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25 de abril de 2025

Saúde Pública da ULS Alto Alentejo presente em programas europeus de treino em Haia e em Riga

Foto © ULSAAE/NCV
O Departamento de Saúde Pública da ULS Alto Alentejo marcou presença no programa de treino “European Union Health Preparedness Training Programme for Health Specialists on Emergency Operations and Response”, representada pelo Delegado de Saúde Coordenador, André Arraia Gomes, também em representação da Delegação Regional de Saúde do Alentejo.
Programa será replicado na ULS Alto Alentejo
O evento ocorreu nos dias 14 e 15 de Abril de 2025, em Haia, nos Países Baixos. Estiveram presentes delegações de 10 países europeus, que trocaram experiências e realizaram exercícios sobre planeamento e resposta a catástrofes em saúde pública, com enfoque na necessidade de envolvimento de parceiros a nível local, regional, nacional e internacional.
Este programa de treino, que será replicado na ULS Alto Alentejo, é da maior importância tendo em conta a situação geográfica de fronteira com Espanha e a necessidade de planeamento de respostas conjuntas.
O Departamento de Saúde Pública da ULS Alto Alentejo marcará ainda presença, também em representação de todo o Alentejo, no programa de treino European Union Health Preparedness Training Programme for Health Specialists on Infodemic Management: prevention, preparedness and response”, nos dias 21 e 22 Maio 2025, em Riga, na Letónia. © NCV

18 de abril de 2020

Mantenha FECHADA a TAMPA dos contentores do lixo


Mantenha FECHADA a TAMPA dos contentores do lixo. 
Ao deixar a tampa do contentor aberta, não só causa mau cheiro e contamina o ar com bactérias causadoras de doenças, como aumenta a quantidade de insetos transmissíveis de doenças e a água da chuva acumula-se nos contentores, ficando sem local onde depositar o seu lixo.
Quando depositar o seu saco do lixo, proteja as mãos, feche a tampa e lave as mãos conforme o recomendado.

24 de junho de 2015

PS denuncia em comunicado que Governo ataca
a saúde pública no distrito de Portalegre

A maioria PSD/CDS ataca, mais uma vez, os serviços públicos e a população do Alto Alentejo. O governo prepara-se para encerrar o laboratório de saúde pública de Portalegre em mais uma medida cega que não olha a meios nem às consequências das suas decisões. Com argumentos falaciosos, avança com medidas avulsas e extemporâneas sem se preocupar com os cidadãos.
O encerramento desta unidade é um ataque claro à saúde da população que deixa de contar com os serviços de uma entidade oficial, de referência e credível, que assegura a qualidade da água para consumo humano, assim como das piscinas e das zonas balneares. Com o fecho do laboratório, deixa de ser dado um apoio ao estudo de infecções alimentares e bacteriológicas, como o caso da legionella, ou o acompanhamento de surtos, como o da tuberculose.
É a saúde dos cidadãos do Alto Alentejo que está em causa e esta situação não pode passar em claro. “O distrito de Portalegre foi esta semana confrontado com o iminente encerramento do laboratório de saúde pública aqui existente. O Partido Socialista não pode deixar de denunciar, mais uma vez, o ataque ao serviço público que é desviado do distrito de Portalegre, do Alto Alentejo, para outras zonas do país, mas desta vez, de uma forma mais notória ainda. Porque não estamos só a falar da perda de serviços, mas também na perda de segurança de saúde pública do distrito”, acusa Luís Moreira Testa, Presidente da Federação Distrital de Portalegre do PS.
Para o responsável socialista, não há dúvidas que esta é, mais uma vez, a demonstração de como este governo não está preocupado com o Alto Alentejo. “É um claro ataque por parte deste governo não só ao Interior do país, mas também à qualidade de vida dos cidadãos. Não podemos estar a favor deste tipo de medidas, nem a escamotear aquilo que é um ataque cego às funções básicas do Estado”, sublinha e desafia: “A actual maioria que governa este país tem de dar explicações, nomeadamente aqui no distrito de Portalegre. Para que é que estes senhores governam o país, para que é que estes senhores governam o distrito de Portalegre, se não é para fechar serviços e votar uma população, que é a nossa população, ao abandono e ao esquecimento.”
A gravidade desta medida não se esgota, como se não bastasse, nas questões directamente relacionadas com a saúde. Para além disso, ainda são colocados em causa os postos de trabalho dos técnicos que, diariamente, garantem estes serviços tão importantes para a comunidade.
Descarregue os seguintes ficheiros áudio:

10 de julho de 2014

ÚLTIMA HORA: Surto de gastroenterite
afeta cerca de 50 pessoas em Castelo de Vide


SURTO GASTOENTERITE from Alentejo 360 on Vimeo.

Dra Margarida Silva assegura que “não há” registo de casos graves, nem motivos para “alarme"
Um surto de gastroenterite afetou nos últimos dias cerca de 50 pessoas em Castelo de Vide, estando as causas ainda por apurar, e as autoridades de saúde alertaram hoje que são casos “rápidos” na sua forma de disseminar.
A delegada de saúde pública do distrito de Portalegre, Margarida Silva, explicou aos jornalistas que surgiram na última semana “alguns casos disseminados”, principalmente no concelho de Castelo de Vide, sendo “muito rápidos” na sua forma de disseminar.
A médica assegurou que “não há” registo de casos graves, nem motivos para “alarme”.
“São situações muito autolimitadas. São dois a três dias de sintomas, normalmente com diarreias, vómitos e cólicas intestinais, mas sem febre”, relatou.
Trata-se, segundo a delegada de saúde pública, de cólicas que, pelo seu estudo, “apontam” ser de “causa viral”.
Atualmente, acrescentou, encontram-se ainda “alguns casos” em estudo para identificar que tipo de vírus está a afetar os pacientes.
“Não sabemos qual é a causa, porque, sendo muito disseminada, não está ligada a um alimento ou à água", disse.
"Não sabemos qual foi o primeiro caso, pois muitas vezes nestas situações há uma pessoa que adoece e nem sequer vem ao centro de saúde”, explicou.
Margarida Silva considerou, no entanto, que “não é habitual” nesta altura do ano surgirem tantos casos, uma vez que este tipo de surtos surge, principalmente, na época do outono.
“Cinquenta pessoas é muita gente, principalmente nesta altura do ano que não é habitual aparecer, pois este tipo de surtos aparece mais no início do outono, mas como está o clima, com passagem de frio para calor, penso que estes surtos estão a tornar-se um pouco diferentes do usual”, disse.
Fonte: Lusa (10 de julho de 2014 - 17h01)

22 de dezembro de 2012