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23 de fevereiro de 2023

ICNF promove esclarecimento sobre "matilhas de caça maior" em Portalegre no dia 28 de Fevereiro

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O ICNF retoma as sessões de esclarecimento dedicadas às "matilhas de caça maior" e cumprimento da legislação no Centro de Conbressos da Cãmara Munciipal de Portalegre no dia 28 de Fevereiro (17:30 horas). © NCV

11 de outubro de 2022

Longo esclarecimento da Águas do Alto Alentejo sobre aumentos de preços e questões operacionais

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A empresa Águas do Alto Alentejo divulgou no passado sábado um muito longo esclarecimento sobre o racional da sua própria criação e os aumentos registados na fatura da água.
O documento explica que os Municípios integrantes estavam “legalmente obrigadas a equilibrar os encargos de gestão com os proveitos obtidos por via tarifária”.
Ora “cumprir a lei, significava que cada um dos 10 municípios, teria que efetuar um aumento do seu tarifário, esses aumentos foram calculados, e eram superiores ao tarifário que foi definido para a Águas do Alto Alentejo (AAA). Apesar de não ter sido o único, este fator, foi determinante para a criação da empresa intermunicipal”.
Essa subida de preço com referência a 1 de Julho passado “representou, para o universo dos 10 municípios, um aumento médio de cerca de 4 euros para os 10 m3 de consumo doméstico (valor de referência utilizado para comparar tarifários)”.
A impossibilidade de atrasar a entrada em vigor do tarifário
“Conscientes de que seria um aumento a acrescer a todos os outros aumentos, não nos foi, no entanto, possível adiar a entrada em vigor do novo tarifário. Os compromissos legais assumidos junto do Tribunal de Contas, da ERSAR, do POSEUR, da DGAL, entre outras entidades, assim o exigiram. Além de sujeitos a outras sanções, os municípios teriam, por exemplo, que devolver parte dos 7 milhões de euros referentes às obras que permitiram renovar condutas, levar saneamento e água a sítios que não dispunham desses serviços, construir reservatórios e estações de tratamento, efetuar obras integradas no plano de redução definido, etc., que só se tornaram possíveis com a criação da empresa. Relembrando ainda que a partir de 2018, os fundos de financiamento disponíveis para o setor foram vedados a entidades gestoras com população residente inferior a 50 000 habitantes”.
A empresa adianta ainda que, “em termos daquilo que é comparável, podemos dizer que a nossa água continua a ser a mais barata do distrito e uma das mais baratas em
termos do universo das agregações” (ver quadro que publicamos junto a esta notícia).
Gerado um cenário de descontentamento
“Se ao aumento das tarifas, associamos o aumento de consumos (período de verão), o recurso a estimativas, em vez de leituras (procedimento habitual nos meses de verão, devido às férias dos funcionários), a cobrança da TRH (Taxa de Recursos Hídricos de aplicação obrigatória nos termos da lei, e que nem todos os municípios cobravam), a devolução em alguns casos das faturas devido a deficiências na identificação dos pagamento de duas faturas) e o período associado ao início da atividade da AAA, ficamos com a noção de que possa ter sido gerado um cenário que tenha provocado um descontentamento generalizado relativamente à Águas do Alto Alentejo”.
Resolver as questões operacionais
A empresa refere ainda que “continua a trabalhar afincadamente no intuito de resolver as questões operacionais que têm sido colocadas nesta fase de arranque, nomeadamente a questão das estimativas “que deverá ser ultrapassada durante o mês de Outubro”,a disponibilização de um “serviço de leitura mensal, com recurso a funcionários destacados para esse efeito”, e ainda questões relativas à forma e qualidade do atendimento.
Mais um apelo “à compreensão de todos”
A longa comunicação do Conselho de Administração da AAA termina com um apelo “mais uma vez à compreensão de todos, lamentamos os eventuais constrangimentos decorrentes desta fase, mas estamos convictos que, em conjunto, conseguiremos dar um passo em frente na qualidade dos serviços de abastecimento de água e de saneamento de águas residuais do nosso Alto Alentejo”. © NCV
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9 de outubro de 2022

Esclarecimento da CIMAA sobre as reduções tarifárias em vigor (desconto nos passes de estudantes)

