes pela Rua e a sua programação, que terá lugar entre 6 a 15 de Agosto próximo. O cartaz e a imagem gráfica deste Festival já tinham sido tornadas públicas.
Esta apresentação decorrerá pelas 15 horas no Parque João José da Luz (Jardim Grande), com a presença da diretora artística da Pé de Pano, Maria Belo Costa, e do Presidente da Câmara Municipal do concelho.
Em paralelo com o Festival da Água e do Tempo
O Festival Vide realiza este ano a sua primeira edição entre 6 a 15 de Agosto, durante o período de vigência do Festival da Água e do Tempo – Clepsidra (2 a 29 de Agosto) com o apoio da DGARTES/Direção Geral das Artes e do Município de Castelo de Vide.
A organização propõe a realização de espetáculos de pequeno formato nas áreas do teatro, dança, música, narração oral, novo circo, performance e instalação, e em paralelo a realização de atividades na área da escrita, artes plásticas, teatro de objetos e movimento, na vila de Castelo de Vide e Póvoa e Meadas.
Aposta na promoção do território
“A promoção do nosso território através da cultura, da identidade, das artes, é um fator diferenciador que eleva a valorização dos recursos e dos espaços existentes e qualifica substancialmente a oferta”, referem os organizadores, para os quais o Festival Vide “é mais uma aposta convicta de desenvolvimento territorial integrado na população e aberto ao exterior”. © NCV

20 de maio de 2021

“VIDE - Festival de Artes Pela Rua” anima Castelo de Vide e Póvoa e Meadas entre 6 e 15 de Agosto

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Maria Belo Costa (PédePano)
Entre 6 e 15 de Agosto decorre em Castelo de Vide o “VIDE - Festival de Artes Pela Rua”, um projeto organizado pela Associação Pé de Pano e liderado pela castelovidense Maria Belo Costa.
A iniciativa foi apresentada na última reunião do executivo Municipal e mereceu aprovação e financiamento por parte da DgArtes e “no próximo Verão irá trazer mais cultura a Castelo de Vide e Póvoa e Meadas”, no dizer do Presidente da Câmara Municipal.
“Teatro, música, dança, contadores de histórias e novo circo”
Apesar de que o programa do evento apenas será divulgado brevemente, o autarca adiantou já que “teatro, música, dança, contadores de histórias e novo circo serão abordagens culturais que irão enriquecer a programação cultural do concelho no próximo Verão”.
“O mérito do projeto visa proporcionar momentos culturais em interação com a população ao mesmo tempo que valoriza a experiência de quem nos visitar durante essa altura do ano”, sublinhou António Pita. © NCV

3 de novembro de 2020

Parceria da Câmara Municipal apoia com 17500 euros candidatura da Pé de Pano ao “Connecting Dots”

