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11 de janeiro de 2023

Junta de Freguesia de Santa Maria da Devesa colocou dois bancos junto à Igreja do cemitério

Fotos © JFSMD/NCV
A Junta de Freguesia de Santa Maria da Devesa colocou dois bancos junto à porta da Igreja de Nossa Senhora dos Remédios junto ao cemitério Municipal que atualmente funcionar como Casa Mortuária da sede de Concelho. © NCV

27 de setembro de 2020

Cónego Tarcísio Alves promove Igreja de Nossa Senhora dos Remédios como casa mortuária

Foto © D.R./NCV
A Igreja de Nossa Senhora dos Remédios, “localizada muito próximo do cemitério e com amplo parque de estacionamento está pronta para receber funerais e a sua inauguração “está para breve”, segundo anunciou o pároco de Castelo de Vide, cónego Tarcísio Alves, ao jornal “Alto Alentejo”.
Nesta notícia do semanário lê-se ainda que “logo que a Igreja de Nossa Senhora dos Remédios abra portas, poderão passar a realizar-se ali os velórios e as exéquias fúnebres”.
“Casa mortuária da Paróquia está ao serviço de todos”
O Cónego Tarcísio faz questão de clarificar ao “Alto Alentejo” que “faço os funerais conforme as pessoas desejem”, indo a casa das pessoas ou a qualquer outro local onde se encontrem os corpos, e “também não há distinção de credos”, pelo que a nova “casa mortuária da Paróquia está ao serviço de todos” e está aberta para receber pessoas de qualquer confissão religiosa ou de nenhuma, pelo que tudo depende da vontade de cada família”.
Nas suas declarações ao “Alto Alentejo” o pároco historia em detalhe a parceria entre a Paróquia e a Fundação Nossa Senhora da Esperança (e mais recentemente da Câmara Municipal) no que toca à recuperação da igreja do cemitério.
Reavivada polémica sobre centralidade da casa mortuária
De acordo com diversas fontes contactadas pelo NCV a Igreja de Nossa Senhora dos Remédios, pela sua localização junto ao Cemitério Municipal, não colhe muita popularidade nem aceitação como casa mortuária junto de muitos sectores da população.
Por outro lado têm-se verificado várias dificuldades de conciliação de agendas com a Paróquia no que respeita às cerimónias fúnebres (missa de corpo presente) a realizar, por decisão das famílias, na casa mortuária sita na Capela do Sagrado Coração de Jesus que o NCV pode adiantar novamente já está formalmente incorporada no património da Fundação Nossa Senhora da Esperança para ser (re)integrada no edifício do Convento de S. Francisco através de uma obra de ampliação que se encontra em adiantado estado de preparação.
Fundação mantém casa mortuária
Mas até ao início das obras concretas naquele espaço a Fundação Nossa Senhora da Esperança tem mantido a sua disponibilidade para ceder aquele espaço para continuar a funcionar como casa mortuária.
Por outro lado, toda esta situação fez reavivar a polémica de há alguns anos sobre a localização mais central de uma asa mortuária e mesmo sobre a possibilidade de construção pela Câmara Municipal de um equipamento de iniciativa pública. © NCV

27 de julho de 2020

Arrancaram as obras de construção da Casa Mortuária em São Salvador da Aramenha (Marvão)

Foto © CMM/NCV
Clicar na imagem para ampliar.
Tiveram inicio, neste mês de Julho, as obras de construção do edifício destinado à Casa Mortuária de São Salvador da Aramenha, que inclui ainda uma fração para habitação, num investimento de cerca de 150 mil euros.
“O projeto, de linguagem contemporânea, contempla a construção de um volume de um só piso, contiguo ao Largo de Nossa Senhora do Amparo e afastado do limite da EN359”, sublinha uma nota da Cãmara Municipal de Marvão.
“Na sua conceção, tentou harmonizar-se o sistema estrutural, de modo a resultar num conjunto regular e uniforme, compatível com a solução arquitetónica otimizada, composta por uma estrutura reticulada com elementos de betão armado”.
O volume relativo ao edifício da Casa Mortuária é constituído pela interceção entre três planos com materiais distintos, o primeiro plano em aço corten, virado para o Largo, outro plano em granito cinza, do lado da Estrada Nacional e, por fim, o plano branco, que fica para as traseiras do edifício.
O lote conta com um amplo espaço envolvente, de forma a evitar que exista acumulação de pessoas na via pública, com a entrada principal do edifício para o Largo de Nossa Senhora do Amparo.
A Casa Mortuária terá ainda um grande alpendre junto à entrada e, no seu interior, um hall de entrada, uma copa, duas casas de banho e sala de velório. © NCV
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21 de novembro de 2018

Marvão vai construir nova casa mortuária em São Salvador da Aramenha

Foto © D.R./NCV
Foi aprovado em reunião da Câmara Municipal de Marvão do passado dia 19 de Novembro o estudo prévio para a construção da nova casa mortuária em São Salvador da Aramenha da autoria da arquitecta Elsa Curiao.

