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4 de janeiro de 2025

Castelo de Vide acolhe a 6 e 7 de Janeiro congresso internacional sobre o sistema de escrita e leitura braille

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Castelo de Vide vai ser palco de um congresso internacional que assinala os 200 anos da invenção do sistema braille e também assinala o "Dia Mundial do Braille" (4 de Janeiro, este ano um sábado).
O evento científico tem lugar nos dias 6 e 7 de Janeiro (segunda e terça-feira) e tem como tema "A polivalente vitalidade do braille e do háptico nas diferentes signografias e literacias: valorização da diversidade na promoção social da equidade para as pessoas cegas no mundo".
A organização é da responsabilidade coletiva da Associação Centro Português de Tiflologia, Equidade e Inclusão (CPTEI), da Fundação Nossa Senhora da Esperança (FNSE), do Centro de Experiência Viva - Museu de Tiflologia (CEV/MT) e do Jardim Sensorial Manuel da Costa Leite (JSMCL).
As inscrições para participação via zoom ou streaming e/ou presencial estão abertas AQUI.
O sistema de escrita e leitura braille
Alfabeto braille. Clicar para ampliar.
O sistema de escrita e leitura braille, criado por Louis Braille, é composto por 64 sinais, gravados em papel e em relevo, e permite através do toque facilitar a vida das pessoas invisuais e a sua integração na sociedade.
Estes sinais são combinados em duas filas verticais e justapostas, à semelhança de um dominó ao alto. A leitura faz-se da esquerda para a direita.
O Dia Mundial do Braille é celebrado no dia 4 de Janeiro, a data do nascimento do seu criador, que cegou aos 3 anos de idade e aos 20 anos conseguiu formar um alfabeto com diferentes combinações de 1 a 6 pontos que se difundiu por todo o Mundo e que ainda hoje é usado como forma oficial de escrita e de leitura das pessoas cegas. © NCV

24 de novembro de 2024

Congresso internacional sobre o sistema de escrita e leitura braille em Castelo de Vide a 6 e 7 de Janeiro

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Castelo de Vide vai ser palco de um congresso internacional que assinala os 200 anos da invenção do sistema braille e também assinala o "Dia Mundial do Braille" (4 de Janeiro, este ano um sábado).
O evento científico tem lugar nos dias 6 e 7 de Janeiro (segunda e terça-feira) e tem como tema "A polivalente vitalidade do braille e do háptico nas diferentes signografias e literacias: valorização da diversidade na promoção social da equidade para as pessoas cegas no mundo".
A organização é da responsabilidade coletiva da Associação Centro Português de Tiflologia, Equidade e Inclusão (CPTEI), da Fundação Nossa Senhora da Esperança (FNSE), do Centro de Experiência Viva - Museu de Tiflologia (CEV/MT) e do Jardim Sensorial Manuel da Costa Leite (JSMCL).
As inscrições para participação via zoom ou streaming e/ou presencial estão abertas AQUI.
O sistema de escrita e leitura braille
Alfabeto braille. Clicar para ampliar.
O sistema de escrita e leitura braille, criado por Louis Braille, é composto por 64 sinais, gravados em papel e em relevo, e permite através do toque facilitar a vida das pessoas invisuais e a sua integração na sociedade.
Estes sinais são combinados em duas filas verticais e justapostas, à semelhança de um dominó ao alto. A leitura faz-se da esquerda para a direita.
O Dia Mundial do Braille é celebrado no dia 4 de Janeiro, a data do nascimento do seu criador, que cegou aos 3 anos de idade e aos 20 anos conseguiu formar um alfabeto com diferentes combinações de 1 a 6 pontos que se difundiu por todo o Mundo e que ainda hoje é usado como forma oficial de escrita e de leitura das pessoas cegas. © NCV

24 de março de 2023

Anfiteatro romano da Ammaia apresentado em Congresso Internacional sobre "Edifícios de Espetáculos na Lusitânia Romana"

Foto © Ammaia/NCV (arquivo)
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O anfiteatro da cidade romana de Ammaia, cujo estudo e valorização tem decorrido no âmbito do Programa "Promove Regiões Fronteiriças" (2019), financiado pela Fundação "La Caixa", um apoio considerado fundamental para o desenrolar do projeto, será apresentado durante o Congresso Internacional "Edifícios de Espetáculos na Lusitânia Romana", que decorrerá nos próximos dias 24 e 25 em Lisboa , no Auditório do Museu do Fado.
O quinto anfiteatro romano conhecido na Lusitânia
Este anfiteatro romano de Ammaia é o quinto edifício deste tipo conhecido na antiga província romana da Lusitânia. Foi construído fora do perímetro urbano, parcialmente encostado à muralha que delimita a cidade, nos meados do século I da nossa Era e terá estado em uso até aos finais do século IV ou inícios do V.
Trata-se de um típico anfiteatro de cidade de província do Império Romano, com a arena eliptica, de cerca de 54 por 40 metros, delimitada por parede de alvenaria de pedra e bancadas erguidas em madeira.
No caso do edifício de Ammaia a principal singularidade consiste no modelo adotado: um sistema misto de construção, que utilizou uma encosta para daí extrair a pedra utilizada na parede de alvenaria e para alojar parte do edifício, erguendo no lado oposto um potente aterro artificial para a instalação das bancadas, uma solução construtiva até à data desconhecida no ocidente da Península Ibérica.
O anfiteatro foi descoberto em 2019 e, a partir de então, equipas da Universidade de Lisboa, Museo Nacional de Arte Romano (Mérida) e da Fundação Cidade de Ammaia têm posto a descoberto o edifício, no âmbito de um Projeto que conta com financiamento da Fundação “La Caixa”. © NCV