Mostrar mensagens com a etiqueta Festival Terras sem Sombra. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Festival Terras sem Sombra. Mostrar todas as mensagens

15 de fevereiro de 2026

Internacionalizar o Alentejo: apresentada em Lisboa a 22ª temporada do Festival Terras sem Sombra
- em Castelo de Vide a 7 e 8 de Novembro

Clicar na imagem para ampliar.
Evocando Camões, “Alegres Campos, Verdes Arvoredos“ é o tema que o Festival Terras sem Sombra apresenta na sua edição de 2026, a 22ª temporada que decorre de Fevereiro a Dezembro e mantém o modelo que articula música, património e biodiversidade.
Com a República da Polónia como país convidado, esta edição reforça a projeção internacional do Festival e estende a programação a 13 concelhos do Alentejo, integrando pela primeira vez Alcácer do Sal e Grândola, e a um do Ribatejo (Coruche), além da promessa de um concerto-mistério a anunciar ao longo da temporada.
Entre os momentos altos destacam-se o regresso do Prémio Internacional Terras sem Sombra, com duas novas categorias, e a estreia absoluta, em Beja, da ópera ”Maria Stuart“ de Martin Hennessy, , numa produção da Compañía de Ópera LaJoven.
Programa de 7 e 8 de Novembro em Castelo de Vide
Nesta sua 22ª temporada, o Festival Terras sem Sombra passa por Castelo de Vvide no fim-de-semana de 7 e 8 de Novembro (ver notícias AQUI)e o programa inclui (ver quadro acima) um Concerto de Música para Quatro Ttrompas com o Hornet Quartet na Igreja do Convento de S. Francisco no dia 7 pelas 21:30 horas.
Na tarde desse mesmo dia a ação no domínio do património será sobre o “Património que protege: oratórios, nichos e capelas” e na manhã de Domingo dia 8 de Novembro terá lugar uma ação de Biodiversidade intitulada “Do bosque ao montado: os carvalhos da Serra de São Mamede”. © NCV

15 de junho de 2025

António Pita recebeu embaixador e comitiva da República das Filipinas no Salão Nobre dos Paços do Concelho

Fotos © DR/NCV

O presidente da Câmara Municipal de Castelo de Vide, António Pita, recebeu no Salão Nobre dos Paços do Concelho o embaixador e a comitiva da República das Filipinas que assinalou em Castelo de Vide o 125º aniversário da independência daquele país.
As cerimónias decorreram no quadro do Festival Terras sem Sombra deste ano de que as Filipinas são este ano o país convidado.
“Num mundo cheio de conflitos, ódios e guerra, Castelo de Vide afirma-se como um território que promove a paz, a união e a fraternidade entre os povos. Durante seis dias a comitiva das Filipinas esteve entre nós e conheceu a riqueza da história da nossa vila e a nobreza da nossa alma”, refere António Pita nas redes sociais.
Para o autarca, “o diálogo e o respeito mútuo entre os povos, a tolerância pelas culturas e religiões diferentes e a construção de pontes institucionais foi sempre o caminho onde historicamente Portugal se afirmou como país exemplo para o mundo”.
António Pita deixou nas redes sociais o seu “público agradecimento ao Festival Terras sem Sombra por ter proporcionado estes momentos absolutamente inesquecíveis”. © NCV

8 de junho de 2025

Festival Terras sem Sombra termina este Domingo com uma atividade sobre a riqueza botânica da Serra de S. Mamede

