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20 de abril de 2024

Exposição “No coração do 25 de Abril“ de Veloso Amaral até 13 de Junho em Santo António das Areias

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A antiga sede da Junta de Freguesia de Santo António das Areias recebe de 20 de Abril a 13 de Junho uma exposição fotográfica evocativa dos 50 Anos do 25 de Abril intitulada “No coração do 25 de Abril “ da autoria de Veloso Amaral. A exposição será visitável entre as 9 e as 16:30 horas. © NCV

8 de abril de 2024

Exposição fotográfica “No coração do 25 de Abril“ de Veloso Amaral no dia 20 em Santo António das Areias

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A antiga sede da Junta de Freguesia de Santo António das Areias recebe de 20 de Abril a 13 de Junho uma exposição fotográfica evocativa dos 50 Anos do 25 de Abril intitulada “No coração do 25 de Abril “ da autoria de Veloso Amaral. A exposição será visitável entre as 9 e as 16:30 horas. © NCV

7 de maio de 2023

Exposição “Salgueiro Maia – o rosto da Revolução” até 13 de Junho nos Paços do Concelho de Castelo de Vide

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A exposição fotográfica intitulada “Salgueiro Maia – o rosto da Revolução” do fotojornalista Marques Valentim continua patente até ao próximo dia 13 de Junho no átrio dos Paços do Concelho de Castelo de Vide
Recorda-se que o fotógrafo é o autor da fotografia icónica de Salgueiro Maia sob o queixo de Ramalho Eanes que irá oferecer para o acervo da Casa de Cidadania Salgueiro Maia. © NCV
Foto © DR/NCV




19 de abril de 2023

Exposição “Salgueiro Maia – o rosto da Revolução” do fotógrafo Marques Valentim é inaugurada hoje no átrio dos Paços do Concelho de Castelo de Vide

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Fotos © DR/NCV
A exposição fotográfica intitulada “Salgueiro Maia – o rosto da Revolução” do fotojornalista Marques Valentim é inaugurada esta quarta-feira pelas 12:30 horas no átrio dos Paços do Concelho de Castelo de Vide e dá inĩcio às comemorações locais do 49º aniversário da Revolução de Abril de 1974.
Segundo apurou o NCV, esta exposição que inclui um total de 16 imagens, permanecerá patente ao público até ao próximo dia 13 de Junho.
“Viver em Abril em Castelo De Vide”
“Depois de Alfredo Cunha é Marques Valentim que nos abre os seus arquivos fotográficos”, refere António Pita numa nota intitulada “Viver em Abril em Castelo De Vide” na qual sublinha que “nos últimos anos Castelo de Vide tem celebrado Abril e Salgueiro Maia envolvendo personalidades e personagens que testemunharam ao vivo aquele que foi um momento da História Contemporânea que nos trouxe um país livre, democrático e moderno”.
O autarca afirma que terá “o privilégio de abrir nos Paços do Concelho mais uma exposição com fotografias de um grande fotojornalista que fez a cobertura da guerra colonial em Moçambique”.
Oferta ao acervo da Casa de Cidadania
“Autor da fotografia icónica de Salgueiro Maia sob o queixo de Ramalho Eanes - que irá oferecer para o acervo da Casa de Cidadania Salgueiro Maia!” Marques Valentim vai esta quarta-feira “fazer uma visita guiada à exposição em cartaz, a qual integra as comemorações de Abril”, adianta ainda o Presidente da Câmara Municipal. © NCV
Foto © DR/NCV

5 de abril de 2023

Associação Vamos à Vila promove no sábado exposição fotográfica na Casa do Forno em Montalvão

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A Associação Vamos à Vila promove exposição fotográfica na Casa do Forno em Montalvão no próximo sábado dia 8 de Abril (17 horas).
Intitulada “As paisagens de Montalvão na altura da Páscoa”, a exposição mostra fotografias tiradas por crianças e jovens de Montalvão e conta com o apoio da Junta de Freguesia local. © NCV

5 de novembro de 2022

Alter do Chão celebra centenário de Artur Pastor (1922-2022) com exposição até 22 de Janeiro de 2023