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No seguimento da contestação levantada por encarregos de educação de estudantes provenientes da freguesia de Monforte, relativamente aos descontos a aplicar aos passes dos estudantes, a Comunidade Intermunicipal do Alto Alentejo (CIMAA) esclarece que os Municípios do Alto Alentejo ao abrigo da Lei n.º 52/2015 de 9 de junho, novo Regime Jurídico do Transporte de Passageiros (RJTPP), delegaram na CIMAA as competências ao nível dos serviços públicos de transporte de passageiros (municipal e intermunicipal).
Enquanto Autoridade de Transportes, a CIMAA teve acesso ao PART – Programa de Apoio à Redução Tarifária que, até ao fim de Agosto de 2022, proporcionou aos utentes descontos de 50% no preço de venda ao público dos passes sociais, e 25% nos passes de estudante. No caso dos estudantes do ensino secundário regular, os referidos 25% somaram aos descontos praticados pelos municípios.
Concessão dos transportes no Alto Alentejo
Em 1 de Setembro de 2022, por imperativo da Lei 52/2015, após concurso público internacional realizado, teve início a concessão dos transportes no Alto Alentejo, sob responsabilidade da CIMAA enquanto Autoridade de Transportes, que foi adjudicado a uma nova empresa criada para o efeito, denominada “Transportes do Alto Alentejo”.
Novos descontos
Tendo presente as obrigações e competências atribuídas nos termos da Lei 52/2015 conjugada com o Decreto-Lei n. º21/2019 de 30 de janeiro, foi deliberado em reunião do Conselho Intermunicipal da CIMAA de Maio de 2022, a aplicação de novos descontos a partir do início da concessão:
a) Passe Social do tipo “normal” com custo máximo de 30€;
b) Desconto de 50% nos Passes Sociais do tipo “normal” até ao Escalão de 9-12km, inclusive;
c) Oferta da “Assinatura de Linha Mensal” do tipo “Normal” para pessoas com grau de incapacidade igual ao superior a 60%;
d) Oferta da “Assinatura de Linha Mensal” acima dos 32km da tipologia “Antigos Combatentes”.
Impossibilidade legal de descontos nos passes de estudantes
Estas medidas, visam promover o aumento da utilização do serviço público de transporte e consequente redução das emissões de CO2.
“Compreendendo a situação de descontentamento manifestada pelos encarregados de educação relativamente à situação em causa, a CIMAA esclarece que de acordo com enquadramento legal não pode aplicar descontos nos passes de estudantes”, conclui o esclarecimento da CIMAA. © NCV
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1 de junho de 2018

Esclarecimento de António José Miranda sobre a situação do Parque Infantil do Jardim Grande

Em relação com a fotonotícia hoje publicada sobre o Parque Infantil do Jardim Grande em Castelo de Vide (ver AQUI), recebemos do Vice-Presidente da Câmara Municipal António José Miranda o esclarecimento que a seguir publicamos na integra.
Tanto quanto o NCV conseguiu apurar factualmente a obra de “Beneficiação do Parque Infantil João José da Luz” foi alvo de abertura de procedimento por despacho de António Pita datado de 2 de Maio passado (ver AQUI), que aprovou noutro despacho do dia seguinte as “peças de procedimento” e indigitou Miguel Macedo como gestor do contrato (ver AQUI) e a minuta do contrato por despacho de dia 17 de Maio (ver AQUI). Desconhece-se ainda a data e o teor do despacho final de adjudicação e a mesma não consta ainda no portal “base-gov”. A Redação
Empresa "tem ainda 30 dias para o iníco da obra"(...) mas "esperamos que se inicie mais cedo"
“Ex. Sr. Diretor do Jornal Noticias de Castelo de Vide
Dr. Alexandre Cordeiro,
Enquanto Vice-Presidente da Câmara Municipal de Castelo de Vide e Vereador responsável pelo pelouro da Educação, Ensino e Ciência, venho esclarecer os leitores em geral, e em particular o vosso colaborador e autor da foto publicada hoje, João Calha, que o procedimento processual do parque infantil, situado no Parque João José da Luz se encontra na fase final.
Infelizmente, os processos burocráticos a que as autarquias estão sujeitas, e o novo Código de Contratação Pública recentemente publicado, levou a um atraso maior do que aquele que esperávamos, pelo que o parque ainda se mantém encerrado.
A empresa CityCare, Manutenção do Espaço Urbano, Lda, tem ainda 30 dias para o início da obra, cujo valor é de 16346,70€, no entanto esperamos que se inicie mais cedo.
Também é nossa preocupação a celeridade do arranjo, mas mais importante ainda é a segurança das nossas crianças e a certificação do parque, cujos equipamentos já se apresentavam visivelmente gastos.
Felizmente para nós, Dia da Criança, são todos os dias do ano.
M. Cumprimentos
António José Chaves Miranda
Vice-Presidente”.