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10 de julho de 2026

Termina este fim-de-semana a exposição “O Toque como Experiência Estética” no CAC da FNSE

Fotos © FNSE/NCV
Termina este fim-de-semana a exposição “O Toque como Experiência Estética” do artista Luís Félix que está patente desde Abril passado no Centro de Arte e Cultura da Fundação Nossa Senhora da Esperança.
A prática artística de Luís Félix articula escultura, pintura e desenho, explorando a relação entre materiais tradicionais e processos técnicos associados ao trabalho do metal, sempre como componentes ativos da experiência sensorial e perceptiva da obra.
A exposição enquadra-se assim perfeitamente no âmbito e no espírito do projeto da FNSE em curso intitulado “TODAGENTE – Arte e Educação Para Acessibilidade e Inclusão em Espaços Culturais a partir do Museu da Tiflologia de Castelo de Vide” no qual se integrou (ver toda a informação AQUI). © NCV

3 de abril de 2026

Fundação Nossa Senhora da Esperança apresentou ontem o projeto “TODAGENTE” e inaugurou a exposição “O Toque como Experiência Estética”

Fotos © FNSE/NCV
Fotos © FNSE/NCV
O projeto “TODAGENTE – Arte e Educação Para Acessibilidade e Inclusão em Espaços Culturais a partir do Museu da Tiflologia de Castelo de Vide” foi apresentado oficialmente esta quinta-feira dia 2 de Abril pela sua promotora, a Fundação Nossa Senhora da Esperança (FNSE), numa cerimónia que teve lugar no auditório da Igreja do Convento de S. Francisco e incluiu uma conferência de abertura a cargo de Ana Paula Amendoeira, seguida de um momento musical pelo grupo “Ensemble Sentidos”.
Além da conferencista estiveram presentes o Presidente da Câmara Municipal de Castelo de Vide, Nuno Calixto, e o Presidente do Conselho de Administração da FNSE, João Palmeiro.
O projeto está a ser preparado e desenvolvido desde Janeiro por uma equipa de 20 pessoas até final de 2028 e conta com um orçamento de 870 mil euros, dos quais 336 mil financiados pelo programa Alentejo 2030.
O objetivo é o de melhorar o acesso, a participação e a fruição cultural, especialmente de pessoas cegas e com baixa visão e vai desenvolver e dispobilizar metodologias, práticas e recursos que tornem museus e espaços culturais mais acessíveis, inclusivos e participativos, com base na experiência do Museu de Tiflologia de Castelo de Vide.
O desenvolvimento do projeto envolve uma equipa de cerca de 20 pessoas, entre colaboradores dos quadros da Fundação, profissionais externos e outros artistas, produtores, técnicos e outros elementos da comunidade local, envolvidos em ações específicas e pontuais ao longo do desenvolvimento do projeto, alguns em colaboração pro bono.
Fotos © FNSE/NCV
Exposição “O Toque como Experiência Estética” até 18 de Julho 
no Centro de Arte e Cultura da Fundação Nossa Senhora da Esperança
Fotos © FNSE/NCV
O momento da apresentação ficou ainda marcado pela inauguração da exposição “O Toque como Experiência Estética” do artista Luís Félix que ficará patente no Centro de Arte e Cultura da Fundação Nossa Senhora da Esperança até ao próximo dia 18 de Julho.
A prática artística de Luís Félix articula escultura, pintura e desenho, explorando a relação entre materiais tradicionais e processos técnicos associados ao trabalho do metal, sempre como componentes ativos da experiência sensorial e perceptiva da obra. 
A exposição enquadra-se assim perfeitamente no âmbito e no espírito deste projeto da FNSE no qual se integra. © NCV

31 de março de 2026

Luís Félix inaugura na quinta-feira em Castelo de Vide a exposição “O Toque como Experiência Estética”

Clicar na imagem para ampliar o cartaz.
A exposição “O Toque como Experiência Estética” do artista Luís Félix é inaugurada na próxima quinta-feira dia 2 de Abril, pelas 18 horas, no Centro de Arte e Cultura da Fundação Nossa Senhora da Esperança em Castelo de Vide, onde ficará patenteaté ao próximo dia 18 de Julho.
A cerimónia integra-se na apresentação pública do projeto “TODAGENTE – Arte e Educação Para Acessibilidade e Inclusão em Espaços Culturais a partir do Museu da Tiflologia de Castelo de Vide”.
Esta exposição tem a curadoria de João Guimarães e integra um ciclo de mostras bianuais promovidas pelo Centro Português de Tiflologia, Equidade e Inclusão, no âmbito das atividades do Museu da Tiflologia propondo uma reflexão sobre a experiência artística a partir dos diferentes sentidos humanos. Depois de terem sido exploradas em edições anteriores dimensões sensoriais como o olfacto e a audição, desta vez o foco centra-se no toque.
Obras concebidas para serem tocadas
Ao contrário do que acontece na maior parte das exposições, onde o contacto físico com as obras é geralmente interdito, nesta exposição todas as peças foram concebidas para poderem ser tocadas. Esta possibilidade decorre da própria abordagem do artista, cuja prática valoriza a dimensão material e táctil da forma escultórica.
A prática artística de Luís Félix articula escultura, pintura e desenho, frequentemente explorando a relação entre materiais tradicionais e processos técnicos associados ao trabalho do metal.
A obra do artista distingue-se assim por uma atenção particular à dimensão material da forma. A madeira, a pedra, a resina e metal não são apresentados apenas como suportes técnicos da escultura, mas como componentes ativos da experiência sensorial e perceptiva da obra. E mesmo as seis pinturas que são apresentadas na galeria, em que o contorno da imagem é realçado através de relevo em tinta de chumbo, foram pensadas tendo em conta esta dimensão sensorial.
Luís Manuel Ferreira Félix Ribeiro
Natural Portalegre (1973), Luís Manuel Ferreira Félix Ribeiro é escultor, pintor e professor de artes, atualmente ao serviço do Agrupamento de Escolas de Marvão.
Licenciou-se em Escultura na ARCA-EUTAC – Escola Universitária das Artes de Coimbra, com classificação final de 17 valores e em 2017 complementou a sua formação artística com especialização técnica em soldadura, integrando processos industriais na sua prática escultórica.
A sua obra inclui diversas intervenções de escultura pública em Portugal e e desenvolveu experiência profissional internacional na Holanda, França, Bélgica e Moçambique.
Projeto “TODAGENTE – Arte e Educação Para Acessibilidade e Inclusão”
Clicar na imagem para ampliar o cartaz.
Implementado pela Fundação Nossa Senhora da Esperança, o projeto “TODAGENTE – Arte e Educação Para Acessibilidade e Inclusão em Espaços Culturais a partir do Museu da Tiflologia de Castelo de Vide” tem a duração de 3 anos (até final de 2028) e é financiado pelo Fundo Social Europeu (FSE), no âmbito da candidatura ao aviso “Inclusão pela Cultura”, integrada no Programa Regional Alentejo 2030.
A Fundação Nossa Senhora da Esperança (FNSE) gere atualmente, no quadro dos seus compromissos históricos e estatutários, duas Estruturas Residenciais para Idosos, além do Centro de Arte e Cultura FNSE e o Centro de Experiência Viva - Museu de Tiflologia em Castelo de Vide. © NCV