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4 de fevereiro de 2025

Aprovado projeto de reabilitação de 3 Imóveis municipais na Rua da Calçadinha em Póvoa e Meadas

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António Pita, na sua qualidade de Presidente da Câmara Municipal de Castelo de Vide, e no âmbito das competências próprias e delegadas, aprovou o Projeto de Execução para a Reabilitação dos Imóveis Municipais, sitos na Rua da Calçadinha nº 33, 35 e 37 em Póvoa e Meadas.
O autarca determinou ainda que se dê conhecimento deste seu despacho de aprovação datado de 29 de Janeiro último (ver AQUI) na próxima reunião da Câmara Municipal que terá lugar esta quarta-feira dia 5 de Fevereiro. © NCV

2 de junho de 2021

Vereador Tiago Malato (PS): “habitação social e “Casa de Chá” custam à Câmara 235 000 euros”...

Foto © D.R./NCV
Na reunião da Câmara Municipal de Castelo de Vide do passado dia 19 de Maio, o Executivo Municipal tomou conhecimento da aprovação do Projeto do edifício misto na Rua da Judiaria, nº 17-19, em Castelo de Vide após o parecer favorável, apenas condicionado ao acompanhamento arqueológico, por parte da Direção Regional da Cultura do Alentejo.
Segundo foi tornado público pelo PS, o vereador Tiago Malato recordou que o projeto já tinha sido apresentado ao Executivo Municipal na reunião de 7 de Abril e que o que ainda não se tinha conhecimento era que o mesmo, terá um custo de 235 mil euros aos cofres da Autarquia.
O vereador Tiago Malato registou na reunião o seu espanto e indignação pelo preço do projeto: “pela primeira vez oiço e espanto-me com o valor desta obra, de 235 mil euros. Não alcanço a razão de ser deste investimento, que segundo me lembro servirá para fazer um salão de chá e uma casa de habitação social. Será da utilização do betão? Ou dos materiais escolhidos? Ser bom e confortável não significa ser caro! Se tivesse uma sanita em ouro certamente que duplicaria ou triplicaria o orçamento. Para uma autarquia pequena como a nossa, é muitíssimo caro. Com essa verba, o que se poderia fazer em intervenção pública, nomeadamente de habitação?
Não acho suficiente a explicação que se trata de uma obra de uma arquiteta com nome e grande obra em Lisboa. Para mim esse é um argumento provinciano. Se se tivesse feito um concurso de ideias e um concurso para um programa, avaliando também a proposta financeira, a solução talvez fosse outra. 235 mil euros é muito dinheiro para uma intervenção. Esta adjudicação não subiu a reunião de câmara. E lamento não ter sabido antes da intervenção da arquiteta, pois teria lhe dito precisamente o que estou a dizer aqui. Contudo a decisão política foi exclusivamente do atual presidente, o que lamento”. © NCV