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6 de março de 2022

Aprovada candidatura do IPP ao PRR para criar nova Escola de Pós-Graduações em Portalegre

Vai ser criada em Portalegre uma nova Escola de Pós-Graduações em Portalegre que se prevê venha a contribuir para a qualificação e requalificação de mais de 600 profissionais nos domínios de intervenção do consórcio ao longo dos próximos 3 anos.
Nesse sentido, o Instituto Politécnico de Portalegre já viu aprovada a candidatura, no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência, apresentado pelo consórcio que lidera e que integra os Politécnicos de Beja, Santarém e Setúbal e a Universidade de Évora.
Financiamento de 7,46 milhões de euros
Segundo o Instituto Politécnico de Portalegre, o projeto “Meridies Consortium - upskilling and reskilling systemic solutions for accelerating the digital, energetic and circular transitions” será concretizado através de uma estratégia colaborativa, por parte das instituições de ensino superior envolvidas, contando para o efeito com financiamento no montante de 7,46 milhões de euros.
O projeto tem como principal objetivo “oferecer à sociedade as competências de que esta necessita para assumir uma posição de liderança nas transições de produção digital, energética e ao nível da sustentabilidade”. Nesse sentido, “o consórcio meridies (uma expressão que no latim se refere ao Sul) propõe programas nas áreas da economia circular e sustentabilidade, digitalização e novas tecnologias e energias renováveis”.
Consórcio promotor unido em torno do conceito de “Universidade Cívica”
As cinco instituições de ensino superior que constituem o consórcio promotor estão unidas em torno do conceito de “Universidade Cívica”, conceito que “abarca um sentido de missão, o envolvimento ativo com o mundo em geral, a perspetiva holística de envolvimento com o mundo exterior e o sentido de lugar, porque apesar da escala em que opera, reconhece que este local específico ajuda a formar uma identidade única”.
A aprovação deste projeto permitirá ainda a criação de infraestruturas capazes de abarcar as áreas de atuação. Podendo trazer benefícios diretos no desenvolvimento da região e consequente melhoria de qualidade de vida de todos quanto fazem parte deste território. © NCV

18 de janeiro de 2022

Aprovados 110 milhões de euros do PRR para Áreas de Acolhimento Empresarial de Nova Geração

As Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) Norte, Centro, Lisboa e Vale do Tejo, Alentejo e Algarve selecionaram 10 candidaturas a apoiar no âmbito do aviso do Programa de Recuperação e Resiliência (PRR) dirigido a Áreas de Acolhimento Empresarial de Nova Geração, num valor de 110 milhões de euros.
Município de Campo Maior 
Os municípios de Chaves, Melgaço, Vila Real, Águeda, Guarda, Oliveira do Hospital, Rio Maior, Campo Maior, Beja e Lagos vão modernizar zonas industriais e áreas empresariais já existentes nos seus territórios, para as preparar para as transições verde e digital e garantir uma melhoria da competitividade das empresas aí instaladas.
Com esta decisão, mais de 73 milhões (66%) são dirigidos a territórios do Interior, e praticamente 37 milhões são destinados ao Litoral. Os apoios máximos a conceder distribuem-se pelas regiões da seguinte forma:
>> Norte: 30,9 milhões de euros;
>> Centro: 32,1 milhões de euros;
>> Lisboa e Vale do Tejo: 12,8 milhões de euros;
>> Alentejo: 30,1 milhões de euros;
>> Algarve: 4,1 milhões de euros.
Estes fundos podem apoiar investimentos na auto produção e armazenamento de energia renovável, ilhas de qualidade energética A+, soluções de carregamento de viaturas elétricas e abastecimento a hidrogénio, cobertura de Banda Larga Rápida (5G) em áreas do Interior com comprovada falha de mercado ou soluções de resiliência ativa a incêndios, consoante as características das AAE.
As candidaturas foram avaliadas, entre outros aspetos, tendo em conta o número de empresas instaladas e o número de postos de trabalho em cada AAE, quantos desses negócios estão associados a cadeias de logística e de que forma se articula o trabalho dessas empresas com o Sistema Regional de Inovação em questão.
Esta medida dá continuidade aos investimentos dos Programas Operacionais Regionais no âmbito do Portugal 2020 (de apoio a novas AAE e requalificação das já existentes) e será ainda complementada com apoios a AAE no âmbito do Portugal 2030. © NCV