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24 de abril de 2026

Inaugurada esta tarde, exposição de cartazes ”Recordar Abril” até 15 de Maio no Átrio dos Paços do Concelho

Clicar na imagem para ampliar o cartaz.
O Átrio dos Paços do Concelho de Castelo de Vide recebe, entre 24 de Abril e 15 de Maio, a exposição ”Recordar Abril”, com cartazes temáticos sobre a Revolução dos Cravos que celebra a liberdade e a democracia 52 anos depois do 25 de Abril.
Trata-se de uma iniciativa da Divisão Cultural da Câmara Municipal de Castelo de Vide que convida toda a comunidade a estar presente na inauguração que terá lugar na sexta-feira dia 24 de Abril pelas 17 horas.
A exposição fica patente no local ao público até dua 15 de Maio. © NCV

20 de abril de 2026

Exposição de cartazes ”Recordar Abril” inaugurada na sexta-feira dia 24 no Átrio dos Paços do Concelho

Clicar na imagem para ampliar o cartaz.
O Átrio dos Paços do Concelho de Castelo de Vide recebe, entre 24 de Abril e 15 de Maio, a exposição ”Recordar Abril”, com cartazes temáticos sobre a Revolução dos Cravos que celebra a liberdade e a democracia 52 anos depois do 25 de Abril.
Trata-se de uma iniciativa da Divisão Cultural da Câmara Municipal de Castelo de Vide que convida toda a comunidade a estar presente na inauguração que terá lugar na sexta-feira dia 24 de Abril pelas 17 horas.
A exposição fica patente no local ao público até dua 15 de Maio.  © NCV

10 de maio de 2011

"Cartazes de Augusto Rainho"
na Escola Garcia d'Orta até 20 de Maio

 

A exposição "Cartazes de Augusto Rainho" está patente ao público na Escola Garcia d'Orta de Castelo de Vide até ao próximo dia 20 de Maio de 2011.
São 32 os cartazes expostos. Com incidência sobre a década de 90. O maior número é sobre actividades de Castelo de Vide mas também os há de Marvão e Portalegre.
A última exposição de cartazes do autor realizou-se em 1997, no Centro Municipal de Cultura de Castelo de Vide. Como que a lembrá-lo, lá está agora re-exposto um texto do autor que mantém toda a oportunidade e actualidade. E que a seguir publicamos. © NCV
Devem ser como um murro no olho!
“Têm várias formas e tamanhos, mas é no rectângulo que se sentem mais à vontade. De concepção simples e, pontualmente, com uma lambidela de humor, comunicam através da imagem e do texto e, quando bem feitos, até por analfabetos são lidos. Têm vida curta e são pouco respeitados. Nascem e desaparecem ao sabor das modas. Depois de utilizados, servem para tudo e para nada. Desde simples papel de embrulho a tapete; de bola de futebol a fabulosos aviões e foguetões de papel que dão largas à imaginação de crianças e adultos.
Quem os faz sofre! Muito!... Como em todo o acto de nascer. Do estirador, do lápis, dos pincéis, dos papéis, das colas, das tintas, da tesoura e da borracha, saltaram para o alucinante universo informático. O sofrimento é o mesmo! As hipóteses de concretização nascem em cascata, juntamente com a angústia de não saber quando parar.
A informática, de mãos dadas com o fotocopiador, democratizou-os, sobretudo os de concepção doméstica, mas a qualidade raramente lhes fez companhia.
Antes de saírem para a rua, e salvo raras excepções, são mutilados nas oficinas gráficas, quase sempre ao nível da cor.
Os que hoje aqui podem ver, criticar e contestar são uns felizardos. Foram adoptados por alguém que os soube compreender e respeitar. Tiveram direito a moldura, passe-partout, vidro e a estar em família, pendurados em paredes brancas, feitas de propósito para os receber, até que decidam que o melhor lugar para eles é o lixo. Se isso não acontecer, traçarão humildemente o caminho cultural e social do nosso Concelho. Serão testemunhos de tempos e de viveres que teimosamente continuamos a preservar, bem como da estética gráfica da altura em que nasceram.
Pela minha parte, agradeço-vos a disponibilidade desta visita. Para a maioria, mesmo para os mais distraídos, será certamente um reencontro com eles - Os Cartazes”.
Augusto Rainho
Novembro de 1997