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19 de maio de 2026

Fotorreportagem: sessões sobre a “víbora cornuda” em Póvoa e Meadas e Castelo de Vide

Sessão em Castelo de Vide. Fotos © CMCV/NCV
Clicar na imagem para ampliar o cartaz.
Decorreram na passada semana, em Póvoa e Meadas e em Castelo de Vide, duas sessões de informação sobre a Víbora Cornuda, espécie que existe em praticamente todo o território nacional, mas em especial nas zonas de serra.
As sessões de esclarecimento, promovidas pela Unidade Local de Saúde (ULS) do Alto Alentejo e pela Câmara Municipal, aconteceram no Museu de Póvoa e Meadas e no Salão Nobre dos Paços do Concelho.
Além de explicações sobre a espécie, foram divulgados conselhos e modos de atuação em caso de contacto ou mordidas.
As sessões foram abertas à comunidade com o objetivo de reforçar a literacia em saúde e segurança e de contribuir para uma melhor resposta em contexto de risco associado à presença da espécie no território. © NCV
Sessão em Póvoa e Meadas. Fotos © DR/NCV

11 de maio de 2026

Sessões de informação sobre a “víbora cornuda” em Póvoa e Meadas (5ª-feira) e Castelo de Vide (6ª-feira)

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A Unidade Local de Saúde (ULS) do Alto Alentejo e a Câmara Municipal de Castelo de Vide vão promover duas sessões de informação sobre a Víbora Cornuda: no dia 14 de Maio (quinta-feira) a sessão decorre pelas 18 horas no Museu de Póvoa e Meadas e no dia 15 (sexta-feira) a sessão terá lugar no Salão Nobre dos Paços do Concelho pelas 11 horas.
A Víbora Cornuda é uma espécie que existe em praticamente todo o território nacional, mas em especial nas zonas de serra.
No período de maior atividade desta espécie, na Primavera e Verão, e numa altura em que a ULS do Alto Alentejo já adquiriu o antídoto para as mordidas desta espécie, torna-se essencial dar explicações e divulgar conselhos e modos de atuação.
A Víbora Cornuda é uma espécie que existe na Serra de São Mamede e, apesar de ser pouco agressiva, as mordidas podem ocorrer e há cuidados imediatos que devem ser adotados para impedir que o veneno cause danos.
Três casos locais em 2012, 2018 e 2024
A presença desta espécie em terras norte alentejanas tem sido aliás detetada por episódios desta mesma natureza com os acontecidos em Póvoa e Meadas em Setembro de 2012 (vd notícia AQUI) e atingindo novamente um castelovidense em Junho de 2018 (vd notícia AQUI) e outro em Outubro de 2024 (vd notícia AQUI). © NCV