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2 de fevereiro de 2023

CAE de Portalegre: Miguel Azguime apresenta “A Vida é Sempre Preferível” Sábado no Ciclo in-ti-mis-ta

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Miguel Azguime traz no próximo sábado ao CAE de Portalegre o espetáculo “A Vida é Sempre Preferível” (ação poética /teatro electroacústico) no âmbito do Ciclo in-ti-mis-ta.
A performance e a composição musical e textual são de Miguel Azguime com “difusão sonora e eletrónica” em tempo real de Paula Azguime. O compositor, o poeta e o performer voltam-se a reunir num só, a solo, para uma nova incursão pela palavra enquanto música e pela música enquanto palavra.
A performance e a composição musical e textual são de Miguel Azguime com “difusão sonora e eletrónica” em tempo real de Paula Azguime.
“A Vida é sempre preferível ou o monólogo do Sal, para lhe completar a medida” é um “work in progress” à procura de um novo devir, regresso à palavra e às suas transformações eletrónicas, reflexão sobre o homem e o mundo, onde a vida é sempre o caminho e o lugar preferível. © NCV

29 de março de 2022

“Ciclo in-ti-mis-ta” do CAEP: “Estilhaços” é espetáculo de “spoken word” no próximo sábado

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No quadro do seu “Ciclo in-ti-mis-ta”, o CAE de Portalegre recebe no próximo sábado dia 2 de Abril (21:30 horas) o espetáculo “Estilhaços”, com Adolfo Luxúria Canibal, António Rafael e Jorge Coelho.
“Estilhaços” é um espetáculo de “spoken word”, em que Adolfo Luxúria Canibal lê alguns textos e poemas da sua autoria, mas também de Mário Cesariny, ora acompanhado ao piano e outros teclados por António Rafael e à guitarra por Jorge Coelho, ora também, no formato quarteto, pelo contrabaixo de Henrique Fernandes, que interpretam peças musicais por eles compostas especificamente para esses textos e poemas.
Adolfo Luxúria Canibal – sendo mais conhecido como vocalista dos Mão Morta, foi no entanto a sua obra escrita, sobretudo no campo da poesia e da crónica, que despoletou a ideia de leitura musicada subjacente a Estilhaços.
António Rafael – acompanha Adolfo Luxúria Canibal em Estilhaços desde a fase inicial. É também membro dos Mão Morta, assumindo as funções de guitarrista e pianista, para além de colaborar com outros artistas e projetos, mormente na área da eletrónica.
Jorge Coelho – juntou-se a Estilhaços antes da gravação do seu segundo disco, na sequência da relação criada com António Rafael num projeto de financiamento para a Orquestra de Jazz de Matosinhos, de que é responsável executivo. © NCV