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A exposição Artur Pastor 1922-2022, nascido em Alter do Chão a 1 de Maio de 1922, resulta de uma parceria entre o Município de Alter do Chão e o Arquivo Municipal Fotográfico do Município de Lisboa com o apoio do Rancho Folclórico “As Ceifeiras”, no âmbito das comemorações do centésimo aniversário do seu nascimento.
Este trabalho fotográfico abarca um período que vai desde os anos 40 até aos anos 70 do século XX e conta com 47 fotografias originais de sua autoria, de onde emerge as atividades agrícolas, os ofícios, as pessoas, a paisagem rural alentejana e alguns utensílios agrícolas de época.
A exposição estará patente de 5 de Novembro de 2022 a 22 de Janeiro de 2023 e pode ser visitada diariamente das 10 às 12:30 e das 14 às 16:30, exceto segundas-feiras e feriados. © NCV

8 de julho de 2022

Exposição Fotográfica "Guerra do Ultramar" inaugurada este sábado no Museu de Póvoa e Meadas

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No âmbito das homenagens da Freguesia de Póvoa e Meadas aos seus antigos combatentes será inaugurada este sábado pelas 15 horas no Museu de Póvoa e Meadasuma mostra fotográfica alusiva à Guerra do Ultramar. A jornada termina depois com um “colóquio de antigos combatentes”. © NCV

4 de setembro de 2021

Exposição fotográfica "Personas que se mueven" até 15 de Setembro em Valência de Alcântara

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Os Médicos del mundo Extremadura em colaboração com a Concejalía de Cultura e Formação de Valência de Alcântara organizam uma exposição fotográfica intitulada "Personas que se mueven" que estará patente ao público até 15 de Setembro na Casa da Cultura. © NCV

26 de maio de 2021

"Castelo de Vide, património e natureza": fotos de Joaquim Iria redecoram Restaurante D. Pedro V

Fotos © D.R./NCV
Fotos © D.R./NCV
O Restaurante D. Pedro V em Castelo de Vide foi “redecorado” recentemente com um conjunto de fotos da autoria de Joaquim iria Batista. Nas paredes do restaurante encontram-se agora as imagens da exposição "Castelo de Vide, património e natureza".
Agradecido, o empresário José Manuel Ramilo Pires considera que a arte de Joaquim Iria “precisa ser conhecida e promovida”, e “é um privilégio acompanhar o seu excelente percurso e uma sorte ter esta exposição no Restaurante D. Pedro V”. © NCV

19 de abril de 2021

Nisa: exposição fotográfica “Rostos da Nossa Terra” (Santana) pela objetiva de Francisco Pinto

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Foi inaugurada este domingo, 18 de Abril, a exposição fotográfica “Rostos da nossa Terra”, no Centro Interpretativo do Conhal, no Arneiro, concelho de Nisa.
A mostra apresenta inúmeras imagens captadas pela objetiva de Francisco Pinto que transmitem, através de rugas, feições e posturas, a história e o quotidiano das gentes da freguesia de Santana. © NCV

15 de julho de 2018

Festival Garcia d'Orta: termina na terça-feira
a exposição “Goa entre a História e a Memória”
na Fundação Nossa Senhora da Esperança

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Termina já na próxima terça-feira a exposição “Goa entre a História e a Memória” que, integrada no Festival Garcia d'Orta, está patrente e poderá ser visitada na Fundação Nossa Senhora da Esperança em Castelo de Vide. O horário é entre as 10 e as 13 horas e entre as 14 e as 18 horas. © NCV
Ver reportagem fotográfica completa AQUI.