Foto © TSS/NCV
Na manhã deste Domingo, 8 de Junho (9:30 horas), a atividade no âmbito da salvaguarda da biodiversidade tem como tema “Entre a Medicina e a Gastronomia: Plantas Terapêuticas e Aromáticas da Serra de São Mamede”.
Com ponto de encontro no Jardim Grande (Parque João José da Luz), os participantes serão guiados pelo biólogo João Farminhão, investigador da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra. A botânica da Serra de São Mamede constitui um tesouro que alia biodiversidade, saber tradicional e potencial científico.
Rosmaninho, alecrim, erva-cidreira, perpétua-das-areias...
Nesta região de transição entre o Alentejo e as Beiras, onde o relevo montanhoso e o microclima mais húmido criam condições únicas, florescem espécies como o rosmaninho (𝘓𝘢𝘷𝘢𝘯𝘥𝘶𝘭𝘢 𝘴𝘵𝘰𝘦𝘤𝘩𝘢𝘴), o alecrim (𝘙𝘰𝘴𝘮𝘢𝘳𝘪𝘯𝘶𝘴 𝘰𝘧𝘧𝘪𝘤𝘪𝘯𝘢𝘭𝘪𝘴), a erva-cidreira (𝘔𝘦𝘭𝘪𝘴𝘴𝘢 𝘰𝘧𝘧𝘪𝘤𝘪𝘯𝘢𝘭𝘪𝘴) e a perpétua-das-areias (𝘏𝘦𝘭𝘪𝘤𝘩𝘳𝘺𝘴𝘶𝘮 𝘴𝘵𝘰𝘦𝘤𝘩𝘢𝘴).
Todas elas há muito tempo usadas na medicina popular – em infusões, unguentos e defumações –, estas plantas encerram compostos com propriedades anti-inflamatórias, anti-sépticas e sedativas, sendo hoje objecto de investigação científica e valorização económica. © NCV

Festival Terras sem Sombra começou com a atividade “Garcia de Orta no seu museu”

Fotos © TSS/NCV
O Festival Terras sem Sombra deste ano começou este sábado ao princípio da tarde com uma atividade dedicada à obra e legado de Garcia d’Orta, um eminente português do século XVI filho de Castelo de Vide.
Guiada por Teresa Nobre de Carvalho, Professora da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, esta visita ao património (“Não Hei-de Dizer Senão a Verdade: Garcia de Orta no seu Museu”) celebrou a vida e o legado deste notável filho da terra.
Receções nos Paços do Concelho
Foto © TSS/NCV
O embaixador das Filipinas em Lisboa, Paul Raymund P. Cortes, e o agrupamento The Philippine Madrigal Singers foram recebidos pelo Presidente da Câmara Municipal, António Pita, numa sessão de boas-vindas nos Paços do Concelho, momento que antecedeu o início da programação deste ano do Festival Terras sem Sombra no concelho.
O grupo coral “The Philippine Madrigal Singers” já se encontrava em Castelo de Vide há dois dias e já tinha mesmo sido recebido pelo Executivo Municipal. Durante a estadia, os músicos das Filipinas aproveitam para conhecer o território e contactar com a comunidade local, numa jornada de intercâmbio cultural que culminou no concerto de sábado (7 de Junho, às 21:30 horas), na Igreja Matriz de Santa Maria da Devesa.
De referir que o grupo coral filipino aproveita ainda a sua presença na região para um segundo concerto (ver notícia AQUI) este Domingo (18 horas) na Igreja Matriz de Santo António das Areias (Marvão). © NCV
Fotos © TSS/NCV

6 de junho de 2025

Festival Terras sem Sombra: “The Philippine Madrigal Singers” trazem este sábado (21:30 horas) “Música Para os Novos Tempos” à Igreja Matriz de Castelo de Vide

Grupo coral The Philippine Madrigal Singers.
Clicar na imagem para ampliar o cartaz.
Este sábado dia 7 de Junho (21:30 horas), a igreja matriz​ de Santa Maria da Devesa em Castelo de Vide abre as portas ao concerto do grupo coral The Philippine Madrigal Singers intitulado “À Volta do Globo: Música Para os Novos Tempos”, que será o ponto alto da passagem este ano do Festival Terras sem Sombra pela Vila.
Fundado em 1963 pela Professora Andrea O. Veneracion (Artista Nacional para a Música, 1999), e actualmente dirigido por Mark Anthony Carpio, os The Philippine Madrigal Singers são reconhecidos pela UNESCO como Artists for Peace. 
O agrupamento conta com distinções como o European Grand Prix for Choral Singing (recebido em dois anos, 1997 e 2007) — um feito inédito. Foi também o primeiro coro asiático a receber o BrandLaureate Première Award (2012). Mark Anthony Carpio, director musical, pianista e contratenor, elevou o grupo a novos níveis de excelência. Sob a sua liderança, venceu competições internacionais de prestígio, como o Florilège Vocal de Tours (2006), o European Grand Prix for Choral Singing (2007) e, em 2017, o Concorso Polifonico de Arezzo. 
O professor Mark Anthony Carpio integra a Universidade das Filipinas e actua regularmente como jurado em concursos corais internacionais.
Um repertório eclético 
Do repertório desta noite de sábado, há a destacar o eclectismo, no cruzamento da música sacra contemporânea, das tradições populares filipinas e de expressões culturais de várias regiões da Ásia com as vanguardas europeias.
Um alinhamento musical a reunir composições de forte identidade nacional com arranjos corais de canções promotoras do diálogo entre herança e inovação. Dos compositores homenageados no concerto, importa salientar Gianpaolo Eleria, Eudenice Palaruan, Ryan Cayabyab e Levi Celerio. © NCV

