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27 de maio de 2026

Henrique Vaz Duarte apresenta o romance “Geografia dos Dias” esta quinta-feira no Museu da Tiflologia em Castelo de Vide

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O escritor e artista plástico aveirense Henrique Vaz Duarte lança este quinta-feira em Castelo de Vide, onde vive atualmente, o livro “Geografia dos Dias” que é seu o primeiro romance e será apresentado esta quinta-feira dia 28 de Maio pelas 16:30 horas, no Museu de Tiflologia - Centro de Ciência Viva. A sessão contará com intervenções de Helena Vaz Duarte e do próprio autor.
Publicado pela 9.5.9 Editora (AIECEC-Associação para a Investigação, Consultoria e Edição em Comunicação), o livro tem 432 páginas e a capa foi construída sobre uma pintura do autor, que já expôs em Castelo de Vide em 2023 (ver notícias AQUI).
Sinopse do romance
"Geografia dos Dias". Inverno de 1943. Fugida do rescaldo da guerra civil espanhola e duma emboscada sangrenta da Guarda Fiscal na fronteira transmontana, Pilar é acolhida numa Quinta no Douro, propriedade da duquesa Catarina Vasques e Castro. Com dezoito anos de idade e feitio difícil, adversa ao modo de vida burguês, é instruída por Catarina, recebendo o seu estilo, maneiras, posturas, colorindo outras formas de cumplicidade. Afeiçoados à rapariga de passado obscuro e inconveniente, o caseiro José Cristiano e o amante da duquesa, tenente Carlos Lousada, vão-na protegendo, mas não evitam a sua captura pela Polícia de Vigilância e Defesa do Estado. Salva em condições dramáticas por Catarina, é ajudada por um grupo secreto, disfarçado em companhia de teatro, a Choça, que a ajuda a abandonar o país, embarcando para Londres, onde é admitida no Executivo de Operações Especiais (SOE). Como rádio-transmissora, é largada na Normandia, e junta-se à resistência com o instrutor capitão Alasdair McCaulay. A vida clandestina fá-la conhecer Philippe Beaufort, bretão gaulista das Forces Françaises Libres, que virá a ser seu marido. No pós-guerra, vivem em Haye-les-Bois, domínio senhorial dos Beaufort e em Caen, onde recupera os ensinamentos de Catarina, leccionando música. Durante os abalos estudantis de 1968, em Paris, apoia o filho, um internacional situacionista expulso de um colégio católico e, mais tarde, solidariza-se com a resistência chilena, após o golpe de Estado. Abril abriu-se-lhe em 1974, e vem a Portugal. Porém, o tempo de há mais de trinta anos é passado estranho e a morada onde viveu um paradeiro desconhecido, o caminho do norte por desvendar.
Glenn Miller, Baba Yaga, Camelot, Paul Verlaine, Englandspiel, a República dos Kágados, Lord Lovat, a Abadia das Damas, Citac, Omaha Beach, Mendelssohn, as escolas de espionagem em Arisaig e Beaulieu, Kropotkine, whisky e habanos, o café Guarani, a estação ferroviária de Foz do Tua, o batalhão Louise Michel, o teatro Odéon, Pietro Mascagni e um cálice de Porto são, entre outros, os fotogramas da combustão iniciada em 1943, intervalada de devaneios e intermezzos soltos, e dissolvida no último atalho da Primavera de 2024.
Henrique Vaz Duarte
Henrique Vaz Duarte.
Nasceu em Aveiro. Licenciatura em Direito. 1980 Frequência da ESBAL e do IADE Para além da escrita, tem vasta obra nas artes plásticas.
De 1985 a 2024, exposições individuais: Galeria Pedro Guimarães, Porto. Galeria Quattro, Leiria. Galeria D. Diniz, Vila Nova de Cerveira. Solo Gallery, Edimburgo. Museu Soares dos Reis, Porto. Fundação José Rodrigues, Porto. Convento S. Francisco, Castelo de Vide.
Colectivas: Bienal de Desenho, Porto. Galeria Almada Negreiros, Lisboa. XII Colectiva da Árvore, Porto. Colectivas da Aveiro/Arte. Bienal Artevent, Lille. India Art Fair, Nova Deli. Arte Mupi, Lisboa. Colectiva de apoio a Juan Miró, Fundação José Rodrigues, Porto. Casa da Liberdade Mário Cesariny, Lisboa. I Bienal de Arte de Gaia. Casa da Cultura Mestre José Rodrigues, Alfândega da Fé. Colectiva 30x30 Galeria Geraldes da Silva, Porto. Colectiva na Quinta do Ervedal, Santa Marinha do Zêzere. Colectiva/Dezembro Galeria Quattro, Leiria. Colectiva Caves Santa Marta. Colectiva sobre Garcia da Horta, Castelo de Vide. © NCV

19 de abril de 2023

António Pita teve “o maior gosto em começar a semana na despedida da exposição “Vide”

