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| Fotos © CIMAA/NCV |
Os autarcas aprovaram por unanimidade o Relatório de Atividades e de Gestão relativo ao ano de 2025, documento será agora submetido a deliberação em sede de Assembleia Intermunicipal e posteriormente publicado.
O destaque mais evidente vai para o Empreendimento de Aproveitamento Hidráulico de Fins Múltiplos do Crato – Barragem do Pisão, que tem sido ao longo dos últimos anos a imagem de marca desta Comunidade Intermunicipal e que a mesma considera “um projeto diferenciador que pretende alavancar o desenvolvimento sustentável do Alto Alentejo”.
Iniciativas e projetos de futuro
Foi ainda destacado o trabalho que a CIMAA e os Municípios associados continuam a trilhar no sentido da implementação de iniciativas e projetos que marcam pela sua importância, complexidade e potencial para o futuro. Investimentos em áreas tão fulcrais como a educação (Academia + Sucesso Escolar), ambiente e promoção da educação ambiental (RecolhaBio e Reciclete), desporto (nova edição dos Jogos do Alto Alentejo), turismo e cultura (Parcerias para a Coesão Não Urbana), mobilidade sustentável e comunidades energéticas mais robustas (TRANSCOM_Euroace e RURALMed Mobility) ou ainda o reforço da vigilância para o combate aos incêndios rurais, entre muitos outros.
Execução e reprogramação do PACTO Alentejo 2030
Esta reunião – emque participou o Presidente da Câmara Municial de castelo de Vide, Nuno Calixto - fica também marcada pela presença de Ricardo Pinheiro e Tiago Teotónio Pereira, Presidente e Vogal Executivo da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) do Alentejo, onde apresentaram aos autarcas um ponto de situação da execução e reprogramação do PACTO Alentejo 2030.
Tendo por base a parceria com o Município de Campo Maior e alicerçada no Centro de Inteligência Coletiva do Alentejo, os autarcas assistiram à apresentação do professor Miguel Castro Neto, da NOVA IMS (Information Management School da Universidade NOVA de Lisboa), subordinada ao tema “Cidades e Territórios Inteligentes e Sustentáveis”. Através da tecnologia e análise de dados, testemunharam as possíveis mais-valias que a implementação de áreas temáticas específicas de atuação – “verticais” – poderão significar para os seus concelhos, em setores tão díspares como a mobilidade, a segurança, o ambiente, a recolha de resíduos ou até na maior eficiência nos serviços públicos. © NCV


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