23 de maio de 2025

Apresentação do "Festival Terras sem Sombra" com ginja “Sintra do Alentejo" hoje no encerramento da Semana de Castelo de Vide em Lisboa

Clicar na imagem para ampliar.
Encerra esta sexta-feira dia 23 de Maio ao princípio da noite a “Semana de Castelo de Vide” na Casa do Alentejo em Lisboa (rua das Portas de Santo Antão).
O programa de hoje inclui a apresentação, logo a partir das 15:30 horas, do programa do Festival Terras sem Sombra em Castelo de Vide (dias 7 e 8 de Junho) e das “comemorações do Dia da Independência da República das Filipinas” com mais uma degustação da ginja “Sintra do Alentejo”. © NCV

15 de setembro de 2024

Festival Terras sem Sombra:
"A Montanha Mágica: Geologia da Serra de São Mamede" a partir da Ermida da Senhora da Penha

Geologia da Serra de São Mamede. Fotos © FTSS/NCV
Na sua passagem por Castelo de Vide este ano, o Festival Terras sem Sombra terminou com uma ação na área da biodiversidade intitulada "A Montanha Mágica: Geologia da Serra de São Mamede". Este foi de facto o mote para uma cativante lição de geologia que o cientista Rui Soares Dias ofereceu a uma audiência numerosa, atenta e participativa que se reuniu junto à Ermida de Nossa Senhora da Penha, em Castelo de Vide.
“Um cenário deslumbrante para uma manhã plena de aprendizagens”, de acordo com a organização do festival. © NCV

Festival Terras sem Sombra:
“música, património e público em uníssono” em concerto ao serão na Igreja de Santiago Maior

Concerto na Igreja de Santiago Maior. Fotos © FTSS/NCV
A programação do Festival Terras sem Sombra para o passado sábado dia 7 de Setembro em Castelo de Vide incluiu um concerto de música antiga pelo ensemble I Bassifondi na Igreja de Santiago Maior.
A reputada formação italiana apresentou-se com Simone Vallerotonda (Arciliuto, guitarra barroca e direção musical), Stefano Todarello (Colascione, Chitarra battente e Sordelinna) e Gabriele Miracle (Percussão).
Os ritmos e singularidades harmónicas da música barroca do ensemble “I Bassifondi” invadiram a Igreja de Santiago Maior em Castelo de Vide, e arrebataram a audiência.
O resultado foi “música, património e público em uníssono numa noite extraordinária”. © NCV

Festival Terras sem Sombra passou pelo Menir da Meada, Anta da Melriça e Baluarte da Memória

Menir da Meada. Fotos © FTSS/NCV
Sob o signo de Cronos, os participantes na primeira ação deste ano do Festival Terras sem Sombra em Castelo de Vide – sob as batutas de António Pita e de António Mira - recuaram 8 mil anos com o Menir da Meada, avançaram até ao III milénio com a Anta da Melriça e, no Baluarte da Memória, refletiram sobre as (im)permanências da matéria e a persistência da memória.
A fotorreportagem resume e ilustra uma tarde dedicada à paisagem megalítica no concelho de Castelo de Vide, com a memória como horizonte. © NCV
Anta da Melriça. Fotos © FTSS/NCV
Baluarte da Memória. Fotos © FTSS/NCV



7 de setembro de 2024

“Festival Terras sem Sombra” revisita Domingo de manhã a geologia da “montanha mágica” de S. Mamede