Fotos © DR/NCV
Fotos © DR/NCV
O Presidente da Câmara Municipal de Castelo de Vide, António Pita, teve “o maior gosto em começar a semana na despedida da exposição “Vide”, da autoria de Henrique Vaz Duarte, que tem estado patente na galeria do Convento de São Francisco” (sic), agora Centro de Arte e Cultura da Fundação Nossa Senhora da Esperança.
Descreveu a exposição nas redes sociais como “uma abordagem ao cinema através da pintura de um advogado-pintor”, “uma viagem original a partir de fontes cinematográficas que inspiraram 22 óleos explicados por áudio-guias importantes para chegar à essência de cada obra”
“Mas contar com o privilégio de ter o próprio autor e a curadora Isabel Costa e Almeida no acompanhamento presencial tornou a experiência muito mais enriquecedora”, sublinhou o autarca.
Para António Pira “este é um excelente exemplo de como Castelo de Vide sabe integrar e acolher quem chega de novo, no caso um casal que, com percursos de vida dedicados ao Direito, aqui recebe o merecido descanso e usufrui agora de tempos mais contemplativos. Que sejam muito bem-vindos!”.
“O momento foi ainda mais especial dada a presença de Fernando Tordo, que este ano assinala 50 anos sobre a famosa canção “Tourada” e que também anda por cá”, referiu ainda António Pita. © NCV
Foto © D.R./NCV

2 de abril de 2023

Exposição de pintura “Vide” de Henrique Vaz Duarte até 16 de Abril no Centro de Arte e Cultura da Fundação Nossa Senhora da Esperança

Está patente patente ao público até ao próximo dia 16 de Abril no Centro de Arte e Cultura da Fundação Nossa Senhora da Esperança em Castelo de Vide uma exposição de pintura “Vide” com obras da autoria de Henrique Vaz Duarte (ver mais notícias AQUI).
Com curadoria de Isabel Costa e Almeida, a exposição apresenta o tributo do artista ao cinema, outra das suas paixões. “Vide” (Vejam!) desafia-nos ao olhar pictórico da sétima arte em 22 trabalhos (todos óleo sobre tela)dos filmes que marcaram a sua e, quiçá, as nossas vidas”, sublinha a curadora.
De formação jurídica (Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra-1979), Henrique Vaz Duarte vive atualmente com a família em Castelo de Vide e exerceu advocacia até 2002 na Comarca de Aveiro e desde muito cedo se dedicou às artes frequentando a ESBAL e o IADE e desdobrando-se em inúmeras exposições individuais e coletivas no país e no estrangeiro. © NCV

14 de fevereiro de 2023

Fotorreportagem: inauguração da exposição “Vide” de Henrique Vaz Duarte no Centro de Arte e Cultura da Fundação Nossa Senhora da Esperança

Fotos © NCV
Fotos © NCV
A exposição de pintura “Vide” com obras da autoria de Henrique Vaz Duarte foi inaugurada ao final da tarde do passado sábado dia 11 de Fevereiro no Centro de Arte e Cultura da Fundação Nossa Senhora da Esperança em Castelo de Vide onde fica patente ao público até ao próximo dia 16 de Abril.
O artista vive atualmente com a família em Castelo de Vide.
Com curadoria de Isabel Costa e Almeida, a exposição apresenta o tributo do artista ao cinema, outra das suas paixões. “Vide” (Vejam!) desafia-nos ao olhar pictórico da sétima arte em 22 trabalhos (todos óleo sobre tela)dos filmes que marcaram a sua e, quiçá, as nossas vidas”, sublinha a curadora.
De formação jurídica (Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra-1979), Henrique Vaz Duarte exerceu advocacia até 2002 na Comarca de Aveiro e desde muito cedo se dedicou às artes frequentando a ESBAL e o IADE e desdobrando-se em inúmeras exposições individuais e coletivas no país e no estrangeiro. © NCV

11 de fevereiro de 2023

Exposição “Vide” de Henrique Vaz Duarte
inaugurada este sábado no Centro de Arte e Cultura
da Fundação Nossa Senhora da Esperança

Clicar na imagem para ampliar.
Henrique Vaz Duarte.
É inaugurada este sábado dia 11 de Fevereiro pelas 17 horas no Centro de Arte e Cultura da Fundação Nossa Senhora da Esperança em Castelo de Vide a exposição de pintura “Vide” com obras da autoria de Henrique Vaz Duarte.
A exposição fica patente ao público até ao próximo dia 16 de Abril.
De formação jurídica (Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra-1979), Henrique Vaz Duarte exerceu advocacia até 2002 na Comarca de Aveiro e desde muito cedo se dedicou às artes frequentando a ESBAL e o IADE e desdobrando-se em inúmeras exposições individuais e coletivas no país e no estrangeiro.
O artista vive atualmente com a família em Castelo de Vide. © NCV
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