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“Vaga Luz” é um dispositivo especulativo que explora, entre arquivos formais e informais de Fiama Hasse Pais Brandão, do Grupo de Teatro Hoje e de Jorge Peixinho, possibilidades para o teatro que Fiama sonhou. Equilibrada entre poesia e teatro, surrealismo e revolução, Fiama ensaiou ao longo do século XX um teatro futuro — irradiado pelos sentidos e pela introspeção — que atravessa a sua escrita, tradução, dramaturgia e encenação. “Vaga Luz” nasce depois da reconstrução da sua única encenação, “Mariana Pineda”, de Lorca. Um escombro e um desejo. Se acreditamos ser possível mergulhar adentro de alguém pela sua obra, então este é a convocação dos fantasmas de um teatro-futuro que Fiama pressentiu, mas não chegou a erguer. © NCV


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