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19 de maio de 2026

IV Jogos Olímpicos Seniores Adaptados juntam amanhã em Castelo de Vide cerca de 400 participantes de mais de 30 instituições regionais

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Realiza-se esta quarta-feira dia 20 de Maio os Jogos Olímpicos Seniores Adaptados 2026 que este ano vão ba sua quarta edição e realizam-se ao ar livre no Estádio Municipal Manuel Rodrigues em Castelo de Vide, e com participação de pessoas cegas e com baixa visão.
A iniciativa e a organização é da Fundação Nossa Senhora da Esperança, que mereceu a celebração de um Protocolo com a Camara Municipal de Castelo de Vide, bem como em estreita articulação com as Juntas de Freguesia de Castelo de Vide e a Associação Desportiva de Castelo de Vide, os Jogos Olímpicos Seniores vão reunir cerca de 400 pessoas, oriundas de 10 concelhos do Alto Alentejo, de Espanha (Valência de Alcântara) e ainda de representantes do Projeto Sexto Sentido, sediado no Porto.
O programa prevê a participação em 13 jogos diferentes, como por exemplo boccia, estafeta, penaltis, lançamento do peso e halterofilismo, devidamente adaptados para acolher todas as pessoas, respeitando diferentes ritmos e capacidades.
O programa prevê a receção das equipas a partir das 8:30 horas, estando a apresentação e a abertura dos Jogos prevista para as 9:45-10 horas. Os jogos desenrolam-se durante a manhã, e depois do almoço haverá um apontamento cultural das instituições e a entrega de prémios e encerramento previsto para cerca das 16:30 horas.
Jogos tornam-se mais inclusivos
Nesta sua quarta edição, os Jogos Olímpicos Seniores dão um passo histórico: tornam-se mais inclusivos.
Pela primeira vez, pessoas cegas e com baixa visão vão participar em algumas modalidades (com adaptações pensadas por e para elas), numa edição integrada no projeto TODAGENTE (Arte e Educação para Acessibilidade e Inclusão) que a Fundação Nossa Senhora da Esperança tem em curso.
Neste quadro, regista-se ainda a participação de elementos do Projeto Sexto Sentido, uma cooperativa de solidariedade social cujo objeto social inclui a promoção da inclusão social de pessoas com deficiência visual através da prática desportiva inclusiva, nomeadamente a criação de equipas de marcha e corrida guiada para pessoas cegas e com baixa visão. © NCV

14 de maio de 2026

IV Jogos Olímpicos Seniores Adaptados juntam em Castelo de Vide 400 participantes de mais de 30 instituições na quarta-feira dia 20 de Maio

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Realiza-se no próximo dia 20 de Maio a quarta edição dos Jogos Olímpicos Seniores Adaptados 2026 que este ano se realizam ao ar livre no Estádio Municipal Manuel Rodrigues em Castelo de Vide, e com participação de pessoas cegas e com baixa visão.
Numa organização da Fundação Nossa Senhora da Esperança, que mereceu a celebração de um Protocolo com a Camara Municipal de Castelo de Vide, bem como em estreita articulação com as Juntas de Freguesia de Castelo de Vide e a Associação Desportiva de Castelo de Vide, os Jogos Olímpicos Seniores vão reunir cerca de 400 pessoas, oriundas de 10 concelhos do Alto Alentejo, de Espanha (Valência de Alcântara) e ainda de representantes do Projeto Sexto Sentido, sediado no Porto.
O programa prevê a participação em 13 jogos diferentes, como por exemplo boccia, estafeta, penaltis, lançamento do peso e halterofilismo, devidamente adaptados para acolher todas as pessoas, respeitando diferentes ritmos e capacidades.
O programa prevê a receção das equipas a partir das 8:30 horas, estando a apresentação e a abertura dos Jogos prevista para as 9:45-10 horas. Os jogos desenrolam-se durante a manhã, e depois do almoço haverá um apontamento cultural das instituições e a entrega de prémios e encerramento previsto para cerca das 16:30 horas.
Jogos tornam-se mais inclusivos
Nesta sua quarta edição, os Jogos Olímpicos Seniores dão um passo histórico: tornam-se mais inclusivos.
Pela primeira vez, pessoas cegas e com baixa visão vão participar em algumas modalidades (com adaptações pensadas por e para elas), numa edição integrada no projeto TODAGENTE (Arte e Educação para Acessibilidade e Inclusão) que a Fundação Nossa Senhora da Esperança tem em curso.
Neste quadro, regista-se ainda a participação de elementos do Projeto Sexto Sentido, uma cooperativa de solidariedade social cujo objeto social inclui a promoção da inclusão social de pessoas com deficiência visual através da prática desportiva inclusiva, nomeadamente a criação de equipas de marcha e corrida guiada para pessoas cegas e com baixa visão. © NCV

31 de março de 2026

Luís Félix inaugura na quinta-feira em Castelo de Vide a exposição “O Toque como Experiência Estética”