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O Município de Castelo de Vide e a associação Pé de Pano - Projetos Culturais (Maria Belo Costa) estabeleceram um protocolo “com vista a parceria que permita definir a implementação do projeto ENTRE – Programa Artística Entre Todos, a candidatar ao programa “Connecting Dots - Mobilidade Artística e Desenvolvimento de Públicos” (EEA Grants), cuja minuta foi aceite por despacho do Presidente da Câmara Municipal, António Pita, datado de 23 de Outubro.
O referido protocolo “fará parte integrante de uma candidatura da associação Pé de Pano ao programa “Connecting Dots”, sendo que só se concretiza caso a EEA Grants, entidade doadora a defira. Neste sentido, e porque há prazos limitados a cumprir é fundamento para o presente despacho, que é exarado com caráter de urgência, por não ser possível à Câmara Municipal reunir, sem prejuízo da sua submissão, à próxima reunião de Câmara, para ratificação”.
Comparticipação financeira de 17 500 euros
A Câmara Municipal de Castelo de Vide compromete-se “a definir o principal âmbito territorial e populacional do desenvolvimento e implementação do projeto e fornecer recursos para o mesmo”, nomeadamente “comparticipar financeiramente no desenvolvimento do projeto no montante de € 17.500,00 (dezassete mil e quinhentos euros)”.
Este montante será liquidado em 3 tranches, a saber: 1ª tranche em Outubro de 2021 no valor de 5 000 euros, 2ª tranche em Janeiro de 2022 no valor de 7 500 euros e a 3ª tranche em Janeiro de 2023 no valor de 5. 042,50 euros.
Acresce a cedência do Cine-Teatro Mouzinho da Silveira “ou outros espaços para apresentação de espetáculos, realização de residências de criação comunitária, ou outras atividades paralelas de desenvolvimento de públicos” e ainda “apoiar na divulgação do projeto e realização de eventos na página oficial do Município e através de outros meios que, em comum acordo, se afigurem adequados para o efeito”.
18 espetáculos, 4 residências artśiticas, 2 projetos de criação comunitária...
Por seu lado a Pé de Pano – Projetos Culturais compromete-se durante um período de dois anos (24 meses) a “promover a interação entre margens, fomentado a existência de um polo de criação e de programação artística na área das artes performativas na região, tendo sempre como premissa a escuta atenta às especificidades do território” e nomeadamente apresentar 18 espetáculos nos domínios artísticos da dança, do teatro, dos cruzamentos disciplinares e da narração oral, desenvolver 4 residências de criação artística, 2 projetos de criação comunitária com grupos da população de Castelo de Vide e ainda “outras atividades paralelas que visem uma maior captação de público”.
Programa “vocacionado para as comunidades locais (…) em territórios de baixa densidade
No seu despacho acima referido, António Pita considera como justificativo da sua decisão que “o referido projeto enquanto programa artístico multidisciplinar é vocacionado para as comunidades locais, sobretudo em territórios de baixa densidade, reforça a oferta artística, o acesso e a participação artística, dessas mesmas comunidades, enquadra-se no fim público do Município de Castelo de Vide, enquanto entidade empenhada na democratização e descentralização cultural, na priorização e valorização e promoção do património cultural local, educação para a cultura e para a arte, para a inovação artística e cultural, numa perspetiva de formação e captação de novos públicos, envolvendo a participação ativa das comunidades e a criação de parcerias e redes de colaboração com diversos organismos”.
A Pé de Pano em Castelo de Vide
A associação Pé de Pano - Projetos Culturais assumiu em parceria com o c.e.m - centro em movimento o Projeto de Educação Artística para a Promoção da Qualidade e do Sucesso Escolar no Agrupamento de Escolas de Castelo de Vide (Clubes de Dança e Teatro), financiado pela Câmara Municipal, e cuja direção artística e de conteúdos é precisamente de Maria Belo Costa. © NCV

29 de julho de 2018

"Contos de Água" (Maria Belo Costa) e Sampladélicos encerram hoje o Festival da Água e do Tempo-Clepsidra

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Os "Contos de Água" de Maria Belo Costa (no Coreto pelas 17 horas) e os Sampladélicos (no Lajeado às 22:45 horas) encerram hoje o Festival da Água e do Tempo-Clepsidra.
No intervalo o programa oficial indica um "sunset" pelas 18 horas no Parque Malato Beliz, com "entrada reservada a voluntários, funcionários, staff do festival e convidados".
Os Sampladélicos

Os Sampladélicos são Sílvio Rosado, músico, e Tiago Pereira, documentarista. Em conjunto, criam uma performance audiovisual a partir das gravações de práticas musicais ou ambientes sonoros de um determinado local. 
Construindo, por um lado, um arquivo vivo de documentos de uma música/ sonoridade identitária local, que pode ser consultado e que mantém a memória viva; e, por outro lado, a desconstrução desse mesmo arquivo/ memória, permitindo que a comunidade se reveja e se questione, criando, ao mesmo tempo, um espaço lúdico de fruição onde se pode dançar a memória ou seguir uma história. © NCV