Num ano em que se assinala o Ano da Geodiversidade, o Festival Terras sem Sombra, na sua passagem pelo concelho de Castelo de Vide, dedica uma atividade à serra de São Mamede programada para Domingo dia 8 de Setembro a partir das 9:30 horas.
A atividade foi intitulada “A Montanha Mágica: Geologia da Serra de São Mamede” será guiada por Rui Soares Dias, Professor Catedrático da Universidade de Évora e Coordenador do Centro de Ciência Viva de Estremoz.
Será esse o mote para uma manhã de descoberta deste notável maciço montanhoso a sul do rio Tejo, um marco geológico na paisagem que determina o clima, a vegetação e a relação do Homem com o território
Com ponto de encontro no Jardim Grande (Parque João José da Luz) os participantes na atividade são desafiados a aprofundar o conhecimento em torno de uma história geológica com tanto de complexo e dramático como de fascinante. Região de grande importância geológica, a serra é composta, predominantemente, por rochas graníticas e xistosas. As falhas geológicas presentes na região são testemunho de antigos movimentos crustais que moldaram a paisagem actual. Além disso, a serra de São Mamede abriga afloramentos de quartzitos e filões de pegmatitos, enriquecendo ainda mais a sua diversidade litológica. © NCV

6 de setembro de 2024

“Festival Terras sem Sombra” visita menir da Meada este sábado com António Pita e António Mira

Na tarde de 7 de Setembro (15 horas), o Festival Terras sem Sombra promove no concelho de Castelo de Vide uma visita ao património cultural que tem como tema principal o menir da Meada.
A atividade será guiada pelo próprio Presidente da Câmara Municipal de Castelo de Vide, António Pita, e conta também com a colaboração do escultor António Mira.
Intitulada “No Coração de uma Paisagem Megalítica: O Menir da Meada”, a atividade convoca os participantes à descoberta de um traço cultural e simbólico ímpar do período neocalcolítico, há perto de sete mil anos, a vincar a prosperidade das comunidades pré-históricas que se fixaram no território. Aquele que é o maior menir talhado por mão humana da Península Ibérica, com mais de 7 metros de altura e a rondar as 18 toneladas, foi descoberto em 1965, então quebrado em dois, e reerguido na década de 1990. O menir, sito em território da freguesia de Póvoa e Meadas, apresenta uma figura cilindriforme de configuração fálica, preponderante na paisagem que o circunda, associado a rituais e crenças de fertilidade.
A visita tem como ponto de encontro o Jardim Grande (Parque João José da Luz) em Castelo de Vide pelas 15 horas. Todas as atividades do Festival são de entrada livre e gratuita. © NCV

Festival Terras sem Sombra:
concerto de música antiga pelo “ensemble” italiano "I Bassifondi" no sábado na Igreja de Santiago

Ensemble I Bassifondi.
Clicar na imagem para ampliar o cartaz.
A temporada de 2024 do Festival Terras sem Sombra retoma a sua programação este sábado dia 7 de Setembro em Castelo de Vide com um concerto de música antiga pelo ensemble I Bassifondi na Igreja de Santiago pelas 21:30 horas.
A reputada formação italiana apresenta-se com Simone Vallerotonda (Arciliuto, guitarra barroca e direção musical), Stefano Todarello (Colascione, Chitarra battente e Sordelinna) e Gabriele Miracle (Percussão).
Proposta musical de hora e meia
A proposta musical de cerca de hora e meia, intitulada “Roma 600: Música da Nobreza e Música do Povo na Corte Pontifícia” percorre obras, entre outros, de Kapsberger, Giovanni Paolo Foscarini, Arcangelo Lori, Athanasius Kircher, numa evocação da vida musical do século XVII em todos os aspectos: desde as ruas, onde os contadores de histórias improvisavam danças simples, aos oratórios, onde as pessoas se reuniam para ouvir as "sacrae historiae", às requintadas execuções no Palazzo Barberini, em que muitos músicos estavam a trabalhar.
Improvisações, ritmos e bizarrias harmónicas são os motores que irão transportar o público atrás no tempo, até à Cidade Eterna, um grande fresco em que toda a gama de sons brilha no seu espírito mais original.
Música dos séculos XVII e XVIII
O agrupamento I Bassifondi nasceu de uma ideia de Simone Vallerotonda e explora a música dos séculos XVII e XVIII para alaúde, arquilaúde, teorba e guitarra barroca, com acompanhamento de “baixo contínuo”. Os alaudistas e guitarristas mais proeminentes da época tocavam as suas músicas “partilhando-as” com outros instrumentos. A vontade de criar uma linguagem interpretativa comum e improvisação leva I Bassifondi a propor autores menos conhecidos do mundo dos instrumentos dedilhados, executados na sua autenticidade. A investigação aprofundada das fontes musicais, cordas de tripa, manuais de diminuição, e a consciência de nunca alcançar a Verdade, leva o ensemble a repropor a antiga prática performática, sem ter medo nem submeter-se a visões românticas.
O concerto conta com o apoio do Instituto Italiano de Cultura, de Lisboa, e do CIDIM Comitato Nazionale Italiano Musica, no âmbito do projeto "Suono Italiano" que tem a contribuição do Ministero della Cultura – Direzione Generale Spettacolo. © NCV