Trata-se de um compromisso assumido no quadro do Orçamento de 2018, prevendo-se que as obras possam ter início no próximo ano. © NM/NCV
Foto © D.R./NCV

30 de janeiro de 2017

Casa Mortuária no antigo Matadouro:
obras podem começar já em Junho

Castelo de Vide poderá vir a ter ainda este ano uma nova Casa Mortuária por iniciativa municipal, aproveitando as instalações do antigo Matadouro que estão neste momento cedidas a uma Associação de Caçadores, segundo revela uma nota da Comissão Política local do Partido Socialista (PS).
De acordo com a mesma fonte, “o atual Presidente do Município comprometeu-se a tratar do que falta tratar e iniciar a obra em Junho, no início do Verão”; tudo se passou no decorrer da última reunião do Executivo Municipal em que o vereador socialista Tiago Malato mais uma vez instou António Pita a atribuir prioridade política para este assunto.
Exigida uma prioridade política
De facto, o vereador do PS, Tiago Malato, exigiu na última reunião de Câmara “que se priorizasse politicamente a Instalação da Casa Mortuária de Castelo de Vide, assunto sensível que tanto tem incomodado uma a parte substancial da população, colocando um ponto final à indecisão que acontece faz mais de um ano e meio, determinando formalmente para o efeito as Instalações do Antigo Matadouro Municipal, encetando procedimento para alterar a verba correspondente inscrita de 100€ em Orçamento e calendarizar as obras”.
Honrar o acordo a que se chegou
Relembrou que “este assunto, apesar de ter merecido um abaixo-assinado e a presença de um grupo de munícipes em reunião de Câmara, faz mais de ano e meio, na defesa de um interesse que nada tem de pessoal, mas que a toda a comunidade diz respeito, só sobe a reunião de câmara regularmente, por sua mão. Não pode este assunto sensível deixar de ser politicamente priorizado. Independentemente das opiniões diferentes, chegou-se a um acordo sobre este assunto sensível e é necessário honrá-lo. Pior que uma má decisão é uma indecisão”.
Indefinição já passou do normal
“Uma vez que estamos no último ano do mandato em que a Vila vai entrar em estaleiro, com obras por todo o lado, é altura de lhe perguntar se já está tudo tratado com a Associação de Caçadores e com o seu novo espaço alternativo, se vamos avançar para Obra, e quando? Gostaria de sair daqui hoje com um compromisso. Mesmo que não seja uma data que seja um mês. Ou um trimestre. Mas um compromisso pois esta indefinição já passou objetivamente do normal. Este assunto tem de ter prioridade política”, adiantou Tiago Malato. © NCV

15 de setembro de 2015

Comunicado à população de Castelo de Vide: Câmara Municipal não se compromete à construção duma casa mortuária

Dos promotores do auto-denominado movimento cívico “Para a não utilização da igreja de Nª. Sr.ª dos Remédios como Casa Mortuária” recebemos com pedido de publicação um "comunicado à população" sobre o assunto que a seguir se reproduz na íntegra. 
Assinado por 4 dos promotores Fernando E. Dias Costa, Suzana de Moura Ramos, João A. Mergulhão Calha e António Manuel G. Ribeiro, este comunicado está também a ser distribuído aos castelovidenses por via postal. 
Sobre este assunto os leitores interessados podem encontrar mais notícias AQUI.

A Redação do NCV
"Como é seu dever, os promotores do movimento cívico “Para a não utilização da igreja de Nª. Sr.ª dos Remédios como Casa Mortuária”, vem informar as pessoas que aderiram a este movimento e restante população de Castelo de Vide, do ponto em que esta questão se encontra.
O abaixo-assinado foi entregue, em mão, ao Sr. Presidente da Câmara em Reunião do Executivo Municipal no dia 6 de Maio de 2015.
Posteriormente tiveram lugar reuniões entre os promotores do movimento e o Sr. Presidente da Câmara.