13 de julho de 2018

Festival Garcia d'Orta:
exposição “Goa entre a História e a Memória”
até terça-feira na Fundação Nª Sra da Esperança

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Integrada no Festival Garcia d'Orta, a exposição “Goa entre a História e a Memória” está patrente e poderá ser visitada até à próxima terça-feira na Fundação Nossa Senhora da Esperança em Castelo de Vide. O horário é entre as 10 e as 13 horas e entre as 14 e as 18 horas. 
Ver reportagem fotográfica completa AQUI.
“A exposição de fotografia “Goa entre a História e a Memória”, tenta, através da imagem, levar até Portugal o que Goa é hoje: um dos estados mais pequenos da Índia, guardião de um património extremamente rico e diverso”.
“Por Goa passaram várias culturas. A primeira dinastia que reinou em Goa foi a dos Bhojas, em 566 D.C., que por ali permaneceu durante 10 anos. Mas muitas outras dinastias chegaram a reinar o território de Goa, antes de Afonso de Albuquerque em 1510, nomeadamente as dinastias Shilahara, Kadambae Hoysalasal, o que permitiu que Goa entrasse na rota das especiarias, comércio de cavalos e de algodão”.
“Com a chegada dos portugueses, Goa ocidentalizou-se e daí, até hoje, a presença de igrejas, capelas e cruzeiros, que partilham o mesmo espaço com templos e mesquitas. Igual influência é sentida nos festivais organizados neste Estado. Lado a lado com os grandes festivais como o Ganesh Chathurti e o Diwali, celebram-se o Carnaval, o Natal e a Páscoa”.
“O vestuário também se deixou influenciar. Nas ruas cruzam-se trajes como o sari, salvar, kurtá, com outros ocidentais, vestidos saia ou camisa usados pela mesma comunidade”. 
“A gastronomia é igualmente variada. Num restaurante podemos encontrar naturalmente pratos indianos, outros tipicamente ocidentais, como também pratos de fusão em que uma receita original portuguesa é ajustada ao gosto local com ingredientes orientais, como é o caso da “feijoada”.
“É no mercado que podemos sentir melhor esta fusão. A par da variedade de produtos, de cores, de cheiros, também os sons do Konkani (língua materna), hindi, aqui e ali do português, marcam a diferença deste mercado em comparação com outros também indianos”.
“Todos estes aspectos fazem de Goa um estado único quando comparado com os da restante Índia”.
“Este pequeno conjunto de imagens tenta transportar de Goa a Lisboa alguns destes aspetos da cultura goesa”. 
“E agora chega a Castelo de Vide!”.

10 de julho de 2018

Festival Garcia d'Orta:
Exposição “Goa entre a História e a Memória” até 17 de Julho na Fundação Nossa Senhora da Esperança

Fotos © J.Ventura/NCV

Exposição de Fotografia “Goa, entre a História e a Memória “ (um projeto-itinerância regional-OPP 2017) na Fundação Nossa Senhora da Esperança, em Castelo de Vide. Uma coleção da Embaixada da Índia patente até ao dia 17 de Julho no horário 10 às13 horas e das 14 às18 horas. Fotos © J.Ventura/NCV

Fotos © J.Ventura/NCV

7 de julho de 2018

Festival Garcia d'Orta:
exposição “Goa entre a História e a Memória”
até 17 de Julho na Fundação Nª Sra da Esperança


“A exposição de fotografia “Goa entre a História e a Memória”, tenta, através da imagem, levar até Portugal o que Goa é hoje: um dos estados mais pequenos da Índia, guardião de um património extremamente rico e diverso”.
“Por Goa passaram várias culturas. A primeira dinastia que reinou em Goa foi a dos Bhojas, em 566 D.C., que por ali permaneceu durante 10 anos. Mas muitas outras dinastias chegaram a reinar o território de Goa, antes de Afonso de Albuquerque em 1510, nomeadamente as dinastias Shilahara, Kadambae Hoysalasal, o que permitiu que Goa entrasse na rota das especiarias, comércio de cavalos e de algodão”.
“Com a chegada dos portugueses, Goa ocidentalizou-se e daí, até hoje, a presença de igrejas, capelas e cruzeiros, que partilham o mesmo espaço com templos e mesquitas. Igual influência é sentida nos festivais organizados neste Estado. Lado a lado com os grandes festivais como o Ganesh Chathurti e o Diwali, celebram-se o Carnaval, o Natal e a Páscoa”.
“O vestuário também se deixou influenciar. Nas ruas cruzam-se trajes como o sari, salvar, kurtá, com outros ocidentais, vestidos saia ou camisa usados pela mesma comunidade”. 
“A gastronomia é igualmente variada. Num restaurante podemos encontrar naturalmente pratos indianos, outros tipicamente ocidentais, como também pratos de fusão em que uma receita original portuguesa é ajustada ao gosto local com ingredientes orientais, como é o caso da “feijoada”.
“É no mercado que podemos sentir melhor esta fusão. A par da variedade de produtos, de cores, de cheiros, também os sons do Konkani (língua materna), hindi, aqui e ali do português, marcam a diferença deste mercado em comparação com outros também indianos”.
“Todos estes aspectos fazem de Goa um estado único quando comparado com os da restante Índia”.
“Este pequeno conjunto de imagens tenta transportar de Goa a Lisboa alguns destes aspetos da cultura goesa”. 
“E agora chega a Castelo de Vide!”.

