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22 de setembro de 2025

Museu de Tiflologia e Fundação Nossa Senhora da Esperança presentes em Coupvray (França) no bicentenário do sistema Braille

Fotos © DR/NCV
Casa em Coupvray onde nasceu Louis Braille.
O Centro de Experiência Viva - Museu de Tiflologia esteve representado no passado sábado dia 20 de Setembro na cerimónia de comemoração do bicentenário do Sistema Braille realizada no Museu Louis Braille em Coupvray (França), a terra natal do seu criador.
A representação esteve a cargo dos Professores Augusto Deodato Guerreiro e João Palmeiro Novo, respetivamente Presidente da Direção do CPTEI – Centro Português de Tiflologia e do Conselho de Administração da Fundação Nossa Senhora da Esperança.
A celebração dos 200 anos de criação do sistema braille foram assinalados pelo Museu Louis Braille em Coupvray (França) através de uma grande jornada de sensibilização em torno do braille, da inclusão e da deficiência visual que ali reuniu artistas, desportistas, e homens e mulheres de letras deficientes visuais que dersam conta dos seus testemunhos de pessoas fora do comum.
Recorda-se que Louis Braille - o criador do sistema de leitura por tato para cegos que recebeu seu nome - nasceu em Coupvray (França) no dia 4 de Janeiro de 1809 tendo falecido em Paris, localidade a escassos de 40 quilómetros, no dia 6 de Janeiro de 1852.
Recorda-se que foi no anterior Asilo de Cegos (atual Fundação Nossa Senhora a Esperança) onde funcionou a primeira escola braille do país no final do século XIX por iniciativa do visionário Branco Rodrigues e do padre Severino Dinis Porto.
O Museu de Tiflologia - Centro de Experiência Viva assinalou os 200 anos do sistema Braille no passado dia 6 de Janeiro de 2025 (ver notícia AQUI), data em que é também celebrado o Dia Mundial do Braille. © NCV
Cripta no Panteão Nacional (Paris) onde está sepultado Louis Braille.
 

26 de julho de 2025

“Aprendizagem e Uso do Braille” foi inscrito como Património Cultural Imaterial Nacional por iniciativa do Centro Português de Tiflologia (Castelo de Vide)

Clicar na imagem para ampliar.
O Centro de Experiência Viva - Museu de Tiflologia anunciou a inscrição da manifestação “Aprendizagem e Uso do Braille” no Inventário Nacional do Património Cultural Imaterial, promovida pelo Centro Português de Tiflologia (CPTEI) com sede em Castelo de Vide, na Fundação Nossa Senhora da Esperança.
A confirmação surgiu esta semana com a publicação do respetivo anúncio em Diário da República (anúncio n.º 248/2025, de 25 de Julho).
Recorda-se que a primeira escola em que se ensinou o braille em Portugal funcionou no então Asilo de Cegos de Nossa Senhora da Esperança por iniciativa de Branco Rodrigues e do padre Severino Diniz Porto.
Reconhecimento histórico salvaguarda e valoriza o Braille
“A partir de hoje, o Braille passa a fazer parte oficial do património cultural de todos nós”, refere o CPTEI, para quem “este reconhecimento histórico atribui ao sistema Braille e à sua prática um estatuto de bem cultural digno de salvaguarda e valorização, como expressão viva do património das comunidades cegas e com baixa visão em Portugal”.
“Mais do que um sistema de leitura e escrita, o Braille representa um saber profundamente enraizado nas experiências de vida, na educação, na cultura e na autonomia de milhares de pessoas. A sua aprendizagem e uso são, simultaneamente, uma conquista individual e coletiva, transmitida ao longo das gerações com dedicação, perseverança e paixão”.
Compromisso com os direiros das pessoas deficientes
“Com esta inscrição, Portugal reafirma o seu compromisso com a promoção da diversidade cultural, da acessibilidade e dos direitos das pessoas com deficiência, reconhecendo que o património imaterial se constrói também com os sentidos do tato, da escuta e da resiliência”.
Na sua nota, o CPTEI agradece publicamente “a todas as pessoas, instituições e associações que contribuíram para este importante passo, bem como às comunidades que diariamente mantêm viva a prática do Braille no nosso país”.
O NCV pode adiantar que estiveram nomeadamente envolvidos neste processo os Professores Maria Romeiras e Augusto Deodato Guerreiro (presidente da Direção do CPTEI) e ainda o Dr. Aquilino Rodrigues.
Centro Português de Tiflologia
O Centro Português de Tiflologia, também designado abreviadamente por CPTEI, é uma associação científica com sede e domicílio em Castelo de Vide, na Fundação Nossa Senhora da Esperança.
O CPTEI tem por objetivo principal investigar, estudar, desenvolver, validar e aplicar teorias e boas práticas reabilitativas em equidade no âmbito da tiflologia. 
Nesse sentido o seu objeto principal são a reabilitação e integração, o desenvolvimento de competências pessoais e sociais e a divulgação da investigação científica, tecnológica e respetiva aplicação, bem como a produção e distribuição de conteúdos científicos, em estreita cooperação com outros Centros de Investigação e Formação congéneres, Institutos de Ensino Superior, em Portugal e no estrangeiro. © NCV