Por entendermos que a situação entrou num impasse, sem um comprometimento inequívoco por parte do Sr. Presidente da Câmara para a resolução desta questão endereçámos ao Sr. Presidente uma carta, em 29 de Julho de 2015, onde colocávamos duas questões muito concretas para as quais pedíamos a sua resposta:
“1º Se o executivo se compromete à construção duma casa mortuária Municipal;
2º Se após os contactos havidos com o Sr. Presidente do C.A. da F.N.S.E., obteve deste o compromisso de que até haver nova casa mortuária a capela da antiga confraria do Sagrado Coração de Jesus, alienada pelo Conselho Paroquial àquela Fundação, continuará a funcionar para esse fim como até agora tem vindo a acontecer.”
À primeira questão que colocamos, a resposta do Sr. Presidente da Câmara é “não” e justifica o seu não com a informação que nos dá à segunda questão por nós colocada, em que escreve: “ … Apesar de até ao momento ainda não ter recebido uma resposta por escrito, foi-me transmitido verbalmente pelo próprio Presidente do Conselho de Administração, que as instalações da atual Casa Mortuária, sita na Rua do Loureiro, e que entretanto passaram para a propriedade da Fundação, continuariam a ter o mesmo uso. …” Ora “continuariam” é um modo condicional, então perguntamos nós, quais as condições necessárias e até quando as ditas instalações continuarão a ter o mesmo uso?
É ao executivo municipal que cabe a obrigação de proporcionar a todos os munícipes uma casa mortuária propriedade do município, portanto pública, de fácil acesso pedonal para a população que não dispõe de transporte próprio, e que por ser pública dê garantias de igualdade de utilização para todos, seja qual for o seu credo ou religião. Esta última questão da igualdade é fundamental o que, em nossa opinião, não pode ser garantido se um equipamento social tão sensível a todos nós for proporcionado por uma instituição particular por mais idónea que ela seja.
Por estas razões parece-nos importante considerar, com urgência, a disponibilidade de uma Casa Mortuária Municipal e não se continuar a utilizar um espaço de uma entidade particular para tal fim, como até ao presente.
Pelo exposto, esperamos que as exéquias dos nossos familiares e amigos continuem a ser celebradas numa casa que não distinga ricos dos pobres".
Castelo de Vide, 15 de Setembro 2015

Fernando E. Dias Costa
Suzana de Moura Ramos
João A. Mergulhão Calha
António Manuel G. Ribeiro

(Este comunicado não é entregue pessoalmente pelos promotores, porque um subscritor deste movimento cívico sugeriu que a distribuição fosse por esta via, para assim poder chegar a mais pessoas disponibilizando-se a suportar as despesas.)
NR - Título e ilustrações da responsabiliade da Redação do NCV.

6 de maio de 2015

Cartas ao Director:
Casa Mortuária na Igreja do Cemitério continua a provocar forte polémica


Folha de rosto do abaixo assinado. Clicar para ampliar.


Os promotores do “abaixo assinado” dirigido ao Senhor Presidente da Câmara Municipal de Castelo de Vide, por se sentirem ofendidos na sua dignidade com as palavras usadas pelo Reverendo Cónego Tarcísio Fernandes Alves, no seu comunicado intitulado “Chamada de atenção”. Solicitam ao Senhor Diretor do N.C.V. o favor de publicar o rosto do “abaixo assinado. Bem como o comunicado do Referendo Cónego Tarcísio Fernandes Alves.  
Fernando E. Dias Costa, Susana de Moura Ramos,
João A. Mergulhão Calha e António Manuel G. Ribeiro
"Chamada de atenção" do Pároco. Clicar para ampliar.

N.R. - O NCV publica esta mensagem a pedido dos subscritores do “abaixo assinado” referido e continuará a acompanhar este assunto do ponto de vista noticioso. 