29 de junho de 2018

Festival Garcia d'Orta:
exposição “Goa entre a História e a Memória”
até 17 de Julho na Fundação Nª Sra da Esperança


“A exposição de fotografia “Goa entre a História e a Memória”, tenta, através da imagem, levar até Portugal o que Goa é hoje: um dos estados mais pequenos da Índia, guardião de um património extremamente rico e diverso”.
“Por Goa passaram várias culturas. A primeira dinastia que reinou em Goa foi a dos Bhojas, em 566 D.C., que por ali permaneceu durante 10 anos. Mas muitas outras dinastias chegaram a reinar o território de Goa, antes de Afonso de Albuquerque em 1510, nomeadamente as dinastias Shilahara, Kadambae Hoysalasal, o que permitiu que Goa entrasse na rota das especiarias, comércio de cavalos e de algodão”.
“Com a chegada dos portugueses, Goa ocidentalizou-se e daí, até hoje, a presença de igrejas, capelas e cruzeiros, que partilham o mesmo espaço com templos e mesquitas. Igual influência é sentida nos festivais organizados neste Estado. Lado a lado com os grandes festivais como o Ganesh Chathurti e o Diwali, celebram-se o Carnaval, o Natal e a Páscoa”.
“O vestuário também se deixou influenciar. Nas ruas cruzam-se trajes como o sari, salvar, kurtá, com outros ocidentais, vestidos saia ou camisa usados pela mesma comunidade”. 
“A gastronomia é igualmente variada. Num restaurante podemos encontrar naturalmente pratos indianos, outros tipicamente ocidentais, como também pratos de fusão em que uma receita original portuguesa é ajustada ao gosto local com ingredientes orientais, como é o caso da “feijoada”.
“É no mercado que podemos sentir melhor esta fusão. A par da variedade de produtos, de cores, de cheiros, também os sons do Konkani (língua materna), hindi, aqui e ali do português, marcam a diferença deste mercado em comparação com outros também indianos”.
“Todos estes aspectos fazem de Goa um estado único quando comparado com os da restante Índia”.
“Este pequeno conjunto de imagens tenta transportar de Goa a Lisboa alguns destes aspetos da cultura goesa”. 
“E agora chega a Castelo de Vide!”.

28 de junho de 2018

Festival Garcia d'Orta:
exposição “Goa entre a História e a Memória”
até 17 de Julho na Fundação Nª Sra da Esperança

“A exposição de fotografia “Goa entre a História e a Memória”, tenta, através da imagem, levar até Portugal o que Goa é hoje: um dos estados mais pequenos da Índia, guardião de um património extremamente rico e diverso”.