5 de setembro de 2024

“Festival Terras sem Sombra” em Castelo de Vide este fim-de-semana com apoio municipal de 10 mil euros

Clicar na imagem para ampliar o cartaz.
A temporada de 2024 do Festival Terras sem Sombra retoma a sua programação deste ano em Castelo de Vide no próximo fim-de-semana de 7 e 8 de Setembro.
O Festival conta com o apoio financeiro de 10 mil euros por parte da Câmara Municipal de Castelo de Vide e todas as três atividades são de entrada livre e gratuita.
Com António Pita no Menir da Meada
No sábado dia 7 de Setembro o programa prevê pelas 15 horas uma visita ao património cultural que tem como tema principal o menir da Meada. Intitulada “No Coração de uma Paisagem Megalítica: o Menir da Meada”, atividade guiada pelo próprio Presidente da Câmara Municipal de Castelo de Vide, António Pita.
Música antiga na Igreja de Santiago
O dia termina com um concerto de música antiga na Igreja de Santiago (21:30 horas) com a duração de uma hora e meia pela reputada formação italiana Ensemble I Bassifondi na Igreja de Santiago.
Com Simone Vallerotonda (𝘈𝘳𝘤𝘪𝘭𝘪𝘶𝘵𝘰, guitarra barroca e direção musical), Stefano Todarello (𝘊𝘰𝘭𝘢𝘴𝘤𝘪𝘰𝘯𝘦, 𝘊𝘩𝘪𝘵𝘢𝘳𝘳𝘢 𝘣𝘢𝘵𝘵𝘦𝘯𝘵𝘦 e 𝘚𝘰𝘳𝘥𝘦𝘭𝘭𝘪𝘯𝘢) e Gabriele Miracle (percussão), a proposta musical “Roma600: Música da Nobreza e Música do Povo na Corte Pontifícia” percorre obras que evocam a vida musical do século XVII em todos os aspetos.
Geologia da Serra de São Mamede
No manhã de Domingo dia 8 de Setembro, pelas 9;30 horas, o Festival Terras sem Sombra assinala na sua passagem por Castelo de Vide o Ano da Geodiversidade com uma atividade na Serra de São Mamede intitulada “A Montanha Mágica: Geologia da Serra de São Mamede” sob a orientação de especialistas ainda a anunciar.
O Jardim Grande (Parque João José da Luz foi definido pela organização como ponto de encontro para as atividades nas áreas do património e da biodiversidade.
O Festival do Alentejo
Criado em 2003, o Festival Terras sem Sombra é uma iniciativa da sociedade civil que pretende dar a conhecer a um público alargado um território, o Alentejo, que sobressai pelos valores ambientais, culturais e paisagísticos e apresenta, em termos gerais, um dos melhores índices de preservação da Europa.
Nas últimas temporadas, o carácter internacional do Festival tem-se consolidado com a participação de países convidados (v.g., Estados Unidos da América, Brasil, Espanha, Hungria, República Checa, Bélgica). De igual modo, o desenvolvimento de novos projetos – como o Terras sem Sombras Kids – visam reforçar uma oferta cultural, de carácter lúdico e didático, especialmente dirigida a novos públicos e às famílias. © NCV

29 de agosto de 2024

“Festival Terras sem Sombra” passa por Castelo de Vide nos dias 7 e 8 de Setembro