27 de novembro de 2013

Casa Mortuária junto ao Cemitério:
Novo executivo revogou em Novembro deliberação tomada pelo anterior em meados de Setembro

O novo executivo Municipal deliberou por unanimidade na sua primeira reunião de Novembro “revogar a deliberação tomada pelo anterior Executivo Municipal, em reunião ordinaŕia realizada no dia dezoito de Setembro de dois mil e treze, onde se opôs à realização de obras por parte da Fábrica da Igreja, nos espaços contíguos à referida Igreja da senhora dos remédios e que são propriedade do Município de Castelo de Vide”.
"Mais tempo de análise e discussão"
Fê-lo alegadamente no sentido de permitir que “este assunto posa merecer mais tempo de análise e discussão, com vista a encontrar-se uma solução mais ajustada às necessidades das instituições envolvidas, bem como de acordo com os interesses da população”.
António Pita, presidente da Câmara Municipal, deixou expresso na reunião que “em devido tempo, será presente a reunião da Câmara o acordo de transmissão da posse dos ditos anexos, propriedade do Município, donde vão constar todas as obrigaçõs, tanto da Fábrica da Igreja como do Município”. © NCV

Vd mais notícias sobre este assunto AQUI.

7 de outubro de 2013

Câmara Municipal não autoriza obras nos anexos:
António Ribeiro contrário à deslocação
da Casa Mortuária para junto do cemitério

A Câmara Municipal de Castelo de Vide deliberou na sua reunião de 18 de Setembro passado “não autorizar a realização de obras na Casa do Guarda do Cemitério e nos anexos junto à Igreja da Senhora dos Remédios, que são propriedade deste Município, com o fim de se destinarem às “futuras” instalações da Casa Mortuária”.
Na ausência dos vereadores do PSD António Pita e Daniel Carreiras da Silva, a decisão foi tomada com base numa proposta apresentada por António Ribeiro, com o seu voto favorável, a abstenção do vereador Rui Miranda (PS) e o voto contra do vereador Fernando Valhelhas (PS), o que obrigou o Presidente da Câmara a usar da prerrogativa do voto de qualidade.
Obras custam 87 342 euros
O assunto foi trazido à reunião do executivo na sequência da  assinatura recente de um protocolo entre a “Fábrica da Igreja Paroquial da Freguesia de Santa Maria de Castelo de Vide” (sic), a Secretária de Estado da Administração Local e a CCDR do Alentejo visando concretizar a obra de reparação e consolidação da Igreja de Nossa Senhora dos Remédios (que está em pré-ruína), junto ao cemitério Municipal.
Trata-se de uma iniciativa que a Paróquia vem acalentando desde 2008, e cujo projecto e candidatura foram mais recentemente desenvolvidos com o apoio da Fundação Nossa Senhora da Esperança, no quadro de um acordo de colaboração entre ela e a Paróquia.
A obra esta orçada em 87 342 euros e o montante máximo de financiamento é de 30 570 euros, correspondendo a 35% do valor comparticipável.

Mudança da Casa Mortuária

Na sua proposta António Ribeiro recorda uma reunião de Setembro de 2011 com os párocos de Castelo de Vide e o presidente da Fundação Nossa Senhora da Esperança sobre o processo das obras de reparação e conservação daquela igreja e em que lhe foi dada “a conhecer a intenção da mudança da actual Casa Mortuária para a Igreja de Nossa Senhora dos Remédios”
Na altura António Ribeiro expressou “a sua discordância” sobre essa mudança “porquanto entendia (na altura como no presente) que deslocar a Casa Mortuária parea junto ao cemitério não iria corresponder às aspirações/desejos da população, na sua maioria idosa e com dificuldades de locomoção”.

Igreja de S. João Batista é o local sugerido

Esse local é respeitável mas “carece de segurança, nomeadamente à noite” e para António Ribeiro a sugestão é a de que se deveria utilizar para este fim a Igreja de S. João Batista “construindo-se para o efeito uma casa de banho”.
“Em momento algum estive ou estou contra a recuperação e conservação da Igreja de Nossa Senhora dos Remédios”, adianta na sua proposta e esclarece: “apenas não concordo, nem nunca concordei, com a deslocação da Casa Mortuária para um local tão distante do centro da Vila e com as carências oportunamente apontadas”. © NCV

6 de setembro de 2013

Secretário de Estado assina hoje protocolo
da DGAL e CCDR-A com a Paróquia para obras
na Igreja de Nossa Senhora dos Remédios