12 de janeiro de 2025

António Pita participou na FNSE nas comemorações do Dia Mundial e dos 200 anos do sistema Braille

Fotos © DR/NCV
Fotos © DR/NCV
O Centro Português de Tiflologia e a Fundação Nossa Senhora da Esperança assinalaram no início da passada semana (dias 6 e 7 de Janeiro) em Castelo de Vide os 200 anos do nascimento do sistema Braille.
A convite da Fundação Nossa Senhora da Esperança (FNSE), o Presidente da Câmara Municipal de Castelo de Vide, António Pita, acompanhou a sessão de abertura das Comemorações do Dia Mundial do Braille e dos 200 anos “desta genial invenção, que trouxe aos invisuais uma possibilidade de comunicação ímpar e fundamental a nível universal”.
Na ocasião o autarca saudou a organização, todos os palestrantes e presentes no evento “cujo ambicioso programa teve a duração de dois dias reunindo vários especialistas na temática da tiflologia” (ver notícias AQUI).
Em Castelo de Vide, no edifício do Asilo de Cegos...
Nas redes sociais, António Pita deixou os “parabéns ao Centro Português de Tiflologia, Equidade e Inclusão e à FNSE, na medida em que realizar esta iniciativa em Castelo de Vide, num edifício outrora conhecido pelo Asilo dos Cegos verdadeiramente pioneiro no panorama nacional nesta vertente social, é uma excelente forma de homenagear os fundadores, de honrar a história e de valorizar o legado patrimonial e imaterial desta instituição secular”.
“Reconhecimento pelo esforço suplementar” da Fundação
Por outro lado, o autarca deixou publicamente ao Presidente do Conselho de Administração, João Palmeiro, o seu “reconhecimento pelo esforço suplementar considerando que para além da missão primordial na área assistencial que absorve tantos recursos não são desconsiderados este tipo de projetos culturais, recreativos e do conhecimento”. © NCV

4 de janeiro de 2025

Castelo de Vide acolhe a 6 e 7 de Janeiro congresso internacional sobre o sistema de escrita e leitura braille

Clicar na imagem para ampliar o cartaz.

Castelo de Vide vai ser palco de um congresso internacional que assinala os 200 anos da invenção do sistema braille e também assinala o "Dia Mundial do Braille" (4 de Janeiro, este ano um sábado).
O evento científico tem lugar nos dias 6 e 7 de Janeiro (segunda e terça-feira) e tem como tema "A polivalente vitalidade do braille e do háptico nas diferentes signografias e literacias: valorização da diversidade na promoção social da equidade para as pessoas cegas no mundo".
A organização é da responsabilidade coletiva da Associação Centro Português de Tiflologia, Equidade e Inclusão (CPTEI), da Fundação Nossa Senhora da Esperança (FNSE), do Centro de Experiência Viva - Museu de Tiflologia (CEV/MT) e do Jardim Sensorial Manuel da Costa Leite (JSMCL).
As inscrições para participação via zoom ou streaming e/ou presencial estão abertas AQUI.
O sistema de escrita e leitura braille
Alfabeto braille. Clicar para ampliar.
O sistema de escrita e leitura braille, criado por Louis Braille, é composto por 64 sinais, gravados em papel e em relevo, e permite através do toque facilitar a vida das pessoas invisuais e a sua integração na sociedade.
Estes sinais são combinados em duas filas verticais e justapostas, à semelhança de um dominó ao alto. A leitura faz-se da esquerda para a direita.
O Dia Mundial do Braille é celebrado no dia 4 de Janeiro, a data do nascimento do seu criador, que cegou aos 3 anos de idade e aos 20 anos conseguiu formar um alfabeto com diferentes combinações de 1 a 6 pontos que se difundiu por todo o Mundo e que ainda hoje é usado como forma oficial de escrita e de leitura das pessoas cegas. © NCV