Clicar na imagem para ampliar.
A temporada de 2024 do Festival Terras sem Sombra retoma a sua programação deste ano em Castelo de Vide no próximo fim-de-semana de 7 e 8 de Setembro.
O Menir da Meada
No sábado dia 7 de Setembro o programa prevê pelas 15 horas uma visita ao património cultural que tem como tema principal o menir da Meada. Intitulada “No Coração de uma Paisagem Megalítica: o Menir da Meada”, atividade guiada pelo próprio Presidente da Câmara Municipal de Castelo de Vide, António Pita.
Música antiga na Igreja de Santiago
O dia termina com um concerto de música antiga na Igreja de Santiago (21:30 horas) com a duração de uma hora e meia pela reputada formação italiana Ensemble I Bassifondi na Igreja de Santiago.
Com Simone Vallerotonda (𝘈𝘳𝘤𝘪𝘭𝘪𝘶𝘵𝘰, guitarra barroca e direção musical), Stefano Todarello (𝘊𝘰𝘭𝘢𝘴𝘤𝘪𝘰𝘯𝘦, 𝘊𝘩𝘪𝘵𝘢𝘳𝘳𝘢 𝘣𝘢𝘵𝘵𝘦𝘯𝘵𝘦 e 𝘚𝘰𝘳𝘥𝘦𝘭𝘭𝘪𝘯𝘢) e Gabriele Miracle (percussão), a proposta musical “Roma600: Música da Nobreza e Música do Povo na Corte Pontifícia” percorre obras que evocam a vida musical do século XVII em todos os aspetos.
Geologia da Serra de São Mamede
No manhã de Domingo dia 8 de Setembro, pelas 9;30 horas, o Festival Terras sem Sombra assinala na sua passagem por Castelo de Vide o Ano da Geodiversidade com uma atividade na Serra de São Mamede intitulada “A Montanha Mágica: Geologia da Serra de São Mamede” sob a orientação de especialistas ainda a anunciar.
O Jardim Grande (Parque João José da Luz foi definido pela organização como ponto de encontro para as atividades nas áreas do património e da biodiversidade.
O Festival do Alentejo
Criado em 2003, o Festival Terras sem Sombra é uma iniciativa da sociedade civil que pretende dar a conhecer a um público alargado um território, o Alentejo, que sobressai pelos valores ambientais, culturais e paisagísticos e apresenta, em termos gerais, um dos melhores índices de preservação da Europa.
Nas últimas temporadas, o carácter internacional do Festival tem-se consolidado com a participação de países convidados (v.g., Estados Unidos da América, Brasil, Espanha, Hungria, República Checa, Bélgica). De igual modo, o desenvolvimento de novos projetos – como o Terras sem Sombras Kids – visam reforçar uma oferta cultural, de carácter lúdico e didático, especialmente dirigida a novos públicos e às famílias. © NCV

4 de junho de 2023

Participantes do Festival Terras sem Sombra visitaram legado de João José le Cocq na “granja do Prado”

Fotos © Terras sem Sombra/NCV
O programa do Festival Terras sem Sombra em Castelo de Vide terminou na manhã do passado Domingo dia 28 de Maio com a atividade “Da Agricultura à Biodiversidade: A Granja do Prado e o Legado de João J. le Cocq” que foi orientada pelo ornitólogo Gonçalo Elias (residente em Castelo de Vide) e pelo fotógrafo de natureza Dinis Cortes.
“Por gentileza das famílias Azevedo Coutinho e Duarte Ferreira os participantes do Festival Terras Sem Sombra tiveram o privilégio de passear demoradamente junto ao bosque das exóticas, pela vinha e pela alameda dos plátanos, sentindo-se a história singular desta Quinta onde foi produzido o primeiro vinho tipo espumante em Portugal”, refere o Presidente da Câmara Municipal de Castelo de Vide, que acompanhou os participantes, e para quem a Quinta do Prado é “um espaço que nos transporta para um outro país”.
O autarca avançou ainda que “quase 30 aves foram identificadas por Gonçalo Elias e Dinis Cortez, dois ornitólogos de excelência que guiaram o grupo em jeito de introdução à próxima publicação “Guia das Aves da Albufeira de Póvoa e Meadas”, que será lançada na abertura do Festival da Água”. © NCV

Festival Terras sem Sombra visitou a “fábrica” das Águas Vitalis, “empresa associada à qualidade ambiental do concelho”