“Por Goa passaram várias culturas. A primeira dinastia que reinou em Goa foi a dos Bhojas, em 566 D.C., que por ali permaneceu durante 10 anos. Mas muitas outras dinastias chegaram a reinar o território de Goa, antes de Afonso de Albuquerque em 1510, nomeadamente as dinastias Shilahara, Kadambae Hoysalasal, o que permitiu que Goa entrasse na rota das especiarias, comércio de cavalos e de algodão”.
“Com a chegada dos portugueses, Goa ocidentalizou-se e daí, até hoje, a presença de igrejas, capelas e cruzeiros, que partilham o mesmo espaço com templos e mesquitas. Igual influência é sentida nos festivais organizados neste Estado. Lado a lado com os grandes festivais como o Ganesh Chathurti e o Diwali, celebram-se o Carnaval, o Natal e a Páscoa”.
“O vestuário também se deixou influenciar. Nas ruas cruzam-se trajes como o sari, salvar, kurtá, com outros ocidentais, vestidos saia ou camisa usados pela mesma comunidade”. 
“A gastronomia é igualmente variada. Num restaurante podemos encontrar naturalmente pratos indianos, outros tipicamente ocidentais, como também pratos de fusão em que uma receita original portuguesa é ajustada ao gosto local com ingredientes orientais, como é o caso da “feijoada”.
“É no mercado que podemos sentir melhor esta fusão. A par da variedade de produtos, de cores, de cheiros, também os sons do Konkani (língua materna), hindi, aqui e ali do português, marcam a diferença deste mercado em comparação com outros também indianos”.
“Todos estes aspectos fazem de Goa um estado único quando comparado com os da restante Índia”.
“Este pequeno conjunto de imagens tenta transportar de Goa a Lisboa alguns destes aspetos da cultura goesa”. 
“E agora chega a Castelo de Vide!”.

8 de março de 2018

"A mulher, a sociedade e o trabalho": exposição fotográfica em Portalegre até 31 de Março

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A exposição fotográfica "A mulher, a sociedade e o trabalho", organizada em parceria pela Câmara Municipal de Portalegre e pela Grande Loja Feminina de Portugal está patente até ao dia 31 de Março de 2018, na Sala de Exposições Temporárias do Museu Municipal de Portalegre. Esta exposição insere-se nas comemorações do centenário de abertura ao público do Museu Municipal de Portalegre e do 20º aniversário da Grande Loja Feminina de Portugal.
Numa altura em que tanto se fala, e bem, na participação da mulher na vida e na sociedade, entendeu a Câmara Municipal trazer a Portalegre esta mostra, propriedade da Grande Loja Feminina de Portugal, onde fotografias da autoria de Joshua Benoliel ressaltam a crescente importância do papel da mulher, na sociedade e no trabalho, no início do século XX.
Ciclo de conferências
Associado a esta exposição vai ter lugar um ciclo de conferências, em que serão focados temas baseados na mulher, a sociedade e o trabalho. Na primeira conferência, proferida por Isabel Maria Corker, Grã-Mestra da Grande Loja Feminina de Portugal, será abordado o tema "A mulher e o trabalho", que terá lugar amanhã, no mesmo dia da inauguração da exposição.© NCV

13 de janeiro de 2018

"A mulher, a sociedade e o trabalho": exposição fotográfica em Portalegre até 31 de Março

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A exposição fotográfica "A mulher, a sociedade e o trabalho", organizada em parceria pela Câmara Municipal de Portalegre e pela Grande Loja Feminina de Portugal será inaugurada este sábado, dia 13 de Janeiro, pelas 15 horas, na Sala de Exposições Temporárias do Museu Municipal de Portalegre.
Esta exposição insere-se nas comemorações do centenário de abertura ao público do Museu Municipal de Portalegre e do 20º aniversário da Grande Loja Feminina de Portugal, estará patente até ao dia 31 de Março de 2018.
Numa altura em que tanto se fala, e bem, na participação da mulher na vida e na sociedade, entendeu a Câmara Municipal trazer a Portalegre esta mostra, propriedade da Grande Loja Feminina de Portugal, onde fotografias da autoria de Joshua Benoliel ressaltam a crescente importância do papel da mulher, na sociedade e no trabalho, no início do século XX.
Ciclo de conferências
Associado a esta exposição vai ter lugar um ciclo de conferências, em que serão focados temas baseados na mulher, a sociedade e o trabalho. Na primeira conferência, proferida por Isabel Maria Corker, Grã-Mestra da Grande Loja Feminina de Portugal, será abordado o tema "A mulher e o trabalho", que terá lugar amanhã, no mesmo dia da inauguração da exposição. © NCV