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27 de fevereiro de 2021

Núcleo de Proteção Ambiental de Elvas da GNR detetou corte e poda ilegal de azinheiras em Monforte

O Comando Territorial de Portalegre da GNR, através do Núcleo de Proteção Ambiental (NPA) de Elvas, detetou no passado dia 24 de Fevereiro (4ª feira), “o corte rente e a poda mal executadas de cerca de 3 000 azinheiras no concelho de Monforte.
Corte rente de 1 939 azinheiras e poda mal executada de 1 058 azinheiras
No âmbito de uma ação de patrulhamento de proteção florestal, os militares da GNR detetaram, numa área aproximada de 42 hectares, o corte rente de 1 939 azinheiras em bom estado vegetativo e a poda mal executada de 1 058 azinheiras, também elas em bom estado vegetativo.
No decorrer destas diligências policiais, foi solicitada a colaboração do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF) para avaliar o impacto no ecossistema e a destruição do estado vegetativo das árvores, tendo sido elaborado um auto de contraordenação por falta de autorização do corte de azinheiras adultas e de poda mal executada.
Foi também elaborado um auto de notícia por danos contra a natureza e os factos remetidos para o Tribunal Judicial de Portalegre.
Corte ou arranque de azinheira e sobreiro carece de autorização prévia
A GNR recorda que o corte ou arranque das espécies de azinheira e sobreiro em povoamento ou isolados, carece de autorização prévia, uma vez que estas espécies incluem alguns dos biótopos mais importantes ocorrentes em Portugal continental em termos de conservação da natureza. Desempenham assim uma importante função na conservação do solo, na regularização do ciclo hidrológico e na qualidade da água. Têm ainda um elevado interesse económico a nível local, desempenhando um papel fundamental na produção animal, nomeadamente destinada a produtos tradicionais. © NCV

8 de fevereiro de 2020

Agrupamento de Escolas de Castelo de Vide em ação de reflorestação do Gabinete Técnico Florestal

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Fotos © CMCV/NCV
No âmbito do projeto Floresta Comum, promovido pelo ICNF, o Gabinete Técnico Florestal da Câmara Municipal de Castelo de Vide realizou na passada terça-feira dia 4 de Fevereiro uma ação de reflorestação com espécies autóctones na serra de São Paulo, evento que contou com a colaboração ativa de professores, educadores, auxiliares e alunos do pré-escolar e 1º ciclo do Agrupamento de Escolas.
Castanheiros, carvalhos, sobreiros e azinheiras
Nesta ação foram plantadas cerca de 500 árvores autóctones entre as quais: castanheiros, carvalhos, sobreiros e azinheiras.
Esta atividade ocorre anualmente e tem como objetivo promover o repovoamento da floresta autóctone, mas também estimular a sensibilidade ambiental das crianças da nossa comunidade, para a temática da biodiversidade e a importância da conservação da natureza.
O Gabinete Técnico Florestal realça que as espécies autóctones são as que apresentam caraterísticas com maior capacidade de adaptação às condições do solo e do clima do território, e por isso são mais resistentes a pragas, doenças, longos períodos de seca ou de chuva intensa, em comparação com espécies introduzidas. © NCV
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Fotos © CMCV/NCV

6 de março de 2013

ICNF promoveu demonstração de boas práticas
em poda de sobreiros e azinheiras



“No passado dia 27 de Fevereiro um grupo de munícipes, constituído por funcionários municipais e por trabalhadores agrícolas/florestais, esteve presente numa acção de demonstração de boas práticas na poda de sobreiros e azinheiras, acção esta organizada pelo Instituto de Conservação da Natureza e Florestas (ICNF), departamento do Alentejo, à qual o município de Castelo de Vide teve todo o gosto em se associar”. 
“Esta acção visou demonstrar a todos aqueles que desenvolvem a sua atividade nesta área, outras formas, seguramente menos agressivas para as árvores, de atingir o mesmo fim, ou seja garantir níveis aceitáveis de desenvolvimento e produção das árvores ao mesmo tempo que se garante um período de vida útil o mais extenso possível”. 
“A iniciativa trouxe aos munícipes a possibilidade de conhecer novas realidades, abrir horizontes e debater ideias, tanto com colegas de profissão como com alguns dos técnicos do ICNF que estiveram presentes, e que possuem uma maior experiência nesta temática”. © GCP/NCV