Fotos © DR/NCV
No âmbito das suas atividades em Castelo de Vide o Festrival Terras Sem Sombra proporcionou no passado sábado dia 27 de Maio uma visita à “fábrica das águas Vitalis”, que o Presidente da Câmara Municipal considera “uma empresa associada à qualidade ambiental do nosso concelho”.
A visita teve lugar no quadro de um périplo pelo património hídrico castelo-vidense à “descoberta dos recursos hídricos da vila e do património que eles inspiraram ao longos dos tempos”.
Intitulada “Fons Vitæ: O Património Aquático de Castelo de Vide” esta atividade foi orientada pelo adjunto do Presidente da Câmara Municipal e geólogo Rui Bengala.
António Pita agradeceu nas redes sociais à empresa Superbock Group e aos responsáveis locais a autorização para visitar a fábrica “que tem uma importância social e económica de relevância no concelho”.
Por outro lado, Marta Ruivo mereceu ao autarca “um agradecimento particular” (…) “pela excelente visita guiada que proporcionou ao grupo, que incluiu o Sr. Embaixador da Hungria em Portugal”. © NCV

30 de maio de 2023

Festival Terras sem Sombra trouxe um "concerto para dois violinos" à Igreja do Convento de S. Francisco

Fotos © DR/NCV
Fotos © DR/NCV
Castelo de Vide recebeu o Festival Terras sem Sombra com um concerto para dois violinos e com a presença do embaixador da Hungria em Portugal, Miklós Halmai, que já tinha participado na apresentação do espetáculo há dias em Lisboa durante a Semana de Castelo de Vide na Casa do Alentejo.
O regresso do Festival Terras sem Sombra a Castelo de Vide “proporcionou, neste último sábado, uma noite musical fantástica com um duo de excelentes violinistas húngaros a interpretarem composições do século XVII ao século XX”, referiu o autarca nas redes sociais.
Violino do Estado Húngaro fabricado em 1778
António Pita explicou que “a presença do prestigiado violinista Vilmos Zsabadi, artista de mérito da república húngara, tocou num violino de coleção do Estado Húngaro, fabricado em 1778 e avaliado em 1 milhão de euros, motivos que reforçaram a vinda do Embaixador da Hungria Miklós Tamas Halmai que prolongou a sua estadia para conhecer melhor a nossa vila” (ver notícia em separado).
A continuidade do “Terras sem Sombra”
“Num momento de grande incerteza sobre o futuro deste Festival”, António Pita expressou publicamente os seus “sinceros votos para que a Direção do mesmo, liderada superiormente pelo prof. José António Falcão, encontre os meios necessários para garantir a sua continuidade, porquanto Terras Sem Sombra é um evento verdadeiramente imprescindível para o nosso território”. © NCV

Festival Terras sem Sombra: embaixador da Hungria, Miklós Halmai, visitou Castelo de Vide

Foto © DR/NCV
O Embaixador da Hungria, Miklós Halmai, visitou Castelo de Vide no passado fim-de-semana e assistiu no sábado ao concerto “ Diálogos Infinitos: Música para Dois Violinos (Séculos XVIII-XX)" pelos violinistas húngaros Vilmos Szabadi e Boglárka Farkas, no âmbito do Festival Terras sem Sombra.
Acompanhado pelos dois violinistas e pelos organizadores do Festival Terras sem Sombra, Miklós Halmai foi recebido na sexta-feira nos Paço do Concelho pela vereadora Helena Esteves, que lhes deu as boas-vindas desejando uma ótima estadia em Castelo de Vide. © NCV
Foto © DR/NCV

27 de maio de 2023

Festival Terras sem Sombra: “Da Agricultura à Biodiversidade: A Granja do Prado e o Legado de João José Le Cocq” com Gonçalo Elias e Dinis Cortes

O programa do Festival “Terras sem Sombra” em Castelo de Vide termina na manhã deste Domingo dia 28 de Maio com a atividade “Da Agricultura à Biodiversidade: A Granja do Prado e o Legado de João le Cocq” a partir das 9:30 horas com início no Jardim Grande (Parque João José da Luz) que será orientada por Gonçalo Elias (ornitólogo) e Dinis Cortes (fotógrafo de natureza). © NCV