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A exposição “O Toque como Experiência Estética” do artista Luís Félix é inaugurada na próxima quinta-feira dia 2 de Abril, pelas 18 horas, no Centro de Arte e Cultura da Fundação Nossa Senhora da Esperança em Castelo de Vide, onde ficará patenteaté ao próximo dia 18 de Julho.
A cerimónia integra-se na apresentação pública do projeto “TODAGENTE – Arte e Educação Para Acessibilidade e Inclusão em Espaços Culturais a partir do Museu da Tiflologia de Castelo de Vide”.
Esta exposição tem a curadoria de João Guimarães e integra um ciclo de mostras bianuais promovidas pelo Centro Português de Tiflologia, Equidade e Inclusão, no âmbito das atividades do Museu da Tiflologia propondo uma reflexão sobre a experiência artística a partir dos diferentes sentidos humanos. Depois de terem sido exploradas em edições anteriores dimensões sensoriais como o olfacto e a audição, desta vez o foco centra-se no toque.
Obras concebidas para serem tocadas
Ao contrário do que acontece na maior parte das exposições, onde o contacto físico com as obras é geralmente interdito, nesta exposição todas as peças foram concebidas para poderem ser tocadas. Esta possibilidade decorre da própria abordagem do artista, cuja prática valoriza a dimensão material e táctil da forma escultórica.
A prática artística de Luís Félix articula escultura, pintura e desenho, frequentemente explorando a relação entre materiais tradicionais e processos técnicos associados ao trabalho do metal.
A obra do artista distingue-se assim por uma atenção particular à dimensão material da forma. A madeira, a pedra, a resina e metal não são apresentados apenas como suportes técnicos da escultura, mas como componentes ativos da experiência sensorial e perceptiva da obra. E mesmo as seis pinturas que são apresentadas na galeria, em que o contorno da imagem é realçado através de relevo em tinta de chumbo, foram pensadas tendo em conta esta dimensão sensorial.
Luís Manuel Ferreira Félix Ribeiro
Natural Portalegre (1973), Luís Manuel Ferreira Félix Ribeiro é escultor, pintor e professor de artes, atualmente ao serviço do Agrupamento de Escolas de Marvão.
Licenciou-se em Escultura na ARCA-EUTAC – Escola Universitária das Artes de Coimbra, com classificação final de 17 valores e em 2017 complementou a sua formação artística com especialização técnica em soldadura, integrando processos industriais na sua prática escultórica.
A sua obra inclui diversas intervenções de escultura pública em Portugal e e desenvolveu experiência profissional internacional na Holanda, França, Bélgica e Moçambique.
Projeto “TODAGENTE – Arte e Educação Para Acessibilidade e Inclusão”
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Implementado pela Fundação Nossa Senhora da Esperança, o projeto “TODAGENTE – Arte e Educação Para Acessibilidade e Inclusão em Espaços Culturais a partir do Museu da Tiflologia de Castelo de Vide” tem a duração de 3 anos (até final de 2028) e é financiado pelo Fundo Social Europeu (FSE), no âmbito da candidatura ao aviso “Inclusão pela Cultura”, integrada no Programa Regional Alentejo 2030.
A Fundação Nossa Senhora da Esperança (FNSE) gere atualmente, no quadro dos seus compromissos históricos e estatutários, duas Estruturas Residenciais para Idosos, além do Centro de Arte e Cultura FNSE e o Centro de Experiência Viva - Museu de Tiflologia em Castelo de Vide. © NCV 

15 de março de 2026

“Baile com Tod@s” com xilofone Kundung na tarde de terça-feira no Convento de S. Francisco

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A Fundação Nossa Senhora da Esperança promove na próxima terça-feira dia 17 de Março, a partir das 14:30 horas o Baile com Tod@s, no Convento de S. Francisco.
A estrela será um antigo xilofone tradicional africano Kundung, oferecido à Fundação para o espólio do Museu da Tiflologia (ver foto no cartaz), que vai ser tocado pelo professor Carlos Vilhalva.
O xilofone kundung tem origem na África central (Nigéria, Camarões ou Zaire) e é muito comum na sua versão de alça portátil de 7 elementos.
Este modelo possui o dobro das barras (notas) com ressonadores feitos de chifre animal e dois marteletes de madeira em forma de y que permitem tocar até quatro teclas ao mesmo tempo.
Esta iniciativa decorre no quadro do Projeto Todagente – Arte e Educação para a Arte e Inclusão em Espaços Culturais a partir do Museu da Tiflologia. © NCV

7 de março de 2026

Dia Internacional da Mulher: conversa-debate “vale a pena mulher!” este Domingo no Museu de Tiflologia
- NCV vai transmitir este evento em direto

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Intitulada “vale a pena mulher!”, realiza-se este Domingo dia 8 de Março (Dia Internacional da Mulher) uma conversa-debate pelas 16 horas no Museu da Tiflologia em Castelo de Vide.
A iniciativa da Fundação Nossa Senhora da Esperança tem lugar no quadro do Projeto TODAGENTE, intitula-se “vale a pena mulher!” e conta com a participação de Maristela Simão, Isabel Costa e Almeida e Liliana Turenschi.
O NCV transmite em direto esta conversa-debate.  © NCV

2 de março de 2026

Conversa-debate “vale a pena mulher!” a 8 de Março (16 horas) no Museu de Tiflologia

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Intitulada “vale a pena mulher!”, realiza-se no próximo Domingo dia 8 de Março (Dia Internacional da Mulher) uma conversa-debate pelas 16 horas no Museu da Tiflologia em Castelo de Vide.
A iniciativa da Fundação Nossa Senhora da Esperança tem lugar no quadro do Projeto TODAGENTE, intitula-se “vale a pena mulher!” e conta com a participação de Maristela Simão, Isabel Costa e Almeida e Liliana Turenschi. © NCV