24 de novembro de 2024

Congresso internacional sobre o sistema de escrita e leitura braille em Castelo de Vide a 6 e 7 de Janeiro

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Castelo de Vide vai ser palco de um congresso internacional que assinala os 200 anos da invenção do sistema braille e também assinala o "Dia Mundial do Braille" (4 de Janeiro, este ano um sábado).
O evento científico tem lugar nos dias 6 e 7 de Janeiro (segunda e terça-feira) e tem como tema "A polivalente vitalidade do braille e do háptico nas diferentes signografias e literacias: valorização da diversidade na promoção social da equidade para as pessoas cegas no mundo".
A organização é da responsabilidade coletiva da Associação Centro Português de Tiflologia, Equidade e Inclusão (CPTEI), da Fundação Nossa Senhora da Esperança (FNSE), do Centro de Experiência Viva - Museu de Tiflologia (CEV/MT) e do Jardim Sensorial Manuel da Costa Leite (JSMCL).
As inscrições para participação via zoom ou streaming e/ou presencial estão abertas AQUI.
O sistema de escrita e leitura braille
Alfabeto braille. Clicar para ampliar.
O sistema de escrita e leitura braille, criado por Louis Braille, é composto por 64 sinais, gravados em papel e em relevo, e permite através do toque facilitar a vida das pessoas invisuais e a sua integração na sociedade.
Estes sinais são combinados em duas filas verticais e justapostas, à semelhança de um dominó ao alto. A leitura faz-se da esquerda para a direita.
O Dia Mundial do Braille é celebrado no dia 4 de Janeiro, a data do nascimento do seu criador, que cegou aos 3 anos de idade e aos 20 anos conseguiu formar um alfabeto com diferentes combinações de 1 a 6 pontos que se difundiu por todo o Mundo e que ainda hoje é usado como forma oficial de escrita e de leitura das pessoas cegas. © NCV

7 de novembro de 2023

Centro Português de Tiflologia lançou campanha de “crowd funding” na plataforma “GoFundMe” em apoio de projeto tecnológico “Pôr as árvores a falar”

Fotos © Museu da Tiflologia/NCV
A Associação Centro Português de Tiflologia, Equidade e Inclusão lançou uma campanha de de “crowd funding” (recolha de fundos) na plataforma “GoFundMe” em apoio do projeto tecnológico “Pôr as árvores a falar” ou “As Oliveiras Dialogantes”.
Toda a informação pode ser consultada AQUI, onde também podem ser facilmente concretizadas as contribuições (doações).
Museu da Tiflologia em Castelo de Vide
Com um objetivo de 35 000 euros este projeto tecnológico “Pôr as árvores a falar” enquadra-se e está a ser desenvolvido pelo Professor Manuel da Costa Leite no Centro de Experiência Viva do Museu da Tiflologia em Castelo de Vide (ver toda a informação AQUI).
Numa primeira fase, uma e depois mais duas das 37 oliveiras do “jardim sensorial” anexo a este Museu vão ser objeto de experiências que conjugam recursos tecnológicos diversos para, em última instância, pô-las a falar e a dialogar, cada uma com personalidade própria.
Trata-se de um processo de investigação que projeta um futuro em que os dispositivos falantes dialogantes serão em muitos casos pura e simplesmente complementos - ou até substitutos - de legendas, etiquetas, etc..
Centro Português de Tiflologia
O Centro Português de Tiflologia, também designado abreviadamente por CPTEI, é uma associação científica com sede e domicílio em Castelo de Vide, na Fundação Nossa Senhora da Esperança.
O CPTEI tem por objetivo principal investigar, estudar, desenvolver, validar e aplicar teorias e boas práticas reabilitativas em equidade no âmbito da tiflologia.
Nesse sentido o seu objeto principal inclui a reabilitação e integração, o desenvolvimento de competências pessoais e sociais e a divulgação da investigação científica, tecnológica e respetiva aplicação, bem como a produção e distribuição de conteúdos científicos, em estreita cooperação com outros Centros de Investigação e Formação congéneres, Institutos de Ensino Superior, em Portugal e no estrangeiro. © NCV
(Programa Portugal em Direto da RTP1, emitido a 22 de Junho de 2021)