| Fotos © BE-CRE/NCV |
Partindo da interpretação do poema “Pastoral” de António Gedeão os participantes foram convidados a explorar e observar in loco a diversidade das folhas que nos rodeiam e a dialogar sobre a diversidade das pessoas à nossa volta (“É dessas que eu sou”), favorecendo atitudes de respeito pela diferença, empatia e valorização.
Tal como António Gedeão, compreendemos que há folhas que ainda hoje persistem e descobrimos o que fez de Garcia de Orta um homem da ciência à frente do seu tempo: uma curiosidade e um questionar permanentes, um olhar atento, a abertura ao novo e ao outro, o experimentar, arriscar, fazer diferente e a coragem de defendê-lo…
Então, cada um criou a sua folha: do desenho da silhueta, às cores e padrões que existem na natureza, à palavra “que eu sou” … E agrupámos as folhas individuais em folhas gigantes, todas diferentes e todas iguais, numa criação coletiva que reflete diversidade e unidade. Com este diálogo entre folhas, homenageámos ambos os cientistas e o Dia Nacional da Cultura Científica. © BE-CRE/NCV
Fotos © BE-CRE/NCV

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