O Secretário de Estado da Administração Local, António Leitão Amaro, desloca-se amanhã a Castelo de Vide, onde ao final da tarde preside à cerimónia de assinatura de um protocolo entre a “Fábrica da Igreja Paroquial da Freguesia de Santa Maria de Castelo de Vide” (sic), aquela Direcção-Geral e a CCDR do Alentejo.
A cerimónia realiza-se pelas 19:30 horas no “Salão Paroquial da Igreja Matriz de Castelo de Vide” e a ela estará também presente o vice-presidente da CCDR-A e apoiante activo da candidatura de António Pita, Roberto Grilo.
O protocolo é estabelecido no âmbito do Programa “Equipamentos” e refere-se à concretização da obra de reparação e consolidação da Igreja de Nossa Senhora dos Remédios (que está em pré-ruína), junto ao cemitério Municipal, que a Paróquia vem acalentando desde 2008, e cujo projecto e candidatura foram mais recentemente desenvolvidos com o apoio da Fundação Nossa Senhora da Esperança, no quadro de um acordo de colaboração entre ela e a Paróquia.
Obra custa 87 342 euros: comparticipação é de 35%
De acordo com a CCDR-Alentejo, este contrato a assinar com a “Fábrica da Igreja Paroquial da Freguesia de Santa Maria da Devesa”, visa a “Reparação da Igreja Paroquial de Nossa Senhora dos Remédios”, e o montante máximo de financiamento é de 30 570 euros, correspondendo a 35% do valor comparticipável da obra, que ascende a 87 342 euros.
O Programa Equipamentos apoia financeiramente instituições/colectividades locais sem fins lucrativos, na realização de projectos e/ou obras de reabilitação em equipamentos desportivos, religiosos, culturais ou recreativos.
Casa Mortuária no Cemitério?
O objectivo seria transferir para esse local a actual casa mortuária que funciona junto ao Convento de S. Francisco, edifício sede da Fundação, embora essa intenção tenha também sido inicialmente (2008) negada formalmente pela própria Paróquia. 
Mas, já este ano, em reunião extraordinária que teve lugar em Fevereiro deste ano, o CLAS – Conselho Local de Acção Social emitiu parecer favorável à candidatura apresentada pela Fábrica da Igreja de Santa Maria da Devesa para reabilitação da igreja de Nossa Senhora dos Remédios. 
Nessa altura, ao dar a notícia à vereação, o vice-presidente da Câmara Municipal, António Pita, adiantou novamente que “com esta obra recupera-se a capela que está em ruínas e adapta-se um espaço para a futura Casa Funerária, que neste momento está a funcionar num espaço da Fundação Nossa senhora da Esperança”. © NCV

(ver mais notícias AQUI)

18 de abril de 2009

Galegos tem nova Casa Mortuária a partir de hoje

Realiza-se hoje, dia 18 de Abril, pelas 10 horas, a cerimónia de abertura da Casa Mortuária de Galegos.

Trata-se de uma obra da responsabilidade directa da Junta de Freguesia de Santa Maria de Marvão comparticipada, mediante Protocolo, pela Câmara Municipal de Marvão.

Foi um investimento superior a 75 000 Euros num equipamento com o qual se pretende “dar resposta a uma ambição antiga da população – dispor de um espaço que permita acolher, com a máxima dignidade, os familiares e amigos que pretendem velar os seus mortos usufruindo de um espaço próprio para o efeito, e valorizar a qualidade de vida de todos os habitantes da aldeia de Galegos”. © NCV

11 de fevereiro de 2008

Valência de Alcântara já dispõe
de uma moderna casa mortuária

Valência de Alcântara conta com nova e moderna casa mortuária para prestar serviços funerários à comarca. O Ayuntamiento vizinho explicou que a nova infraestrutura contou com a colaboração da Consejería de Desenvolvimento Rural e da Associação para o Desenvolvimento da Serra de São Pedro Los Baldíos, através do Programa Proder.

O novo imóvel está situado "numa zona adequada para albergar um edifício destinado a este uso", explicou o consistório, pois encontra-se numa via asfaltada, perto do núcleo urbano, entre a Ermida de Nossa Senhora dos Remédios e o caminho do cemitério local.

O edifício é de um único piso, com duas salas mortuárias, sala de autópsias, capela, sala múltipla e pátios interiores, e tem dois acessos distintos, um para o pessoal do centro e para os familiares e amigos dos defuntos, e outro para os carros funerários e para os técnicos relacionados com a actividade.

Ocupando uma superfície de 417 metros quadrados, houve "especial cuidado" em matéria de acessibilidade para deficientes e para a movimentação de urnas. Além disso, a empresa adequou os espaços exteriores de acesso ao edifício para estacionamentos e jardins, criando um cómodo ambiente exterior adaptado a um serviço público como este. © NCV